🚨O que juridicamente aconteceu com Tagliaferro?
1) Ele foi chamado a tomar ciência de uma cautelar italiana para que não saia do município, até que seu processo de extradição, pedido por Moraes, seja analisado. Já está em casa, mas com restrições de locomoção
2) Vale lembrar que o pedido de extradição de Tagliaferro, em análise na Itália, se relaciona com violação de sigilo funcional, por ele divulgar informações sigilosas do gabinete de Moraes
3) O art 325 do Código Penal pune quem revela segredo em razão da função que exerce. O ponto é que as informações a que Tagliaferro teve acesso são atos oficiais ilegais. O interesse público, nesse caso, está ao lado de quem revela o segredo, não de quem o guarda.
4) Relevante dizer ainda que se Tagliaferro está sendo investigado por "vazar informações sigilosas", o que vazou está sendo assumido por Moraes como “informação”, ou seja, como verdadeiro. Nesse caso, é absurdo Tagliaferro ser punido mas o conteúdo ilícito divulgado não ser investigado
5) Se a Itália, ao final da análise da extradição, não acolher Tagliaferro, estará apoiando um país em que o ilícito denunciado é ignorado, para que as autoridades investiguem o denunciante.
🚨 Filho de Lewandowski advoga para empresa ligada ao PCC, alvo da Polícia Federal, MPSP e Receita
Enrique de Abreu Lewandowski é advogado da Terra Nova Trading, empresa ligada ao megaesquema que envolve a facção criminosa
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🚨EXCLUSIVO: ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO
Novos arquivos vazados revelam que o Supremo Tribunal Federal brasileiro usou ilegalmente postagens de redes sociais para encarcerar manifestantes pró-Bolsonaro.
Em 8 de janeiro de 2023, centenas de apoiadores de @jairbolsonaro invadiram prédios governamentais em Brasília, em um episódio surpreendentemente semelhante ao 6 de janeiro nos EUA. Muitos eram idosos ou doentes e não cometeram atos de violência. Ainda assim, todos foram rotulados de “golpistas”, “terroristas” e “fascistas” pelo presidente do Brasil, @LulaOficial, e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Agora, os ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO mostram que Moraes criou uma força-tarefa de inteligência secreta e ilegal que usou postagens de redes sociais para justificar a prisão de manifestantes não violentos.
Moraes e sua força-tarefa:
— operaram através de um grupo secreto de WhatsApp que criava “certidões” de inteligência ilegais;
— mantiveram manifestantes detidos enquanto realizavam varreduras em suas redes sociais;
— usaram o discurso online como base para a prisão “preventiva”;
— negaram aos advogados o acesso às provas;
— usaram ilegalmente um banco de dados biométrico para identificar manifestantes.
Esses arquivos revelam que os processos do 8 de janeiro foram politicamente motivados e envolveram amplos abusos de poder.
Moraes, servindo aos interesses de Lula, contornou a lei para efetivamente criminalizar o discurso político. Sua repressão judicial excessiva contra os manifestantes ajudou a legitimar a narrativa de que o 8 de janeiro foi uma “tentativa de golpe” coordenada – uma narrativa central para o processo em andamento do tribunal contra Bolsonaro.
A investigação ARQUIVOS DE 8 DE JANEIRO foi liderada por @david_agape_ e @elivieira e editada por @galexybrane.
@WSJopinion@MaryAnastasiaOG Who tampered twice with the CBP logs in Orlando? Is this person capable of sneaking islamic terrorists into US borders? This should be top priority for the Trump administration to unveil.
@MaryAnastasiaOG Alexandre de Moraes é responsável direto pela morte do Clériston Pereira da Cunha, nas dependências da Papuda, após inúmeros pedidos negados de socorro médico