Este é um momento empolgante para a região, mas o consenso sobre a urgência de superar obstáculos destaca a importância de ações coordenadas. Juntos, podemos impulsionar a transição energética, promovendo um futuro mais sustentável.
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A ascensão extraordinária de 50% na capacidade global de energia renovável em 2023, atingindo 510 GW, é um triunfo marcante na história!
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Fico muito feliz em ver que, após tantos anos, finalmente as novas regras para o mercado livre de energia permitirão a migração dos 202 mil consumidores do grupo A!
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MME publicou o resultado da CP 137/2022: mais de 94% entre os agentes envolvidos concordam com a liberdade de escolha para todos os consumidores de energia.
A principal razão para o avanço no ramo de serviços é o retorno de eventos públicos, como shows, feiras e festas como as de carnaval e junina. As informações de consumo monitorados periodicamente pela CCEE são de indústrias e grandes empresas que compram energia do mercado livre.
A classe com maior crescimento (22,9%) é a de condomínios prediais, que engloba shoppings e centros comerciais. Na evolução por estado, destaque para Pernambuco (71,4%), Minas Gerais (37,6%), São Paulo (25,7%), Bahia (25,2%) e Rio Grande do Sul (24%).
Levantamento da CCEE mostra que de janeiro a junho foi registrado um consumo de 1.743 MW médios no segmento de serviços, alta de 25,7% em relação ao mesmo período do ano passado. A principal explicação é a superação da fase mais aguda da pandemia de COVID.
Ainda em 2022 a @2wEnergia começa a gerar energia do Parque Eólico Anemus, em Currais Novos, no Rio Grande do Norte. O estado também conta com 218 parques eólicos, sendo o segundo no país em número de parques, e atualmente gera um quarto da energia eólica no Brasil.
Rio Grande do Norte tem o maior potencial de energia renovável do Brasil. O consumo do estado precisa de pouco mais de 1 GW, ou seja, o que sobra, tem potencial de gerar energia para 17 milhões de pessoas, o equivalente à população do Paraná, Espírito Santo e Tocantins juntos.
O último recorde de geração média no Nordeste é de 7 de agosto, quando foram produzidos 9.098 MW médios. A energia eólica é monitorada pelo ONS desde 2006 e, hoje, representa 9,5% de toda a matriz elétrica brasileira.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou no sábado recorde de geração eólica no Nordeste. A energia produzida pela performance dos ventos alcançou 9.163 MW médios. O montante é suficiente para abastecer 86,8 % da demanda elétrica dos estados que compõem a região.
O hidrogênio possui a necessidade de ser produzido a partir de processos que quebrem as moléculas que contêm hidrogênio. No caso do hidrogênio verde, ele é produzido a partir da energia eólica, solar e água a partir da eletrólise, se tornando assim uma fonte de energia limpa.
O potencial a ser gerado pela indústria de energia utilizando o hidrogênio verde pode alcançar de 15 a 20 bilhões de dólares em 2040, com grande parte desse potencial para o mercado doméstico, no transporte de carga por caminhões, siderurgia e utilizações energéticas industriais.
O Brasil pode se transformar em um dos líderes globais no desenvolvimento de hidrogênio verde. Essa expectativa de vantagem no setor de energia se dá pelo fato do país possuir um potencial de energia eólica e solar abundante e um sistema elétrico integrado e de baixo carbono.
A CCEE ainda projetou investimentos na ordem de R$ 34 bi para construção desses empreendimentos, concentrados principalmente no Nordeste, devido à incidência solar e a prevalência de ventos para geração de energia, em destaque estão a Bahia, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.
O Brasil deve inaugurar 241 usinas solares e parques eólicos em operação comercial até 2026, aponta levantamento da CCEE. O estudo, realizado com base em projetos já com contratos em leilões dos últimos anos, prevê injetar quase 6 mil megawatts de potência no sistema elétrico.
Para nós, este número representa que estamos no caminho certo em nosso propósito de transformar a relação da sociedade com a energia, pois estamos levando a liberdade de escolha e o poder de decisão sobre seu fornecedor de energia para pequenos e médios empresários em todo país.
Anunciamos a marca de R$ 1 bilhão em contratos fechados com pequenas e médias empresas para fornecimento de energia no mercado livre, pelo prazo de 7,4 anos em média. Começamos a negociar no segmento varejo no final de 2020, flexibilizando a estratégia entre atacado e varejo.