Sou favorável à redução da maioridade penal para 16 anos para crimes violentos. Enquanto isso não ocorre - a base do Lula no Congresso é contra, voto a favor de projetos de lei que ampliam o período de internação de adolescentes responsáveis por atos de violência contra pessoas.
Verdade! VERITÁ!
Obrigado, Paraná - meu Estado; A NOSSA FORTALEZA.
Mesmo sem exército de comissionado e sem a máquina pública, sigo disparado na frente, rumo à Vitória.
Mais um projeto que relatei no Senado vira lei. A Lei 15.425 protegerá nossos animais de maus tratos e até mesmo de cirurgias feitas por pessoas sem a habilitação profissional necessária.
Sou cético em relação à delação de Daniel Vorcaro: a primeira proposta estava cheia de furos. Se ocorrer, espero que saia por inteiro, com toda a verdade. O Brasil é maior do que qualquer esquema de corrupção e não pode haver criminosos acima da lei.
🚨 HOJE O PAPO É SÉRIO... OU QUASE! 🚨
Sergio Moro e Deltan Dallagnol chegam ao Pânico para falar sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o CV como terroristas e responder à pergunta que não quer calar: Vai mudar alguma coisa por aqui ou é só mais um capítulo da novela? Os homi vai invadir e colocar ordem na casa?
No cardápio também tem:
💥 Saidinha
💥 CPMI do INSS
💥 CPI do Banco Master
💥 Agência anticorrupção
💥 E outras confusões da República
Não vai perder! É a partir das 12h. Não vai dar uma de testemunha e sumir, hein?
#Pânico
No tratado UE/Mercosul, tão festejado pelo Lula, o Brasil entra, pelo jeito, com a abertura de seu mercado e a Europa com a exportação de seus produtos. E agora, Lula, o que vai fazer, já que o seu Governo não consegue transferir sua incompetência para a oposição?
Artigo pesado do Fernando Schüler, mas necessário. 😢
“O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.
No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.
A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry, nestes anos todos, e acho que ninguém deveria ficar indiferente, diante disso. Não me conformo com uma pena de apenas 40 anos para este assassino monstruoso. Uma pena que vai se transformar em muito menos, pelas progressões e pela brandura de nossa legislação. E de jeito nenhum me conformo com o “perdão judicial” para a mãe do Henry, Monique.
Ela inequivocamente sabia de tudo. Sabia das agressões, viu os hematomas no filho e mantinha aquele sujeito dentro do apartamento. A Thayná avisou, mandou mensagem, mandou vídeo com o guri violentado. E ela estava lá, dentro daquele apartamento, quando o espancamento final aconteceu, e era de fato a única pessoa que podia salvar o Henry.
Ao invés disso, não fez nada. E diante do menino morto mandou a empregada ficar quieta para não incriminar o casal. É simplesmente um sintoma da nossa completa perda de valores sugerir que a culpa atribuída a Monique seja algum tipo de “discriminação de gênero”.
Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime. Monique era a mãe. Não se trata de ser perfeita, mas de fazer o mínimo. Ela tinha a guarda do filho, era responsável por ele. E sabia o que estava acontecendo. (…)
O caso do menino Henry está longe de ser um caso isolado. O Disque 100, nosso canal de denúncias, só em 2024 registrou 289 mil denúncias sobre violações contra crianças e adolescentes. 33 registros por hora, Brasil afora. Violência, maus-tratos, abandono, agressão sexual.
No caso de crianças de 0 a 6 anos, perto de 80% dos casos acontece dentro de casa. As mães são as mais identificadas como agressoras. Depois os pais, e ainda depois padrastos, madrastas e outros parentes. Há uma barbárie silenciosa espalhada pelo País. Por alguma razão, falamos pouco sobre isso. E a não-sentença dada a Monique diz algo bastante sombrio sobre tudo isso.
A melhor homenagem que podemos fazer ao Henry é sermos pessoas melhores. Melhores pais e melhores mães. Melhores padrastos e madrastas. Melhores avós e o que mais pudermos ser. Podemos prestar atenção, falar sobre este assunto e ajudar organizações que protegem crianças. E ainda agora podemos exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica.
A ideologia é um tipo perverso de indiferença. O ato soberbo de quem no fundo não se importa que o menino Henry não terá uma vida para viver. Que morreu aterrorizado, em um apartamento com a mãe e o padrasto, espancado, fruto da displicência criminosa de quem deveria ter cuidado para que ele pudesse viver, e não morrer daquela maneira.”
Noite de vitória brasileira na Liga Monstro Combate.
Elizeu Capoeira venceu o norte-americano Jesse Taylor.
O cinturão fica no nosso país.
Na noite de MMA em Curitiba, presença ilustre do árbitro Mário Yamasaki.