lembrei de um menino muito mentiroso que eu trabalhei que dizia que o pai dele era judeu nascido em israel, ai a gente viu os dados pessoais dele no sistema e o nome do pai dele era ubiratan
@souzmchdo@judestjosten nossa, nunca. a energia desse video é uma coisa bem de branco e minimalista. o estereótipo desse video nao combina com esse tanto de acessório do povo do metrô.
“Ele não tem histórico de corrupção” AMOR, ELE NÃO TEM CARREIRA POLÍTICA! Nem pra começar na humildade, se elegendo como deputado pra mostrar que realmente é bom, ou sei lá, até prefeito… mas coach é bom em enganar gente besta mesmo.
Brasil ta polarizado precisamos de uma 3a via. As vias:
Candidato 1: tenho um projeto CONTRA as mulheres
Candidato 2: O que dissestes tu, dizia a mim, dizia a ti, dizia: ei, onde estás tu? Estou contigo, e tu?
Candidato 3: precisamos ter uma bomba atômica
Zara Larsson revelou que não quer ser indicada a Artista Revelação no GRAMMYs após seu grande sucesso.
“Eu estava conversando com minha antiga gravadora sobre isso, e eles disseram: ‘Sim, vamos ver se conseguimos te colocar na categoria de Artista Revelação no Grammy’. E eu pensei: eu nem quero isso. Isso diminuiria os 13 anos que tenho como artista. Eu não sou uma artista nova.”
Eu sinto uma revolta profunda ao saber de uma denúncia dessa gravidade. Raquel Lyra terá que se explicar de forma muito clara: por que o nosso dinheiro, suado e público, está bancando ataques contra seus adversários? É revoltante ver servidor cedido, áudios, vídeos, contratos e uma rede inteira com centenas de perfis operando com estrutura do estado. Isso é covardia com os pernambucanos. É o aparelhamento escancarado do Estado para destruir reputações. Não é aceitável que um escândalo desse tamanho seja tratado como briga política. O que aconteceu é grave demais e precisa ser investigado com seriedade.
@antylopes por isso o outro lado do paraiso é a mais mais, pois tinha nucleo no rio de janeiro, na cidade ficticia perto do jalapao (nao lembro o nome) e na capital palmas
Dolly Parton casi chocó su automóvil la primera vez que escuchó a Whitney Houston cantar “I Will Always Love You”.
La canción había nacido casi 20 años antes, cuando Dolly decidió separarse profesionalmente de Porter Wagoner, el hombre que había impulsado su carrera.
Como él se negaba a dejarla marchar, ella escribió una despedida y se la cantó.
Porter terminó llorando.
Tiempo después, Elvis Presley quiso grabarla. Para Dolly era un sueño, hasta que su representante le exigió entregar la mitad de los derechos de autor. Aunque necesitaba el dinero, se negó.
Aquella decisión cambió su vida.
En 1992, Kevin Costner eligió la canción para “The Bodyguard” y Whitney Houston la convirtió en un fenómeno mundial. Dolly escuchó la versión por primera vez mientras conducía y tuvo que detenerse: estaba tan emocionada que temió sufrir un accidente.
“Tomó mi pequeña canción y la convirtió en algo enorme”, recordaría después.
La versión le generó cerca de 10 millones de dólares en regalías. Dolly invirtió parte de ese dinero en un complejo de oficinas situado en un barrio históricamente afroamericano de Nashville.
Lo llamó «la casa que Whitney construyó».
Dolly escribió la canción. Whitney la hizo volar. Y entre las dos crearon una despedida que el mundo nunca pudo olvidar.
Ahora las dos nos han dejado, pero juntas hicieron que una canción de despedida se volviera eterna.