Há muitas ironias e camadas na decisão de André Mendonça que afastou o diretor-geral da PF. Citação da George Orwell, transcrição de fala de jornalista como fato e um suco de neoplasias jurídicas que, infelizmente, se tornaram padrão no país. É triste testemunhar tudo isso.
Quer saber como um parlamentar de direita atua em um cenário majoritariamente de esquerda? 🎧 Ouça nossa conversa com Diego Castro e descubra suas opiniões sobre política, família e eleições 2026! 🗳️
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A tal da invasão alienígena que ia acontecer no jogo do Brasil era piada. Na verdade, a Argentina já tem um extraterrestre jogando, um tal de Lionel Messi, então já fomos invadidos há tempos...
🚨A equipe de cobertura política do @BahiaNoticias aprofundou a apuração sobre a investigação que apura uma estrutura envolvendo o sistema prisional baiano, com relação em diversos âmbitos. Em apuração exclusiva, com um vasto material, @duartefernando@Leoalmeida_r Maria Eduarda Pinto e eu, detalhamos mais sobre a relação da ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres e diversos personagens do estado. 🧵
O Bahia Notícias obteve acesso ao depoimento da ex-diretora e detalha as informações encontradas na delação ao longo de cinco reportagens em uma série chamada “Duas Rosas”, começando por esta.
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Uma das principais lideranças do MDB na Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima foi citado no depoimento da ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, como um possível beneficiário da propina de R$ 2 milhões pela facilitação na fuga de 16 detentos da unidade prisional, ocorrida em dezembro de 2024. Conforme delação premiada, Geddel teria acordado com o ex-deputado federal Uldurico Júnior, à época filiado ao MDB, o recebimento de metade da quantia, ou seja, R$ 1 milhão.
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Já o ex-deputado Uldurico Júnior e seus familiares teriam recebido cerca de R$ 170 mil em propinas relacionadas à fuga de detentos do presídio de Eunápolis, em dezembro de 2024. Conforme depoimento de Joneuma Neres, ex-diretora do Conjunto Penitenciário, presa em abril de 2025, junto ao Ministério Público estadual (MP-BA), o valor seria um "adiantamento" da negociação entre Uldurico Júnior e Ednaldo Pereira Souza, o "Dada", líder da facção Primeiro Comando de Eunápolis (PCE), orçado em R$ 2 milhões a serem pagos pela colaboração na fuga de criminosos.
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Além disso, a fuga de 16 detentos no Conjunto Penitenciário de Eunápolis, no Extremo Sul da Bahia, foi organizada em 40 dias, por meio de visitas privilegiadas, escavação em celas e operação institucional e armada. As informações foram apuradas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), conforme registros da delação de Joneuma Silva Neres, ex-diretora do presídio de Eunápolis.
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“FIZEMOS O DEVER DE CASA”. O deputado federal Ricardo Maia (MDB) avaliou, ao Projeto Prisma com @duartefernando sobre a montagem da chapa a estadual e federal. Maia indicou que os “territórios” foram divididos, citou algumas candidaturas competitivas e sinalizou que o MDB pode fazer 3 federais e 4 estaduais.
Longe de torcer contra. Entretanto é preciso ter cautela ao mostrar que detém influência ou que é capaz de gerar impacto dentro das esferas de poder.
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Dar murro em ponta de faca nunca foi uma característica presente no perfil de Wagner. O ex-governador da Bahia aprendeu desde a época de sindicalistas quais brigas deveria levar a cabo e quais poderia recuar ou adiar.
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O Brasil é recorrente em criar legislações para beneficiar pessoas físicas. A prova mais recente disso é o tal PL da Dosimetria, que deveria ser rebatizado para Lei Jair Bolsonaro caso entre em vigor.
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A correlação pode parecer forçada numa análise rápida, porém essa leitura tem sido feita com frequência nos círculos políticos locais.
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O governo Jerônimo Rodrigues (PT) tem se mostrado reativo às reações da base aliada, o que coloca o governador em condição de fragilidade, ainda que tenha a máquina pública da Bahia inteiramente disponível. É um governo sem ação, somente com reação.
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Em três dias consecutivos, Bruno Reis e Jerônimo Rodrigues estiveram juntos em eventos públicos. Republicanos, era o mínimo esperado. No entanto, no Brasil, adversários políticos dividindo o mesmo espaço se tornou incomum ao ponto de chamar atenção.
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O tema tende a ter mais força em 2026, o que, em tese, deveria acender um alerta nos locais onde o assunto já vinha sendo explorado politicamente, a exemplo da Bahia.
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