Denuncia sobre papel de "Israel". frente ao genocídio palestino e ataques ao oriente médio. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani @nycmayor publicou um vídeo com um recado direto: "Benjamin Netanyahu é um criminoso de guerra".
Por @MidiaNINJA
A Globo e o genocídio palestino.
Você já sabe que a Globo apoia o genocídio palestino. Com concessão pública.
No genocídio em Ruanda (1994), a mídia executou um papel fundamental para preparar o terreno e "legitimar" a execução de mais de 1 milhão de tutsis.
Em 2003, o Tribunal Penal Internacional para Ruanda condenou o cofundador da Radio Television Libre des Mille Collines (Hutu Power Rádio), Ferdinand Nahimana, o diretor executivo Jean-Bosco Barayagwiza e o fundador e editor do jornal Kangura, Hassan Ngeze, pelo papel que desempenharam no incitamento ao genocídio em Ruanda.
O Tribunal descreveu as transmissões de rádio e os artigos de jornal que espalhavam o ódio como crimes contra a humanidade.
Voltamos para a Globo.
Quem vai investigar a ligação da Globo com o lobby sionista?
Não está na hora dos editores e executivos do Grupo Globo darem explicações sobre a desumanização dos palestinos, a propaganda de guerra, a desinformação e a higienização do genocídio palestino?
E não devem explicações só para nós ou para seus expectadores. Devem explicações aos tribunais. No banco dos réus.
A concessão pública da Globo está a serviço do lobby sionista ou está a serviço da sociedade brasileira?
Quem vai investigar a ligação da Globo com o lobby sionista?
E quem vai punir a Globo pela participação no genocídio palestino?
Arte do coletivo @/artvsm.now
As últimas palavras de Hind Rajab, 5 anos, assassinada com 355 tiros pelos israelenses em Gaza, enquanto pedia socorro no telefone:
"Não estou falando porque toda vez que falo sai sangue da minha boca e suja minhas roupas, e eu não quero que minha mãe tenha que limpar."
A Voz de Hind Rajab: Filme sobre menina palestina assassinada com 355 tiros por "israel" em Gaza é indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Dirigido por Kaouther Ben Hania e representante da Tunísia no Oscar, o filme narra a história de Hind Rajab, 5 anos, assassinada pelos israelenses em 29 de janeiro de 2024 em Gaza enquanto pedia socorro no telefone. Além dela, os israelenses assassinaram mais 6 familiares de Hind Rajab presos dentro de um carro e a equipe de paramédicos enviada para resgatá-los. Os corpos foram encontrados 12 dias depois.
O longa venceu o Leão de Prata, grande prêmio do Júri, no Festival de Veneza e foi ovacionado por 23 minutos em sua estreia no festival.
O cinismo dos europeus é desprezível.
No final de agosto passado, França, Reino Unido e Alemanha acionaram o mecanismo snapback da ONU para impor novamente sanções ao Irã. A justificativa é o descumprimento do acordo de 2015 e o perigo que o programa nuclear do Irã pode+
O discurso feminista correto sobre o Irã 👇🏼
"Hoje, a Europa anunciou sanções contra o Irã em nome dos direitos humanos.
A mesma Europa que, após três anos de genocídio, não impôs uma única sanção — nenhuma — a Israel. Pelo contrário, continua a apoiá-lo.
A mesma Europa que se ajoelha diante de Donald Trump — um criminoso que bombardeia ilegalmente qualquer país que escolha, que ameaça invadir a Colômbia, Cuba, o México, até mesmo a Groenlândia, e que sequestrou o presidente da Venezuela para controlar seu petróleo. Contra os Estados Unidos? Nenhuma sanção. Em vez disso, por meio da OTAN, a Europa faz parte da máquina militar que permite a Trump aterrorizar o mundo.
Esta é a mesma Europa que apoia regimes autoritários e ditaduras como Marrocos e Arábia Saudita — sem sanções. A mesma Europa que aperta a mão de um terrorista jihadista instalado como presidente da Síria. Com esses fundamentalistas, os direitos das mulheres e as violações dos direitos humanos de repente não importam.
A Europa perdeu o direito de dar lições ao mundo sobre direitos humanos há muito tempo.
Essa hipocrisia não apenas destrói a credibilidade da Europa — é criminosa. Porque prepara a opinião pública para justificar mais uma guerra ilegal pelo petróleo, desta vez contra o Irã, por ordem de Trump.
E reparem: muitas das pessoas que de repente clamam pelos 'direitos das mulheres no Irã' são as mesmas que chamam as mulheres europeias de loucas, 'feminazis'" mentirosas — que dizem que inventamos a violência sexual, que fazemos reportagens por fama ou dinheiro, que a violência não tem gênero.
Parem de usar as mulheres para justificar os crimes de Trump. Parem de nos usar para desculpar o seu ódio, o seu machismo, o seu racismo, a sua violência.
Se vocês realmente se importam com os direitos das mulheres em qualquer lugar do mundo, comecem por parar as bombas."
É tremenda a hipocrisia de quem diz defender iranianos e iranianas, ou venezuelanos e venezuelanas, mas não faz campanha contra as sanções econômicas impostas contra esses povos.
As sanções são um instrumento de punição coletiva. Uma nação sancionada perde acesso a mercadorias fundamentais, tecnologias, máquinas e equipamentos, medicamentos, fertilizantes e muito mais.
Os efeitos são dramáticos. No Irã, após a Guerra dos Doze Dias, os hospitais não tiveram condições de tratar adequadamente as vítimas das agressões de Israel e dos Estados Unidos. Isso é consequência direta das sanções.
É fácil encontrar imagens de crianças mutiladas que não puderam ter um tratamento adequado e tempestivo por conta dessa grave situação. Não postarei aqui porque não gosto desse tipo da material. Mas está lá. É só procurar.
Quem agora está falando em defesa da população iraniana por conta dos protestos no país, enquanto silencia sobre as sanções, é hipócrita ou cínico.
O Agente Secreto levou Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator de Drama para Wagner Moura.
A arte brasileira voltou a ocupar o lugar que nunca deveria ter perdido. Depois de quatro anos de apagão e ataques ao que representa o belo, vivemos um recomeço. Nem tudo é política, mas a política atravessa tudo, inclusive a arte.
No ano passado foi Ainda Estou Aqui. Agora é O Agente Secreto. Filmes que nos orgulham e mostram como é bonito ser brasileiro. Não por acaso, ambos revisitam o passado e os horrores da ditadura. A história está viva. No Brasil e no mundo.
Por isso a importância da arte. Porque ela nos mantém conscientes, ativa a memória, conta a história e faz com que as pessoas percebam que é preciso, sim, se indignar, lutar e jamais esquecer o passado.
O sionismo é pura destruição; tudo o que tocam, devastam.
Veja como "Israel" detona suas próprias minas, que instalou em 1967 no Vale do Jordão, destruindo o terreno na fronteira com a Jordânia, onde pretende construir mais um muro para defender seu apartheid. Tem criaturas que não vale o chão que pisa. Que não merece esse planeta. Estão aqui para oprimir, subjugar, humilhar, vilanizar e destruir a paz. Tudo por ganancia e poder!
O jornalismo corporativo brasileiro não protege a democracia. Normaliza o autoritarismo, pratica falsa equivalência e atua como instrumento de hegemonia do capital. Simples assim.
Petróleo e soberania energética, esse o motivo que o mundo inteiro sabe. Para o Brasil, risco de instabilidade regional; pressão militar e diplomática; aumento de migração e tensão social; prejuízos econômicos indiretos; E, sobretudo, erosão do princípio de soberania nacional.
Gravíssimo. Venezuela, um país pacífico e densamente povoado, foi atacado pelos EUA, com mísseis na madrugada. O governo brasileiro (@presidencia_BR e @LulaOficial ) precisa veementemente condenar esta agressão covarde e ilegal, que ameaça a paz e a estabilidade de toda a região.