A ditadora da Venezuela foi definida na sexta feira por Trump como uma “pessoalmente altamente respeitável”. Nos últimos dias, ele também elogiou Putin e Kim Kong-un (grafia deliberada).
Sobre Venezuela, podemos dizer que Trump segue Getúlio Vargas:
O petróleo é nosso!
Programas federais em vigor para socorrer o brasileiro endividado:
Bolsa Família
Pé-de-Meia
Gás do Povo
Desenrola Pessoa Física
Desenrola Empresas
Desenrola Rural
Desenrola Adimplentes
Move Aplicativos
Move Motos
Consignado CLT com FGTS de garantia
Já sabem né?
Mais uma demonstração de antissemitismo do ator norte-americano Mark Ruffalo, intérprete de Hulk, da Marvel, surgiu nos últimos dias.
Ruffalo atacou a família Ellison, proprietária da Oracle e da Paramount, por causa da proposta de aquisição da Warner pela Paramount. No meio da discussão, ele trouxe Israel para a história, atacando as relações da Oracle com o país e voltando a acusar Israel de cometer “genocídio” e “apartheid” na Faixa de Gaza.
O histórico de acusações do ator a Israel é amplo e antigo. Criticar o governo israelense não é antissemitismo. Mas quando Israel passa a ser retratado sistematicamente como um Estado essencialmente criminoso, antigos estereótipos sobre poder e influência judaica reaparecem no discurso e até informações sobre o Hamas são relativizadas, a discussão é maior que simplesmente sobre uma política específica do governo israelense.
Em dezembro de 2006, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, fez uma das avaliações mais francas já ouvidas da organização mundial sobre sua gestão do conflito árabe-israelense.
Falando com clareza incomum em seu último grande discurso sobre o Oriente Médio, ele condenou os padrões duplos que discriminavam Israel e alertou que resoluções unilaterais intermináveis apenas aprofundavam a desconfiança e não conquistavam nada para os palestinos.
Annan foi o primeiro secretário-geral da ONU a expressar publicamente críticas à parcialidade da organização contra Israel. Também foi o primeiro a abordar o Holocausto em um contexto judaico.
Quase duas décadas depois de seu discurso, as palavras de Annan continuam sendo uma forte acusação dos padrões que até hoje dominam e subvertem os órgãos da ONU.
A assimetria da organização ficou ainda mais evidente após o massacre de 7 de outubro e a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas: poucas críticas ao Hamas, inúmeras a Israel.
Via: The Jerusalem Post
O @plnacional_ foi proibido pelo @TSEjusbr de impulsionar o vídeo (VERDADEIRO) em que o ex-presidiário LuLadrão aparece sendo paparicado por Deolane Bezerra, a lavadora de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
OBS: Apenas o PL foi proibido; NÓS, NÃO!
Expliquei no NOW, canal de TV de Portugal, como Lula e Flávio Bolsonaro tentam se limpar um na sujeira do outro.
Assista.
Mais análises no meu canal: https://t.co/z2zVTh03gs.
Cury não sabe o que é IBS, não sabe o que é CBS, não sabe o que é ICMS, não sabe o que é meta de primário, não sabe o que é arcabouço fiscal, não conhece a proporção dívida/PIB e promete (abertamente!) aumentar a inflação.
Aparentemente Dilma está disputando seu 3o mandato.
Jackie Chan transformou cenas de ação em arte.
No documentário “Jackie Chan: My Stunts”, de 1999, ele revela como sua equipe criava lutas, quedas e acrobacias em filmes como “Police Story”, “Quem Sou Eu?” e “A Hora do Rush”.
Uma aula de ação antes do uso intenso de CGI
#curiosidades #documentario #filmes #video #3os
Durante 491 dias, Eli Sharabi foi mantido no cativeiro do Hamas na Faixa de Gaza. Ao sair, descobriu que os terroristas haviam assassinado sua esposa, suas duas filhas e seu irmão. Ainda assim, ele escolheu a vida. Que honra poder tê-lo no Brasil e contribuir para que sua história seja ainda mais conhecida!