Em um pais cujo racismo é estrutural, elegeu-se como criminoso ideal o jovem pobre, periférico e negro. Diante dessa estigmatização, a Lei de Drogas se torna o instrumento utilizado para a efetivação de políticas que criminalizam a pobreza e a cor da pele. +
Como a Lei de Drogas é extremamente subjetiva, permite seu uso para a seletividade penal através do etiquetamento social. Significa, em síntese, que a criminalidade não é uma qualidade da conduta humana, mas a consequência de um processo de estigmatização +