Há 14 anos fazemos a Taça das Favelas. Já revelamos centenas de jogadores e jogadoras. Não é o objetivo principal, mas talento na favela sobra.
E parece que este ano vamos revelar mais um jogador. Anota esse nome Vinny Júnior
Tem encontros que fazem tudo valer a pena.
Hoje, uma menina me encontrou na @ExpoFavela , se emocionou e me contou que tatuou uma frase que ouviu de mim no palco.
O mais bonito é que ela voltou à Expo como empreendedora.
Pra mim é isso que a Expo faz: transforma verdadeiramente
Primeiro dia de Expo Favela São Paulo. Já estou por aqui acompanhando de perto tudo que está acontecendo. É sempre bom ver a favela ocupando esse espaço, fazendo negócio, criando conexão e mostrando sua potência.
Bora começar. Hoje tem muita coisa acontecendo por aqui.
Por outro lado Ccada torcida acusa o entrevistador de não ter reagido contra as mentiras do seu candidato. No fim, o jornalista corre o risco de virar árbitro de futebol: qualquer decisão contra o nosso time é considerada injusta. Hahaah vai sair todo mundo machucado rs
Quero debate quente, perguntas difíceis e contradições expostas. Só não quero que a política vire uma arena onde o objetivo parece ser destruir o adversário. Quando isso acontece eu fico com pena do réu e acabo votando nele rs
Nessas entrevistas eu penso que o eleitor não precisa de jornalistas que escolham por ele quem deve ser desmascarado. Precisa de jornalistas que façam as perguntas que ele gostaria de fazer e desmontar com classe as anomalias. Se não vira interrogatório na ditadura. Meu deus
Se um candidato mentir, que seja confrontado. Se fugir, que isso fique evidente. Mas que a população tenha elementos para interpretar, comparar e decidir. Os caras não precisam ir para para um enterro sabendo que serão ou cremado ou enterrado. Foda
Talvez o melhor jornalismo seja aquele que faz uma pergunta tão inteligente que o próprio candidato revela suas contradições sem precisar ser desmoralizado. Na verdade ele é desmoralizado pela sua própria incapacidade de responder
Na boa , eu penso que os candidatos devem ser confrontados, provocados e questionados. Mas quero também que tenham espaço para apresentar suas ideias. No fim, quem precisa sair mais informado é o eleitor. Os caras não podem ir para tomar surra apenas
Jornalismo não precisa ser gentil com candidato, mas também não precisa tratá-lo como inimigo. A pergunta inteligente pode revelar muito mais do que a pressão pela humilhação.
Quero conhecer as ideias dos candidatos, ou suas faltas de ideias. Conhecer suas propostas e também suas contradições. Questionar é necessário. Transformar a entrevista em uma arena de destruição fica muito pesado para quem responde e pra quem assiste.
Hoje reunimos em Paraisópolis gestores da Favela Llog de diferentes estados para trocar experiências, alinhar processos e preparar os próximos passos. São mais de 16 milhões de entregas por ano em uma operação que nasceu na favela e está crescendo pelo Brasil.
Fui citado entre os 30 nomes de destaque na categoria Empreendedorismo do Pulso 2026/2027, estudo realizado pela Deck + Nexus que mapeia influência digital e liderança em diferentes setores da economia brasileira.
Dos erros também. E, principalmente, daquilo que conseguimos construir e entregar para as pessoas ao longo do tempo. Por isso, acredito muito na especialização.
Entenda aquilo que você decidiu fazer.
Não dá para construir uma reputação sólida tentando ser tudo para todo mundo.
Uma coisa que penso há muito tempo é que todo mundo tem voz. Mas credibilidade não vem simplesmente porque alguém decidiu falar.
Ela é construída. Vem da experiência. Do trabalho. Da consistência.