Carrego o elemento Morte, mas não como ausência, como passagem. Vivo entre a melancolia das palavras que não foram ditas e a beleza discreta das que resistem.
Carrego a marca da Morte, não como fim, mas como passagem. Vivo entre o silêncio e a palavra, entre a dor subentendida e a beleza do que resiste. Leitor de mundos que pesam, ouvinte de canções que cicatrizam. Sou feito de sombras que aprendem a dançar com a luz.