MAIS UM CORINTHIANO APOIANDO ESTA IDEIA! 🚨
Alexandre Domenico, o Alê dos Gaviões da Fiel, também assinou o apoio à Proposta Não Vinculante da SAFiel.
Assinar não significa aprovar uma SAF. Significa permitir que a proposta seja analisada, debatida e discutida pelos órgãos competentes do clube e, futuramente, pelos associados.
O Corinthians precisa ouvir o povo.
Faça como o Alê e registre seu apoio em poucos segundos.
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#SAFielJá #AssinaFiel #VaiCorinthians #Corinthians #OCorinthiansPrecisaOuvirOPovo
🦅💼 | O presidente Osmar Stabile diz que não se arrepende de ter barrado a venda do André ao Milan, mas admite que precisava ter vendido atletas do elenco:
“Não me arrependo (de ter impedido o negócio). Mas o Corinthians precisava ter vendido jogadores. Naquele momento, a gente precisava do André. Todos os clubes do mundo têm venda de jogadores no orçamento, ano passado não conseguimos por causa da turbulência política”, disse o mandatário.
🎙️ | @geglobo
📸 | Davi Bittencourt/Time do Povo
🚨URGENTE: MANSÃO DE R$ 15 MILHÕES DO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO FOI FINANCIADA EM 3 ANOS POR EMPRESA DE FACHADA DO BANCO MASTER!🇧🇷👍💩🚀
🗞️Lembrando que @FlavioBolsonaro comprou a mansão por 40% do valor de mercado. Informações: O Globo e @Pesquisasdolula!
🚨 | Segundo @marcobellojr, fontes do Corinthians afirmaram que Kaio César se machucou ao fazer um exercício a mais em sua casa, sob supervisão de um profissional particular do atleta.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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