⚠️O surto de Ebola ainda não acabou!
Direto da província de Ituri, epicentro do surto da doença do Ebola, a farmacêutica brasileira Eliza Biasutti fala sobre a situação diante da atual emergência, que avança em um ritmo sem precedentes, na República Democrática do Congo.
"Em toda a #Palestina, o efeito cumulativo das ações de Israel é evidente: elas corroeram a capacidade dos palestinos de viver uma vida digna e saudável."
- Javid Abdelmoneim, presidente internacional de Médicos Sem Fronteiras.
Leia na íntegra.⬇️
https://t.co/RiOVhsy2Cy
#GAZA | Após um ataque aéreo israelense, nossas equipes atenderam 12 pessoas feridas – entre elas, sete crianças – em Al Nuseirat, em 17/07. Três estavam em estado crítico, incluindo um adolescente com estilhaços no tórax e no abdômen causados por explosão. 🧵1/4
#GAZA | Desde o meio-dia de quinta-feira (16/07), foram relatados pelo menos oito ataques aéreos das forças israelenses em toda a Faixa de Gaza – todos com vítimas. Também houve relatos de intenso tiroteio e bombardeios. 🧵3/4
🔴#EBOLA | A doença do Ebola está se espalhando a um ritmo sem precedentes na República Democrática do Congo. Dois meses após a declaração do surto, o número de mortes ultrapassou 700 e quase 2 mil casos já foram confirmados.
Veja o que estamos fazendo.⬇️
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@bergmannfiles Ficamos muito felizes em contar com o apoio da Julia nessa campanha. ❤️ Obrigada por ajudar a dar visibilidade à nossa ação humanitária!
⚫ GAZA | “Bombardeios, mortes… não sinto que haja segurança”. Salah Iyad Shatat, de 13 anos, foi ferido em um ataque israelense em 30 de junho. Veja o que ele tem a dizer⬇️
Desde o início do cessar-fogo em Gaza, mais de 1.050 pessoas foram mortas e mais de 3.400 feridas.
🚨Os ataques contra hospitais, profissionais médicos e pacientes na #Ucrânia são muito frequentes e sistemáticos para serem considerados acidentais.
Leia mais sobre o nosso mais recente relatório.⬇️
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🔊 “O povo sudanês ainda não viu uma verdadeira vontade política para concretizar mudanças em suas vidas.” Jean-Nicolas Armstrong, profissional de MSF que esteve no Sudão em 2023, no mesmo ano em que teve início a guerra no país. 📝Leia seu relato: https://t.co/65s3V95O7J
Mariam mora em um acampamento para pessoas refugiadas na #Cisjordânia. Em meio à violência, enfrentou um longo período de depressão e buscou meios de seguir adiante - um deles foi trabalhando em ambulâncias, no resgate de pessoas feridas.
Entenda por que um medicamento revolucionário para prevenir o #HIV continua fora do alcance de milhões de pessoas e o que pode mudar essa realidade.
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A emergência na #Venezuela continua. Com muitas pessoas vivendo em abrigos temporários, nossas equipes trabalham para prevenir surtos de doenças e garantir atendimento médico e apoio em saúde mental.
Saiba mais: https://t.co/uR4RB6aZZi
📍VENEZUELA | MSF já distribuiu kits de emergência para tratar aproximadamente 10 mil pessoas feridas nos terremotos. Além disso, doamos 8,5 toneladas de medicamentos, equipamentos médicos e suprimentos de higiene para apoiar unidades de saúde sobrecarregadas. 5/5🧵
📍VENEZUELA - ATUALIZAÇÃO | Após o terremoto, começamos a monitorar doenças transmitidas pela água e por mosquitos, como dengue, Zika e chikungunya. Com grande parte da infraestrutura hídrica e de saneamento destruída, a população agora está exposta a mais riscos de saúde. 1/5🧵
📍VENEZUELA | As equipes das clínicas móveis de MSF são compostas por profissionais de diferentes áreas, como médico, enfermeiro, psicólogo, promotor de saúde e especialista em saúde ambiental. 4/5🧵
A ciência encontrou uma nova forma de prevenir o HIV: o lenacapavir, com apenas duas doses por ano.
Mas milhões de pessoas ainda não têm acesso. A Gilead cobra US$ 28 mil por um tratamento que poderia custar cerca de US$ 40.
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