O Agro reclama do alto custo dos fertilizantes e pede 2 bi de subsídios ao governo para importa-los. O Agro porém se esqueceu de reclamar da venda, no governo Bolsonaro, da Vale Fertilizantes para a norte-americana Mosaic (junto com 5 minas brasileiras de fosfato, 4 plantas químicas e uma mina de potássio); da venda do complexo de Cubatão (SP) para a norueguesa Yara; da venda da Fertilizantes Heringer para a EuroChen, por valores pífios. Essas vendas somadas às do governo privatista FHC levaram o Brasil a depender de grupos estrangeiros no setor, que agora estende o chapéu para o governo, digo, PARA NÓS, o povo, pagarmos.
Ainda assim o Agro apoia esses políticos do mal. Masoquismo que chama?
Nossa mídia corporativa, vulgo PIG, é mesmo merecedora de prêmios internacionais. Já emplacou, com a dupla Leitão-Sardenberg, "o Pré-Sal não existe"; em seguida a Lava
Jato, da dupla Moro-Dallagnol, com "o triplex do Lula"; agora encena a Lava Jato 2.0, com "o triplex do
Lulinha", pela dupla Gaspar-
Cruz Credo e o Diabo a 4. Pra tudo terminar com fardões e chás das 5 na ABL.
Transferir a culpa é a única saída que se apresenta para Donald Trump descolar-se da imagem de "perdedor", pior ameaça à eleição de novembro. Rolarão as cabeças de (na ordem) Pete Hegseth, Marco Rubio, Tulsi Gabbard, Ratcliffe e outros?
Um deles ou todos?
Os gestores públicos da direita gostam muito de atribuir aos outros as próprias falhas. Chamam o PT de ladrão, mas vejam só: no governo Zema, rasparam o Palácio Mangabeiras. Ficou só o interruptor de luz, se ficou. No governo de SP já sumiram de museus oito Portinari e cinco Matisse. Se gostam de arte é só nas próprias paredes.
O surto de sarampo em São Paulo vem com a etiqueta "Made in USA/Trump". Pois foi a política antivac do presidente Donald que gerou a epidemia de sarampo nos EUA e agora desembarca no Aeroporto de Guarulhos, já com 25 vítimas paulistas.
Estou em São Paulo. Não vai ser com retórica, coerência, lógica e dados indiscutíveis que venceremos essa eleição. Será com raiva, revolta e, se possível, com os mesmos recursos da tecnologia. É a guerra dos algoritmos somados à farsa da realidade paralela contra os fatos reais e a honestidade intelectual. Os paulistas estão pagando três vezes mais para beber uma água fétida e marrom, estão viajando em metrôs em chamas e mesmo assim irão reeleger Tarcísio. Os robôs e a inteligência artificial demonstram ser imbatíveis. Só ganharemos essa parada nas ruas e no desespero.
Hildegard Angel
E a TV da Argentina que resolveu comparar os preços de produtos do Brasil, Chile, Uruguai e Argentina: "Tudo no Brasil é a metade do preço e em alguns casos um terço", afirma o canal.
Há quem veja nessa invasão em massa de marroquinos na Espanha - ação supresa muito bem pensada e organizada - como um tipo de retaliação de serviço secreto de país estrangeiro contra posicionamentos do 1º Ministro Pedro Sanchez.
Logo saberemos.
O escândalo mais escândalo do momento, além do Banco Master, é o escandaloso desaparecimento integral do conteúdo do Palácio das Mangabeiras, do Governo de Minas Gerais. Entre móveis históricos, tapetes, quadros, prataria, louçaria, santaria, adornos, sumiu tudo, tudinho, não sobrou nem o cheiro. A maravilhosa sala de cinema foi abduzida inteira. Ninguém sabe ninguém viu. Depois de dizer que estava "tudo catalogado e guardado", Dom Zema I – O Ignorante encerrou o caso com a frase "era tudo móvel velho". Furto comparável, em importância histórica, ao espetacular roubo no Museu do Louvre, em 19.10.2025, dito 'o maior assalto ao museu em mais de um século', o assalto ao Mangabeiras foi 'o maior a um palácio de Governo de todos os tempos', similar apenas às pilhagens nas guerras.
É insuportável essa overdose de futebol que a Globo enfia goela abaixo da audiência. A programação não obedece mais a horário. O JN pode começar às 8, 9, 10h, de acordo com a agenda dos jogos de futebol. Da Copa do Mundo a Chapecó, vale tudo. O jornalismo vem picadinho, e a dramaturgia é frita, enquanto o público é mantido em banho maria.