O social media mais inteligente que conheço é o que cuida do perfil de uma pizzaria que sigo..
Ele sempre deixa o melhor post sexta feira 18horas, porque sabe que quando soltar no feed, ele vai ter um pico de entrega ali pelas 22 horas, junto ao pico de fome da galera..
E incrivelmente, ele sempre me conquista e faz eu pedir.
Passei 17 anos sendo a cara dos meus projetos.
Vine. YouTube. Vlog diário. Live. Reality.
E em algum momento eu percebi uma coisa que demorei pra admitir:
Eu não tenho mais vontade de ser o protagonista.
O que eu gosto mesmo é de escrever, dirigir e produzir.
Pensando em outro creator. Em outra marca.
Eu descobri que tenho mais faro pra achar a pessoa certa pro produto certo do que pra ser eu mesmo a pessoa na frente da câmera.
Durante muito tempo eu achei que isso era desistir.
Hoje eu chamo de mudar de lado da mesa.
Quem passou a vida inteira sendo produto sabe exatamente como um produto deve ser vendido.
Transformando pessoas em marcas.
Essa história do Vorcaro me lembra quando ouço as história de familía que meu Tatatataravô era dono de terras, castelos, e gastou tudo com as putas e dando pros outros............ ai chegou na minha vez, cadê?
Me sentindo numa sindrome meio familia Gallagher, Fiona e Lip.. coisas dando certo, pessoas aparecendo pra somar e aquele sentimento de que alguma bomba vai acontecer a qualquer momento... mas dessa vez, é só pensamento, tudo certo, bora!
3 formatos pra você testar no seu nicho, depois me conta aqui o que achou.. no caso do Walter, salão de cabelos, cabeleleiro e barbearia, somados ao seu trabalho de Visagismo.
De creator a founder.
Em 28 dias, a Ébla faturou R$ 1.234.943,65.
790 mil novos seguidores no TikTok, milhares de afiliadas querendo entrar e um crescimento que vem se repetindo há 12 meses.
Mas o mais interessante não é só o número.
É entender como essa operação chegou até aqui.
Nesse vídeo, Joãozinho conta os bastidores da Ébla, os números e a estratégia por trás desse crescimento.
Existe uma coisa chamada: lei da oferta e da procura.
Nos últimos anos as grandes marcas pararam de procurar influenciadores - pois não concorriam com os cachês de cassinos.
Logo o jogo se inverteu sozinho, e não precisavam mais procura-los, porque os influenciadores que não faziam Cassino acabaram reduzindo seus preços pra conseguir ter contratos.
Agora, grandes influenciadores precisarão das marcas de novo, e a lei da oferta a procura volta a se valer:
Há alguns anos atrás o Whindersson e Cocielo iam quase contra tudo que "Family Friendly" do Youtube e das marcas queriam, porém, eles eram disparadamente os maiores em engajementos, então as marcas precisavam deles, do jeito deles, e tinham que aceitar, quase uma licença poética...
Nesse momento grandes nomes que já não eram cogitados por fazerem BETs, vão voltar as mesas, com preços reduzidos e um público já acostumado a comprar daquele(a) influencer.. Ou seja, as marcas vão voltar a contratar.
Então, como quem viveu do lado Influencer a vida toda, e agora atuando do lado Business, eu espero profundamente que a cobrança seja GRANDE em cima de cada marca que fechar patrocinio com ex-influenciador de BET.
Pros dois lados ficarem putos aí, negociação justa.
Criadores comigo, e marcas que estavam cogitando procura-los...
Tchau brigado e abraços.