@marcelomiranda1 Woody Allen
Ainda continuo vendo Von Trier e Gaspar Noé
Estou quase a desistir de Aronofsky
Já há os casos de cinestas que eu gosto mesmo quando nao gosto, mas que não estou acompanhando filme a filme
O maior desses casos é Bruno Dumont. Sempre gosto mesmo quando não gosto
Gostei bem do PARASITE (Bong Joon Ho)
Queria ter gostado mais, um pouco mais ao menos, do DOR E GLÓRIA (Pedro Almodóvar)
Ainda não vi ERA UMA VEZ HOLLYWOOD E BACURAU
Deixando baixar um pouco a febre para ver melhor
Ouço alunos no corredor falando de quem vive de Instragram
Instagramers
Postam fotos de lugares comerciais, com elogios, e começam a ganhar coisas dos lugares
Se eu fotografar meu banco, eles me darão dinheiro?
Nesse momento no qual os bois são os maiores inimigos do planeta já imagino, com cenas, diálogos, edição de som e efeitos especiais, um esquadrão de ecoterroristas invadindo fazendas para eliminar os bovinos antes que seus donos eliminem todos nós. A sinopse está registrada.
Há bois uns tantos bois às margens do rio Pinheiros após a estação Santo Amaro do Metrô.
Eles pastam ali ao ladinho do rio e, honestamente,
não quero saber onde molham a língua
Sequer se irão parar em algum açougue.
Há um filme a ser feito com isso
- Quero ficar aqui imóvel com você
- A Modernidade não permite a imobilidade, ou vamos para a cama ou te levo para casa.
- Sigamos a modernidade, pegue seu carro.
- Vamos
- Está esquecendo o candelabro
- Julie, a luz é você
Cena de A Religiosa Portuguesa, de Eugene Green
@marcelomiranda1 Embora eu tope de boa alguns de Mr Ficher, alguns mais, outros menos, ZODÍACO é o único que, durante e após o filme, eu dei o grito interno: uau! Sobretudo o final, a falha do racionalismo positivista policial dos EUA, a predominância da ética do nerd, do dever acima da obrigação
Revendo os filmes de Eugene Green: estranhos, lindos, misteriosos e inventivos, apesar de filiados à matrizes autorais do plano, da cena, do anti-naturalismo, da palavra precisa, dos corpos desnaturalizados
Então Macron, na nova configuração ideológica do século XXI, é de esquerda. Seria o caso de algum perguntador ser direto na interpelação: o que é esquerda? Ao contrário do Bozó, vejo pouca esquerda, muitos centros e amplas direitas, algumas menos carnavalescas, outras zorra total