Misturar pessoa física e jurídica pode aumentar seus impostos e trazer problemas com a Receita. Com planejamento tributário, dá para pagar menos imposto dentro da lei. A Contabilix ajuda sua empresa a fazer isso com segurança.
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O real lidera valorização global em 2026, com dólar perto de R$4,97. Bom no curto prazo porque entra dólar via commodities e juros altos, mas no caixa isso pode virar rápido com eleição e risco fiscal. Exportador perde margem, importador ganha fôlego.
Não tem o que comemorar.
A CNI comemorou a taxa das blusinhas dizendo que 'preservou empregos'. O que realmente aconteceu: você pagou mais caro, transferiu dinheiro das classes C, D e E para as empresas, e a indústria mesmo assim teve queda de 1,5% no trimestre.
4,5 milhões pago pelo Estado para organizar um acervo pessoal. Três problemas: é gasto pessoal, o valor é absurdo.
Qual o tamanho desse acervo para custar isso?. Perguntas que merecem resposta. E que a gente nunca vai ter, porque tem sigilo de 100 anos.
Governo discute rever a taxa de 20% em compras internacionais de até US$50. Alivia o bolso no curto prazo, mas no caixa do varejo local aumenta a competição e pressiona a margem. Proteção ajuda hoje, cobra eficiência amanhã.
Governo prepara pacote liberando FGTS para quitar dívidas; na conta rápida, trocar juro alto por rendimento baixo melhora o fluxo hoje, mas reduz poupança futura e pode empurrar o problema para frente, enquanto protege o balanço dos bancos.
Seu faturamento está acompanhando essa euforia?
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Bolsa bate recorde com dólar abaixo de R$5,10 após queda do petróleo. Mercado antecipa juros menores e corre para risco; na economia real, desemprego já sobe e consumo perde força. Bom para valuation, ruim para demanda.
Cessar-fogo entre EUA e Irã derruba o petróleo e dispara ativos de risco. No curto prazo, alivia inflação e empurra Bolsa e crédito; no caixa, energia mais barata ajuda margem, mas Petrobras sofre. Se o conflito volta, o custo reaparece rápido.
Quase metade dos adultos está com dívida em atraso (Serasa) e as famílias já gastam 29,33% da renda só com dívida (BC). Na prática, sobra menos pra consumo e mais pressão no caixa das empresas.
81 milhões de brasileiros inadimplentes. Isso não é só um número. É consumo travado, crédito bloqueado e crescimento limitado. Metade do país fora do jogo econômico.
Juros altos + inadimplência recorde. Parece que o banco vai lucrar mais, porém o que sobe é o risco. Provisão come resultado. No fim, crédito fica mais caro e mais escasso para todo mundo.
Você sabia que uma briga comercial por suco de laranja pode encarecer sua Netflix? Se os EUA aplicarem tarifas unilaterais (Seção 301), o Brasil pode retaliar também em serviços digitais. Protecionismo é jogo de soma negativa: no fim, todo mundo paga a conta.
Os EUA abriram uma nova frente de pressão contra o Brasil via Seção 301. O argumento é ético (combate ao trabalho forçado), mas o mecanismo é o mesmo usado por Trump para tarifas unilaterais. É o protecionismo "disfarçado" voltando com força.
Investigação do USTR pela Seção 301 pode virar tarifa unilateral contra o Brasil. Isso não fica em Washington: cai no agro (quase metade do que vendemos pros EUA), derruba preço na origem e aperta caixa de produtor, indústria e logística.
Se o Brasil quer menos dependência de diesel, tem uma pergunta óbvia: por que tudo vai por caminhão? Sem ferrovia e cabotagem, qualquer “plano” vira paliativo caro. O problema não é só Petrobras. É logística e produtividade.