- Benfica e St Gallen
- Jesse Derry e o Sporting x Mónaco
- André Silva e o FC Porto x Aston Villa
- Mercado de transferências
- Vozinha
- Torreense
E muito mais num episódio gravado num poliban
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Treinadores do 🦅 Benfica que perderam o 1.º jogo ao serviço dos encarnados: (últimos 100 anos, só treinadores com 10 + jogos):
➡ Arthur John
➡ Alberto Zozaya
➡ Valdivieso
➡ Fernando Riera
➡ John Mortimore
➡ Toni
➡ Paulo Autuori
➡ José Mourinho
➡ Rui Vitória
➡ Marco Silva
A mudança de estilos e a curta pre-época ajudam a explicar a derrota do Benfica na Suíça, mas não a tornam aceitável dados os objetivos do clube - falou-se na conquista da Liga Europa.
Muita fragilidade na saída de bola e na cobertura da profundidade.
Sinto que não fiz justiça a Pau Cubarsi. Falei pouco (mesmo no podcast) do enorme Mundial que realizou.
A sobriedade, a qualidade técnica, o posicionamento e a responsabilidade que chama para si não surpreendem, mas sublinham que está ali um dos melhores centrais do mundo.
·O 'banho' de bola de Espanha na final do Mundial.
·Inglaterra 6x4 França
·Durán pode ter impacto no Benfica?
·Quem substitui Trincão no Sporting?
·O conservadorismo do FC Porto no mercado.
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Dibu Martinez fez 11 defesas, recorde numa final do Mundial.
A Argentina não fez um único remate até aos 117 minutos.
Dois dados que dizem muito do domínio da Espanha na final do Mundial.
A expulsão de Enzo Fernandez agravou isto e o desfecho foi ‘previsível’
Abordagem inteligente da Espanha a condicionar Messi. Não o faz ao homem, faz logo na ‘raíz’, cortando linhas de passe.
Mantém a pressão ofensiva que lhe é característica com uma nuance: amplificar a pressão sobre Romero para que depois a bola não chegue tão limpa a Messi.
É compreensível a frustração dos ingleses (e não só) com Tuchel.
Em vantagem no marcador, decidiu baixar o bloco logo após o golo, reforçou esta abordagem com o’reilly e Burn quando se notava o crescendo da Argentina… e quando quis reagir já estava nos descontos.
A grandeza de Kane ficou provada neste 1.º golo de Inglaterra. Veio ao seu próprio meio campo buscar jogo para lançar Rogers. O passe não foi perfeito, mas cumpriu a missão e o seu movimento mexeu, como queria, com a defensiva Argentina.
Candidato à Bola de Ouro.
Espanha eficaz a controlar na fonte (Olise) o jogo francês.
Excelente o jogo de Rodri neste âmbito, contando com apoio essencial de Ruiz.
Os gauleses beneficiariam da entrada de Cherki, nem que seja a partir de uma das alas.
A ausência de Koné também parece sentir-se.
Várias ‘promessas’ deixadas por Jorge Jesus que me deixam descansado para o futuro da Seleção Nacional:
- a ideia de jogo vai mudar muito.
- não terá problemas em sentar ‘vacas’ sagradas.
- não há desculpas com ciclos curtos.
- vem para ganhar.
Não marcou nem assistiu e nas aplicações de resultados terá tido um rating mais baixo que alguns dos seus colegas, mas o que Olise joga e faz jogar vale muito mais que isso.
Qualidade técnica insuperável, leitura de jogo quase perfeita e uma dimensão física robusta. Máquina.
Há um Lionel de quem se fala pouco: Scaloni.
A Argentina é das seleções que está mais próxima de cumprir o seu potencial técnico. Deve-o à forma como protege os artistas, deixando-os criar. Isto requer trabalho tático.
Quando é preciso arriscar, arrisca-se. Mesmo.
- O Portugal - Espanha
- Roberto Martínez de saída
- o fim de Cristiano Ronaldo em Mundiais
- Cabo Verde
- Melhores jogos do Mundial
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Há certos processos (e equipas) que vão evoluindo à medida que a competição se desenrola. Parece estar a acontecer com Portugal. Gatilhos de pressão cada vez mais afinados.
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Nota especial para a ótima exibição de Félix (especialmente ele) e Neto no plano defensivo.
Há jogadores que mudam a história de um país (futebolisticamente, claro). Haaland é um deles.
Não ignoro os incansáveis Berg e Berge. Ou a ótima entrada de Schjelderup. Ou a excelente exibição de Nyland. Mas hoje Haaland fez história.
Um statement dele… e da Noruega.
A lesão de Saibari retirou mobilidade ao ataque e eficácia no processo defensivo. Ounahi não se importou com isso, nem mesmo com um cartão amarelo em cima. Assumiu o momento do jogo, equilibrou a equipa… e desequilibrou na frente - bis decisivo no apuramento de Marrocos
O Benfica estará a lamentar-se por não ter vendido Sidny Lopes Cabral antes deste golo. Provavelmente o melhor do Mundial até agora.
Mais um parágrafo lindíssimo na história de Cabo Verde neste campeonato do mundo.
Não é que Portugal fosse inferior à Croácia, mas Diogo Costa voltou a ser decisivo tal como já tinha acontecido frente à Colômbia (aí deu-nos o ponto, literalmente).
Temos muita sorte em ter um guarda-redes com esta qualidade técnica, estrutura mental e … jogo de pés.