Há momentos em que uma fala não gera polêmica porque foi mal interpretada.
Gera polêmica porque foi dita de forma explícita.
Durante audiência no Congresso americano, Amy Mek classificou o Islã não como religião, mas como uma ideologia política hostil e totalitária. Foi além. Afirmou que, para os não muçulmanos, a lógica histórica seria simples: converter-se, submeter-se ou morrer.
A frase caiu como uma bomba.
Amy Mek: “O Islã é uma ideologia política HOSTIL e totalitária que usa nossa liberdade para NOS DESTRUIR. Para todo não-muçulmano, ele oferece 3 escolhas: converter-se, submeter-se ou MORRER.”
O Ocidente deve repelir esse mal!
Porque toca numa discussão que o Ocidente evita há décadas.
No vídeo, o Dr. Peter McCullough destaca dois medicamentos que há décadas fazem parte da medicina: ivermectina e mebendazol.
A ivermectina ficou mundialmente conhecida durante a pandemia, mas o que poucos sabem é que pesquisadores vêm estudando há anos seus possíveis efeitos sobre mecanismos biológicos relacionados ao crescimento tumoral. Segundo McCullough, estudos laboratoriais e pesquisas pré-clínicas sugerem que a substância pode interferir na proliferação de células cancerígenas, afetar vias metabólicas utilizadas por tumores e contribuir para processos que levam células anormais à autodestruição.
O mebendazol, tradicionalmente utilizado no combate a parasitas intestinais, também despertou interesse da comunidade científica após pesquisas apontarem potencial atividade antitumoral. Trabalhos experimentais indicaram que a substância pode interferir na formação da estrutura celular necessária para a multiplicação de células cancerígenas e limitar mecanismos utilizados pelos tumores para crescer e se espalhar.
Segundo McCullough, a combinação dessas duas moléculas passou a ser observada em pacientes oncológicos que buscavam terapias complementares ao tratamento convencional. Os resultados preliminares relatados pela equipe da The Wellness Company mostraram sinais considerados promissores o suficiente para justificar estudos clínicos maiores e mais aprofundados.
A pergunta levantada pelo cardiologista não é apenas médica.
É econômica.
Por que medicamentos genéricos, baratos, fora de patente e acessíveis em praticamente qualquer lugar do mundo recebem tão pouco investimento em pesquisa quando comparados a terapias que movimentam bilhões de dólares todos os anos?
Para McCullough, o verdadeiro debate não deveria ser ideológico.
Deveria ser científico.
Se funcionam, precisam ser estudados.
Se não funcionam, também precisam ser estudados.
Mas ignorar uma linha inteira de investigação apenas porque não gera lucros bilionários talvez seja uma das perguntas mais incômodas que a medicina moderna terá de responder.
A retirada global da AstraZeneca não reescreve a história da pandemia, mas destrói uma das maiores mentiras daqueles anos: a de que questionar era proibido e obedecer era uma obrigação moral.
Durante 2020 e 2021, milhões de pessoas foram tratadas como irresponsáveis simplesmente por fazer perguntas. Governos impuseram restrições sem precedentes, empresas demitiram trabalhadores, famílias foram separadas, crianças perderam anos fundamentais de convivência e uma máquina de propaganda baseada no medo transformou cidadãos comuns em fiscais da vida alheia.
Quem pedia cautela era ridicularizado. Quem exigia transparência era censurado. Quem defendia liberdade de escolha era tratado como ameaça à sociedade.
Agora, anos depois, a realidade cobra sua conta. Não porque toda vacina tenha sido um erro, mas porque a arrogância de políticos, burocratas, especialistas de televisão e veículos de imprensa vendeu certezas absolutas sobre um cenário que estava longe de ser absoluto.
O problema nunca foi apenas a AstraZeneca.
O problema foi a histeria coletiva transformada em política pública.
Foi a crença de que direitos fundamentais poderiam ser suspensos por decreto.
Foi a ideia de que ciência significava silêncio, concordância e submissão.
E foi a covardia de uma imprensa que preferiu repetir discursos oficiais em vez de fiscalizar o poder.
O vírus passou.
Mas a memória continua.
E talvez a maior pergunta seja esta: quantos dos que exigiam obediência cega naquela época terão a honestidade de admitir hoje que estavam errados?
O presidente de Honduras e o presidente do Paraguai já declararam apoio ao Abelardo na Colômbia. Todos ansiosos para uma ofensiva conjunta contra o NARCOTRÁFICO. E o Lula, @grok?
Tanto faz se a mãe participou ativamente do ass4ssinato de seu próprio filho. O que importa é que ela é mulher descriminada neste mundo cruel do patriarcado opressor, tadinha🤡👇.
Denúncia contra a Pfizer - Christine Cotton, uma bioestatística, especializada em análise de dados clínicos com 25 anos de experiência, na indústria farmacêutica, apresentou queixa criminal contra a Pfizer BioNTech por fraude agravada e administração de uma substância sem consentimento. Desde o final de 2020, ela examinou minuciosamente os documentos dos ensaios clínicos da vacina da Pfizer e denunciou uma fraude decisiva: a base para a eficácia declarada de 95% não era do produto que realmente estava sendo administrado na população. A partir do dia em que ela apresentou uma denúncia formal às autoridades de saúde, passou a sentir dores lancinantes causadas por "uma doença desconhecida". Christine Cotton, tirou a própria vida no dia 2/6/26, após um ano de dores insuportáveis e inexplicáveis.
Zanone Júnior era um dos quatro advogados criminalistas que voaram de jatinho pra Juiz de Fora, em Minas, pra assumir a defesa do Adélio logo após a facada em Jair Bolsonaro, em 6 de setembro de 2018.
Até hoje não se sabe quem financiou a contratação dos advogados de elite. Zanone Júnior deu várias versões ao longo do tempo. Foi investigado pela PF, mas disseram que não acharam nada.
Detalhe: o caso correu sob a superintendência do delegado Rodrigo de Melo Teixeira, preso pela própria PF em setembro de 2025 na Operação Rejeito por corrupção em esquema de mineração ilegal. O delegado que comandou diretamente as buscas no escritório de Zanone foi Rodrigo Morais Fernandes, que atuou como assessor no governo PT em Minas. Os mesmos foram promovidos no governo Lula.
Mesmo com várias pontas soltas — como a origem do dinheiro da defesa —, ambos concluíram que Adélio agiu sozinho.
Lewandowski não concordou com classificar PCC e CV como organizações terroristas.
É o mesmo Lewandowski que, após a fuga no presídio federal de Mossoró, atribuiu o episódio ao fato de as pessoas estarem "mais relaxadas no carnaval".
Se ele é contra, é um argumento a favor.
Governo Lula trabalha para impedir que o Congresso derrube os decretos das Big Techs. E isso deveria preocupar qualquer democrata.
A discussão não é sobre ser contra ou a favor da regulação.
A discussão é sobre concentração de poder.
Enquanto o governo afirma que está apenas organizando regras já existentes, críticos apontam que os decretos avançam sobre temas sensíveis como moderação de conteúdo, fiscalização de plataformas e ampliação do papel de órgãos estatais na supervisão do ambiente digital.
E é aí que o alerta acende.
Porque toda vez que um governo passa a ter mais influência sobre o fluxo da informação, a liberdade de expressão deixa de depender da Constituição e passa a depender da interpretação de burocratas.
O argumento é sempre o mesmo.
Combater abusos.
Combater desinformação.
Proteger a democracia.
O problema é que a história está cheia de governos que começaram regulando excessos e terminaram regulando opiniões.
Se as mudanças são tão necessárias, por que não enviar um projeto de lei ao Congresso?
Por que não enfrentar o debate público, as audiências, as emendas e a votação dos representantes eleitos?
Porque decreto é mais rápido.
E justamente por ser mais rápido, é também mais perigoso.
A democracia não foi criada para ser eficiente.
Foi criada para impedir que uma única caneta concentre poder demais.
Quando um governo começa a decidir o que pode circular, o que deve ser removido e quem fiscaliza o debate público, a fronteira entre regulação e censura fica cada vez mais difícil de enxergar.
E toda censura da história começou exatamente assim:
Dizendo que era para proteger a sociedade.
Escândalo: governo Lula reativa acordo do INSS com entidade associativa “filha” do PT e envolvida no escândalo bilionário de roubo contra aposentados e pensionistas.
Quantos bilhões serão desviados desta vez?
É por isso que nós estamos lutando.
Realmente é uma luta do bem contra o mal.
Nunca foi tão fácil entender qual o lado correto.
O que me impressiona é o número de pessoas capazes de defender abertamente essas facções narcoterroristas.
Acordei hoje um pouco mais tarde com um monte de mensagens no meu celular de jornalistas perguntando sobre "nova tarifa do Trump" sobre o Brasil. Levei um susto. Ontem mesmo falei com toda a equipe política do governo americano e me garantiram que não havia nada no horizonte. Será que o @Estadao estava certo?! Spoiler: Não. É claro que não.
Fui ver do que se tratava: nova ejaculação precoce. Simplesmente a publicação (já programada) do resultado da investigação da Seção 301 SUGERINDO tarifas. Ainda há várias etapas técnicas a serem seguidas e só depois a coisa vai para a avaliação do grupo político para decisão final de Trump - que tem poder total para não impor tarifa alguma. Já aconteceu com outros países e nem é exclusividade brasileira. Foi exatamente assim, por exemplo, no caso da China - Trump suspendeu a tarifa por um acordo com Xi Jimping. Não tem um puto de um jornalista capaz de pesquisar os fatos? Aliás, menção honrosa (de novo!) pro @SamPancher que fez o dever de casa. Como disse: testemunhei @FlavioBolsonaro dizer abertamente a todas as autoridades americanas que não há necessidade de tarifas ao Brasil pois ele será eleito presidente em Outubro e faremos um enorme acordo comercial e de investimento bom para os dois países. A receptividade foi total.
Agradecimento ao Didi Red pelo trabalho conjunto na missão GILMARPALOOZA em Lisboa para desmascarar os terroristas do STF👏
Apoie esta missão com o pix [email protected] OBRIGADO