@sibaritamayor@mlagder Lo mismo pasa en Jumbo, éxito o Carulla, haces mercado de más de 2.5 millones y si olvidas bolsas te cobran las bolsas para empacarlo. Abusan lo que era un impuesto a la bolsa de plástico las grandes superficies lo convirtieron en negocio.
¡Siguen destruyendo la movilidad de Bogotá!
En Hayuelos instalaron más de 3.000 hitos, tachones y estoperoles. En algunos puntos pasamos de 3 carriles a 1.
¿El espacio perdido? Parqueo de motos y ventas ambulantes. ¿Para eso se gastan la plata de los bogotanos?
🔴 MERCI À TOUTE L’ÉQUIPE DE FAUDA🇮🇱
❌Festival de Venise : 25 minutes d'applaudissements pour le documentaire « NAZA » sur le faux massacre et faut genocide à Gaza !❌
En revanche, rien pour l’excellente série Fauda
Nous décernons le prix cinématographique à la série Fauda pour avoir relater les faits au plus près de leur vérité.👏
•X : @FaudaOfficial
• Instagram : @faudaofficial
• Facebook : page Fauda Official Créateurs
• Avi Issacharoff : @issacharoff
• Lior Raz : @lioraz
•Production / distribution
• yes Studios (distribution internationale) : @yesStudiosTV sur X, @yesstudios sur Instagram.
Assisti à 5ª temporada de Fauda, a série israelense na Netflix. Essa sempre foi uma série desconfortável. Criada por Lior Raz e Avi Issacharoff, ex-integrantes de unidades israelenses, ela acompanha agentes infiltrados no conflito entre israelenses e palestinos, evitando quase sempre a divisão cômoda entre mocinhos e bandidos.
Mas a quinta temporada é uma porrada. Os episódios 7 e 8 recriam o massacre de 7 de outubro de 2023, e aí fica difícil assistir apenas como ficção. Acho que todo mundo viu dezenas de imagens reais dos atentados, muitas filmadas pelos próprios terroristas, que já eram muito impactantes. Mas desta vez a ficção nos coloca dentro do horror.
Eu fiquei realmente perturbado, não só por assistir ao massacre pelos olhos das vítimas, mas imaginando os atores israelenses, muitos deles judeus. A foto que ilustra este post é do ator Yaakov Zada-Daniel, que interpreta o agente Eli, no momento em que entra em sua casa num kibutz que foi atacado pelos terroristas do Hamas. É de perder o fôlego. Ele não estava representando uma tragédia distante. Estava reconstruindo diante das câmeras algo que atingiu seu país, suas famílias, seus amigos e a própria equipe da série.
Idan Amedi, ator de Fauda, foi gravemente ferido combatendo em Gaza. Matan Meir, integrante da produção, morreu na guerra. Talvez por isso esses episódios tenham uma textura diferente. Não parecem uma tentativa de imaginar o horror.
Carregam a gente pra dentro dele.