Como um cara que não está apto para passar em exame de clube foi convocado para a Copa? Quem é o empresário dele, qual influência tem na seleção? Quem banca a convocação desses caras? Essa é uma das coisas que a gente precisa atacar para sonhar em voltar a ser campeão.
Erling Haaland the last Norwegian player to leave the stadium. Stayed behind until 9:30 PM local time to take photos with family and other fans. He became one of the most beloved players in the sport by Americans during this tournament. #worldcup2026
RAPAZ...
No gol de empate da Inglaterra, a bola bateu no cabo da câmera no tiro de meta, descendo antes, e ferrando totalmente a defesa da Noruega.
Pelas regras, quando um agente externo interfere na trajetória da bola, o jogo deve parar.
The genocide in Srebrenica required an enormous level of organization - to be clear whole Serbian nation was backing it - there was some individuals who didn't, but they are a small number.
Just imagine how many people had to be involved simply to supply fuel, transport excavators and bulldozers, and conceal the mass graves for years.
And no one was ready to tell where they are!
In an effort to hide the crime and the remains of the victims, many of those graves were exhumed and reburied multiple times—sometimes as many as four.
As a result, there are cases where the remains of a single victim have been recovered from two, three, or even four different locations, sometimes miles apart.
Today, on the 31st anniversary, we remember Srebrenica.
On 11 July 1995, 8,372 men and boys were murdered simply for who they were.
Fathers, sons, brothers.
Their lives were stolen, but their memory lives on - in the silence of graves, in the strength of survivors, the generations since who have rebuilt and remembered, and in our promise to never forget.
We remember their stories and know that when we listen, when we learn, when we speak out, we too say: We Are Here.
And together we say: never again means never again.
#Srebrenica31 #Srebrenica #SrebrenicaGenocide #RememberingSrebrenica
En 2002, los jugadores brasileños hacían rodas de samba durante la concentración.
Hoy escuchan gospel evangélico, funk y sertanejo.
Este artículo de @BrianMteleSUR (en inglés) para entender la debacle del fútbol brasileño es espectacular.
https://t.co/WgRdigD7mX
A Copa do Mundo Feminina da FIFA de 27 será aqui no Brasil e a Fifa abriu cadastro de interessados em ingressos para os jogos.
As 64 partidas ocorrerão em 8 cidades: BH, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e SP, entre 24/06 e 25/07.
https://t.co/hk6epfLxvX
Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828.
Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo.
A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos.
Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina.
Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos.
A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação.
Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão.
A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
https://t.co/2mc2gOZ8TT
Vamos lá, galera. Isso aqui é minha tese de monografia. Eu virei meses lendo vários jornais e reportagens da época.
A Argentina não precisava ganhar de 6 a 0. Na verdade era de 4 a 0, mas este resultado por si só já era bastante improvável. Por quê?
A reputação da seleção peruana era muito maior do que atualmente. Na época, os peruanos tinham o Teófilo Cubillas — eleito pela FIFA em 2004 um dos 50 melhores jogadores do século XX.
Cubillas jogava no Porto e levou o Peru ao título da Copa América em 1975. Na Copa de 1978, fez 5 gols. Apenas um a menos do que o artilheiro Kempes.
O Peru para vocês terem uma ideia foi o 1° colocado do grupo 4 naquele Mundial. Um grupo que tinha a finalista de 1974 e daquela edição: a Holanda de Rosenbrink, Neeskens e outros. Além da Escócia de Kenny Dalglish.
Esta parada de que os jogadores do Peru admitiram que venderam o resultado é polêmica. Não existe comprovação. Na verdade, existiram várias teses:
1) O goleiro Queiroga, nascido na Argentina e jogador da seleção peruana, teria sido ameaçado por Videla (ditador argentino) e entregado o jogo. Obs: Quiroga sempre negou.
2) O governo argentino teria negociado com o ditador peruano Francisco Morales Bermúdez, oferecendo 14 mil toneladas de trigo e créditos especiais em troca do resultado;
3) Havia versões segundo as quais todos os jogadores peruanos teriam recebido US$ 50 mil, enquanto outras afirmavam que apenas alguns foram subornados;
4) Seguindo esta última tese, recentemente o ex-jogador peruano José Velásquez, que fazia parte daquela seleção, afirmou que seis companheiros "se venderam". Ele chegou a citar quatro nomes (Rodulfo Manzo, Raúl Gorriti, Juan José Muñante e Ramón Quiroga), mas reconheceu que não tinha provas materiais para sustentar a acusação.
5) Houve a denúncia do ex-senador peruano Genaro Ledesma, segundo a qual teria existido um acordo envolvendo a transferência de 13 presos políticos peruanos para a Argentina, no contexto da Operação Condor — uma das operações mais tenebrosas de comunhão entre as ditaduras na América do Sul.
Enfim, o fato é que aquela Copa do Mundo foi uma das maiores aberrações da história. A Argentina tinha 30 mil desaparecidos e teve protestos do mundo inteiro para que a competição não ocorresse lá.
No fim, venceram, porém com várias polêmicas. A Copa sendo usada como propaganda do regime sangrento do Videla, mudança de horário de jogos como citado no vídeo, visita do Videla aos vestiários (incluindo o peruano), craques não disputando como o Cruyff.
Este último mesmo meses antes na Espanha sofreu uma tentativa de sequestro. Na Copa, o Helicóptero que carregava o Videla caiu — e neste dia ele não pegou. Os outros passageiros morreram. O homem que era para organizar a Copa do Mundo, o general Omar Actis, foi assassinado.
Quem assumiu foi um cara que foi o braço direito do João Havelange (presidente da FIFA) durante anos assumindo cargos na FIFA e CONMEBOL, o general Carlos Alberto Lacoste.
Havelange foi bastante criticado. Passava pano para o regime. O Lacoste que dizem que negociou o 6 a 0. Ele esteve envolvido em vários escandâlos de corrupção e enriquecimento ilícito. A Justiça argentina apontou que seu patrimônio aumentou cerca de 443% entre 1977 e 1979.
Enfim, se vocês acham a atual Copa do Mundo polêmica é porque não leram sobre a de 1978. É assustador tudo que ocorreu. A FIFA como sempre se rendendo a regimes ditatoriais.
O neopentencostalismo é o principal motivo pelo declínio da sociedade brasileira. Desde a cultura à arquitetura. Desde o futebol à música.
A revolução cultural é urgente porque a gente está deixando de se reconhecer como nação de cultura diversa.
https://t.co/eIiCtRB1Y2