🔔 Na manhã da última terça-feira (4), o CPERS esteve na Assembleia Legislativa do RS, representado pelo 1º vice-presidente Alex Saratt e pela diretora Juçara Borges e pelos diretores Guilherme Bourscheid e Leandro Parise, acompanhando a tramitação da PEC 305/26, também conhecida como PEC da Data-Base. A proposta busca garantir, por lei, a revisão geral anual dos salários das(os) servidoras(es) públicas(os) gaúchas(os), com base na inflação.
✊🏾 Também participaram da mobilização representantes das direções do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do RS (Sindjus) e do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (Simpe).
💪🏾 As categorias do serviço público seguem mobilizadas e acompanharão de perto os próximos passos da proposta, assim como a direção do CPERS. Continue acompanhando as atualizações pelos nossos canais digitais. Avante, educadoras(es)!
✊🏽 Defender a educação pública é defender um projeto de país comprometido com a democracia, a soberania nacional e a redução das desigualdades. Com esse entendimento, o CPERS participou da organização do seminário "Brasil 2030: A Educação que Precisamos para o País que Queremos", realizado no último sábado (1º), em Porto Alegre, em parceria com a ADUFRGS-Sindical.
📚 O encontro reuniu pesquisadoras(es), educadoras(es), estudantes, dirigentes sindicais e movimentos sociais para construir um debate crítico sobre os desafios da educação brasileira diante do avanço das políticas de privatização e do desmonte do Estado.
🔔 Representando o Sindicato, participaram os diretores Elbe Belardinelli e Guilherme Bourscheid. Para o CPERS, o debate reafirma uma posição histórica da entidade: a educação não pode ser tratada como mercadoria nem submetida aos interesses do mercado financeiro e das grandes corporações de tecnologia. A defesa da escola pública exige financiamento adequado, valorização profissional, autonomia pedagógica e participação social.
🔗 Leia no site: https://t.co/caUxKpcf1q
⚖️ Dirigentes sindicais de toda a América Latina reuniram-se em Brasília, nos dias 30 e 31 de julho, para o seminário internacional “Assédio jurídico contra trabalhadoras(es) e sindicatos da educação: defender a liberdade sindical e a profissão docente em tempos de lawfare”. O encontro foi promovido pela Internacional da Educação para a América Latina (IEAL) em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
🚫 O termo “lawfare” pode ser traduzido como “guerra jurídica” e designa o conjunto de estratégias que manipulam a legislação para transformá-la em arma política contra adversários. O objetivo do seminário foi ampliar o conhecimento sobre essa prática e desenvolver métodos conjuntos de proteção para trabalhadoras(es) e entidades sindicais da educação em todo o território latino-americano.
🔔 O CPERS participou da atividade com a presença da presidenta Rosane Zan, e do advogado da assessoria jurídica do Sindicato, Marcelo Fagundes. A programação reuniu ainda dirigentes sindicais de 12 países da América Latina, assessorias jurídicas, especialistas em direitos humanos, representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pesquisadoras(es) de diversos países da região.
🔗 Leia a íntegra da matéria no site: https://t.co/cLevVHxzRX
💜 O Agosto Lilás é um período de conscientização e mobilização em alusão à Lei Maria da Penha, sancionada em 2006 para garantir proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. A campanha também é um momento para reconhecer a trajetória de luta de Maria da Penha e refletir sobre a realidade de milhares de brasileiras que ainda enfrentam violência, descrença e omissão das instituições.
🔎 Somente em 2025, o Brasil registrou 1.568 vítimas de feminicídio e mais de 83 mil casos de estupro. Mesmo diante dessa realidade, muitas vítimas não denunciam seus agressores: segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Datafolha, 37% não tomam nenhuma atitude após sofrerem uma agressão.
✊🏽 O CPERS, por meio do Departamento de Mulheres, adere ao Agosto Lilás e reafirma seu compromisso com a luta pelo fim da violência de gênero. A educação tem um papel fundamental na construção de uma sociedade baseada na igualdade, no respeito e na defesa da vida das mulheres.
🔗 Leia a nota completa no site: https://t.co/7L0w5A3Dqa
🚙 Na última semana, as diretoras do CPERS, Sandra Regio e Sandra Silveira, percorreram escolas e participaram de reuniões para ouvir a categoria, acompanhar de perto os desafios enfrentados pelas comunidades escolares e cobrar respostas do governo Eduardo Leite (PSD).
📍 Na quarta-feira (22), em Iraí, a visita ao Instituto Estadual de Educação Visconde de Taunay reforçou a importância de estar ao lado de quem vive, todos os dias, a realidade da escola pública. Após, as dirigentes Sandra Regio e Sandra Silveira seguiram viagem a Palmeira das Missões, onde reuniram-se com representantes da 20ª CRE para tratar da situação do Curso Normal do Instituto Visconde de Taunay. A falta das séries iniciais do Ensino Fundamental na escola tem comprometido a realização das práticas pedagógicas das(os) estudantes. Diante da reivindicação apresentada pelo CPERS, a Coordenadoria assumiu o compromisso de buscar uma solução para o problema o quanto antes.
📍 Já na quinta-feira (23), em Nova Santa Rita, Sandra Regio e Sandra Silveira realizaram mais um momento de escuta, troca e fortalecimento da organização da categoria em visita à Escola Estadual Santa Rita. Além da conversa com professoras(es) e funcionárias(os) sobre as lutas em curso, as diretoras receberam, com carinho, dois exemplares autografados dos livros escritos pelo educador Júlio.
📸 Confira as fotos!
⚖️ INJUSTIÇA: quando o assunto é garantir direitos às(aos) trabalhadoras(es), sempre aparece um argumento para negar. Mas, quando os beneficiados são integrantes da elite do funcionalismo, a lógica muda.
😡 O julgamento da ADI da Irredutibilidade pelo TJRS escancarou uma contradição inaceitável: o mesmo princípio jurídico reconhecido para a magistratura foi negado às(aos) educadoras(es) da rede pública.
‼️ Após um empate de 12 votos a 12, coube ao presidente do Tribunal desempatar a ação em favor do governo Eduardo Leite (PSD), mantendo a retirada de um direito reivindicado pela categoria. Enquanto isso, os mesmos direitos seguem preservados e incorporados aos vencimentos da magistratura. Isso é justo?
✊🏾 A categoria não está pedindo privilégios. Exige apenas isonomia e o mesmo tratamento concedido a outras(os) servidoras(es) públicas(os).
📲 Leia a nota completa em nosso site e entenda por que essa decisão representa um grave ataque aos direitos das(os) trabalhadoras(es) da educação: https://t.co/JE7NLsqH04
🔔 A presidenta do CPERS, Rosane Zan, e o advogado da assessoria jurídica do Sindicato, Marcelo Fagundes, participam nesta quinta (30) e sexta-feira (31), em Brasília, do Seminário Internacional sobre Lawfare, promovido pela Internacional da Educação para a América Latina (IEAL), em parceria com a CNTE.
✊🏽 O encontro reúne dirigentes sindicais, juristas e especialistas de diversos países para debater o uso do sistema de Justiça como instrumento de perseguição política e sindical, além de construir estratégias coletivas de resistência.
🛑 Em um cenário de ataques aos direitos da classe trabalhadora e de tentativas de criminalização dos movimentos sociais, fortalecer a atuação jurídica e política das entidades sindicais é fundamental para garantir a liberdade de organização, a democracia e a defesa da educação pública. Defender a educação pública também é defender a democracia.
📸 Confira as fotos do primeiro dia da atividade!
#LiberdadeSindical #EducaçãoPública
😡 O discurso do governo Eduardo Leite (PSD) e Gabriel Souza (MDB) sobre desenvolvimento, inovação e futuro não resiste aos dados oficiais. O Rio Grande do Sul, quinta maior economia do país, tornou-se o estado que menos valoriza suas(seus) professoras(es).
🚨 O diagnóstico é do DIEESE, com base no Indicador 17 A do Plano Nacional de Educação (PNE). Os números revelam que a educação pública gaúcha vive uma contradição inaceitável: enquanto Leite (PSD) afirma que o ensino é prioridade, as(os) trabalhadoras(es) seguem ocupando a última colocação nacional em valorização salarial.
😤 O RS não ocupa a última posição porque é um estado pobre ou sem capacidade financeira. Pelo contrário. É a quinta maior economia do país, possui um parque industrial diversificado e enorme capacidade de investimento. Eduardo Leite (PSD) não está apenas penalizando as(os) atuais professoras(es). Está comprometendo a formação das próximas gerações de gaúchas(os) e o futuro do próprio estado.
🛑 Embora o painel de monitoramento do Ministério da Educação (MEC) disponibilize atualmente informações apenas sobre a valorização docente, é fundamental compreender que a qualidade da educação pública depende também do reconhecimento e da valorização das(os) funcionárias(os) de escola, que desempenham papel essencial no funcionamento das instituições de ensino.
🔔 O CPERS seguirá mobilizado para denunciar esse projeto de desmonte, defender a recomposição da carreira, exigir o cumprimento do Piso Nacional e lutar por uma educação pública que respeite suas(seus) profissionais.
🔗 Leia no site: https://t.co/DR5V2mCf5C
🚨 Na EEEM Luiz Mércio Teixeira, em Bagé, estudantes que precisam de Atendimento Educacional Especializado (AEE) estão, desde o início do ano letivo, sem o acompanhamento adequado.A escola conta com apenas duas(dois) docentes de AEE, número insuficiente para atender à demanda.
👎 Com a falta de profissionais, quem já está sobrecarregado precisa acumular funções, enquanto estudantes têm seu acesso a uma educação de qualidade comprometido. Mesmo após meses de cobrança da comunidade escolar, a 13ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) anunciou apenas uma contratação, medida que não resolve o problema.
✊ Em um momento em que a inclusão é cada vez mais reconhecida como um direito fundamental, o investimento público na formação e na contratação dessas(es) profissionais também precisa crescer. O CPERS cobra do governo Leite (PSD) e Gabriel (MDB) investimento, contratação de profissionais, formação e condições adequadas de trabalho para garantir uma escola pública inclusiva e de qualidade. Educação é direito e inclusão também!
🔗 Leia a íntegra da matéria no site: https://t.co/U0h7pZZnFH
#CPERS #EducaçãoPública #EducaçãoInclusiva #EducaçãoEspecial #AEE
🎓 BRASIL 2030: A educação que precisamos para o país que queremos.
O CPERS-Sindicato, ao lado da ADUFRGS-Sindical, e com apoio do DCE UFRGS, DCE PUCRS, SINPRO-RS, MST-RS e da Associação de Mães e Pais Pela Democracia, estará, no próximo sábado (1), participando do debate “Brasil 2030: A Educação que precisamos para o País que queremos”.
A mesa terá a condução dos painelistas Juliane Furno — economista e cientista social pela UFRGS, Miguel Stédile — doutor em História pela UFRGS, Daniel Cara — professor da USP, Vera Peroni — professora da UFRGS e Eliezer Pacheco — ex-secretário nacional da SETEC/MEC.
O CPERS reafirma seu compromisso histórico de defesa da escola pública, gratuita e de qualidade, e faz um chamado aberto a toda a categoria para debater acerca dos desafios enfrentados pelos profissionais da educação brasileira e seu papel estratégico no desenvolvimento do país. Te esperamos lá! 💪📚
⚠️ BRASIL 2030: A educação que precisamos para o país que queremos.
📅 1º de agosto, a partir das 8h30
📍 Auditório da ADUFRGS-Sindical — Rua Barão do Amazonas, 1581
✅ Evento gratuito e com certificado! 📝 Inscrições pelo link na bio da @adufrgssindical.
#BRASIL2030 #CPERSSindicato #EducaçãoPública
Com profundo pesar, o CPERS lamenta o falecimento do companheiro Noelci Prestes Cunha, integrante do 23º Núcleo, em Santana do Livramento.
Professor e orientador educacional da rede estadual, Noelci construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a defesa da educação pública e dos direitos da categoria, sempre ao lado das educadoras e dos educadores. Seu legado de luta, dedicação e solidariedade permanecerá vivo na memória de todas e todos que compartilharam essa caminhada.
Neste momento de dor, o Sindicato manifesta sua solidariedade às(aos) familiares, amigas(os), companheiras(os) de luta, à comunidade escolar e às(aos) demais sócias(os) do 23º Núcleo. Que a memória e a luta de Noelci sejam sempre honradas. Bom descanso, companheiro!
🖤 Noelci, presente!
🚨 VERGONHA: após um julgamento empatado em 12 votos a 12, coube ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, desembargador Eduardo Uhlein, decidir o desfecho da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo CPERS e pela CNTE contra a absorção da parcela de irredutibilidade.
😡 Com o voto de desempate, o placar ficou em 13 a 12 pela improcedência da ação, mantendo uma medida que, desde 2020, faz com que as(os) educadoras(es) paguem pelo próprio reajuste salarial.
🔔 O CPERS recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) e seguirá utilizando todos os meios legais para reverter essa decisão.
✊🏽 A luta não termina aqui. Seguiremos firmes nas ruas, nos tribunais e nas urnas, defendendo a educação pública e os direitos de quem dedica a vida a ela.
🔗 Leia a matéria completa em nosso site: https://t.co/BgZFHFyhuU
Vergonha e injustiça. São esses os dois sentimentos que resumem a decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), desembargador Eduardo Uhlein, ao desempatar o julgamento da ADI da irredutibilidade contra as educadoras e os educadores gaúchas(os), em julgamento nesta segunda-feira (27).
Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) assegura às magistradas e aos magistrados o direito à manutenção dos adicionais por tempo de serviço, esse mesmo direito foi negado a uma categoria que, há anos, convive com salários defasados, perdas salariais acumuladas e sucessivos ataques às suas conquistas.
É impossível não se indignar. Estamos falando de profissionais que dedicaram a vida inteira à educação pública e que, hoje, chegam ao fim da carreira — e da vida — tendo que escolher entre colocar comida na mesa ou comprar os remédios de que precisam. Essa decisão não representa apenas uma derrota jurídica. Ela aprofunda uma injustiça histórica contra quem construiu a educação pública do Rio Grande do Sul.
Confira, no vídeo, o recado da presidenta do CPERS, Rosane Zan, após a decisão!
💸 Há cinco anos, educadoras(es) gaúchas(os) convivem com os prejuízos causados pela absorção da parcela de irredutibilidade, uma medida que faz com que a categoria pague pelo seu próprio reajuste, impedindo ganhos reais e retirando direitos conquistados ao longo de uma vida inteira de trabalho. Segue o fio! 🧶
🗣️ Os comentários deste carrossel representam o sentimento de milhares de trabalhadoras(es) da educação que aguardam por justiça. O CPERS seguirá acompanhando este julgamento e defendendo, por todos os meios legais e legítimos, os direitos da categoria.
✊🏾 Na noite deste sábado (25), a Direção Central e o Departamento de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do CPERS participaram da Marcha das Mulheres Negras, promovida pelo Coletivo Julho das Pretas/RS, em alusão ao Dia Internacional da Mulher Negra, Afro-Latino-Americana e Caribenha. No Brasil, a data também celebra o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
🖤 O Julho das Pretas é uma articulação política construída por mulheres negras de todo o país para dar visibilidade às pautas de enfrentamento ao racismo e ao sexismo, fortalecendo a luta por direitos e políticas públicas voltadas às mulheres negras.
📢 Representaram o CPERS a presidenta Rosane Zan, o 2º vice-presidente Edson Garcia, o Departamento e o Coletivo de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do Sindicato.
💪🏾 Com o lema "Mulheres Negras em Luta por uma Educação Antirracista", o CPERS reafirma seu compromisso com a construção de uma educação comprometida com o letramento racial, o enfrentamento ao racismo estrutural e a promoção da igualdade. Estamos juntas(os)!
✊🏾 Hoje, 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra, Afro-Latino-Americana e Caribenha, o CPERS ergue a voz para celebrar a força, a ancestralidade e a resistência de mulheres que constroem, todos os dias, um mundo mais justo e plural.
🚩 No Brasil, esta data também é marcada para homenagear Tereza de Benguela: mulher negra que no século XVIII liderou o Quilombo do Quariterê, no atual Mato Grosso, comandando por quase duas décadas a resistência de seu povo contra a escravização. Tereza não foi apenas uma liderança quilombola, foi símbolo de que a liberdade se conquista de forma organizada, coletiva e combativa. Sua história segue viva em cada mulher negra brasileira que hoje resiste, educa e luta.
💪🏾 O 25 de julho é memória e visibilidade à luta histórica das mulheres negras contra o racismo e o machismo. É exigir políticas públicas efetivas que erradiquem a discriminação racial e a misoginia em nossa sociedade.
📗 Com o lema “Mulheres Negras em Luta por uma Educação Antirracista”, o Sindicato, por meio do Coletivo de Igualdade Racial e Combate ao Racismo, reafirma seu compromisso histórico com uma educação pública, comprometida com o letramento racial, o enfrentamento ao racismo e a construção da igualdade dentro e fora da sala de aula.
🖤 Não existe educação de qualidade sem combate ao racismo, não existe democracia sem que as mulheres negras ocupem os espaços de poder e decisão, que historicamente lhes foram negados! Seguimos com Tereza de Benguela e com todas as mulheres negras que vieram antes e que virão depois!
#25DeJulho #EducaçãoAntirracista #CPERSSindicato #JulhoDasPretas
🚙 No giro da direção do CPERS pelo estado nesta semana, muita luta pelos direitos de todas(os) as(os) educadoras(es) e resistência contra a sobrecarga de trabalho!
✊ Na terça-feira (21), as(os) diretoras(es) Juçara Borges, Sandra Santos, Vera Maria Lessês e Leandro Parise estiveram na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) para discutir a PEC da Data-Base junto ao deputado Miguel Rossetto (PT) e demais sindicatos de servidoras(es).
📚 Já nesta sexta-feira (24), o diretor Elbe Belardinelli e a diretora Sandro Santos estiveram no 18° Núcleo (Santa Cruz do Sul), na EEEM Willy Carlos Frohlich, para conversar com a categoria sobre a sobrecarga de trabalho e outros temas relevantes para as(os) educadoras(es).
➡️ Confira as fotos!