Mais de 150 jovens já se inscreveram pra narrar o futuro com a gente! A Escola Marielle Franco de Comunicação é pra juventude preta e periférica que quer ocupar as narrativas com potência. As inscrições vão até 8 de junho. Vem com a gente! https://t.co/jhYJc67Pck
INSCRIÇÕES ABERTAS! ✨ A Escola Marielle de Comunicação: narra o futuro tá ON! Se você é jovem e quer transformar o mundo com a comunicação, vem com a gente. Formação teórica, prática, mentoria e certificação de Curso de Extensão pelo IFCS/UFRJ. Saiba mais https://t.co/SacmxtbEYN
Na terça, 22/04, a vereadora de Curitiba Giorgia Prates (PT) foi alvo de violência política de gênero e raça dentro da Câmara Municipal, após rebater uma fala do vereador Eder Borges (PL), que citou a Ku Klux Klan ao defender o armamento da população.
O Instituto Marielle Franco se solidariza com Giorgia Prates e repudia qualquer referência à supremacia branca ou tentativa de silenciar parlamentares negras. A responsabilização é urgente. Giorgia e a população negra merecem respeito.
Na noite desta quinta (24), a Mesa da Câmara decidiu pela perda do mandato de Chiquinho Brazão por faltas às sessões. Ao evitar a cassação por quebra de decoro, optou por blindar politicamente o ex-deputado, preservando seus direitos políticos. +
É HOJE ! Precisamos do seu apoio✊🏾Vai à votação o PL que institui o Dia Nacional Marielle Franco de Enfrentamento da Violência Política de Gênero e Raça em 14 de março. Um passo histórico pra que nenhuma de nós tenha sua voz silenciada. #PeloDiaMarielleFranco
��� É AMANHÃ! #PeloDiaMarielleFranco O Congresso vota o projeto que cria, em 14/3, o Dia Nacional Marielle Franco de Enfrentamento da Violência Política de Gênero e Raça. É por todas as mulheres negras na política! Pressione e compartilhe! #14DeMarço ✊🏾
O Instituto Marielle Franco repudia a violência policial contra @celiaxakriaba e contra todas as lideranças indígenas. Manifestamos nossa solidariedade.
Os povos indígenas não serão interrompidos!
Os povos Indígenas Não Serão Interrompidos! Ontem, durante a marcha “A Resposta Somos Nós”, parte do Acampamento Terra Livre (ATL), povos indígenas foram violentamente reprimidos pela Polícia Legislativa e pela PM do DF ao se manifestarem pacificamente no gramado do Congresso. 👇🏾
A repressão à marcha do ATL não foi só contra os povos indígenas — foi contra toda a estrutura democrática do Brasil. O direito de se manifestar precisa ser respeitado, não sufocado por quem deveria proteger a população.