Every asset you own was partly financed in Tokyo. That funding is being withdrawn.
For thirty years Japan lent the world money for free. Zero rates. Yield curve control. A currency engineered to sink.
So capital did the obvious thing: borrow yen at nothing, sell it, buy Treasuries, Nasdaq, emerging market debt, Mexican pesos, credit, anything with a yield, add leverage, repeat until the trade became invisible. Until it was simply the water global markets swam in.
Nobody knows how large it got. Estimates run from a few hundred billion to past 10 trillion depending on what you count, which is another way of saying nobody can size the unwind until it is already running.
August 2024 was the rehearsal. The Bank of Japan raised rates fifteen basis points. The Nikkei fell 12% in a day, its worst since 1987, and the VIX printed in the 60s.
Fifteen basis points.
The policy rate is now 1%, the highest since 1995. The yen still hit a 40 year low. Tokyo has burned roughly 133 billion dollars defending it in four months, 59 billion of that in a single night last week.
On Friday the US Treasury sold euros out of its own reserve account to buy yen through the New York Fed. The last time Washington intervened for the yen was 2011, after the Fukushima earthquake.
There is no earthquake.
Underneath the currency, the collateral is repricing. Japanese gross debt sits near 256% of GDP. The 10 year JGB hit a 30 year high. The 30 year broke 4% for the first time since that bond was created in 1999. The 40 year touched 4.24%.
Which quietly flips the arithmetic for the largest pool of patient capital on earth.
A Japanese insurer buying a US 10 year at 4.7% pays away roughly 250 basis points to hedge the currency and nets about 2.2%. The domestic JGB pays 2.8% with no currency risk attached.
Japan holds 1.19 trillion dollars of Treasuries as the largest foreign owner and sold nearly 30 billion in the first quarter alone. The most reliable marginal bidder in the world has started going home, and it is going home for arithmetic reasons, which means it is not coming back when volatility calms down.
Everyone will watch the equity selloff. The equity selloff is survivable.
The bond market is where this actually breaks. Forced deleveraging and Japanese repatriation hit Treasuries simultaneously, into a market where the 30 year already sits at its highest since 2007 and the Fed just held with three members dissenting in favor of a hike.
Stocks fall, bonds fall with them, and the hedge everyone has owned since 1982 stops functioning in the same week they need it.
At which point the Fed has no good option left. Oil is driving inflation, so it cannot cut. But a disorderly Treasury market is a systemic event, so if the long end goes it has to step in and buy.
That is printing money to hold down the price of government debt while inflation runs above target, and it has a name that nobody at the podium will use.
Here is the part almost nobody models correctly. The crash is a distraction. The crash is loud, brief, and recoverable.
What follows is a decade of nominal returns that never quite keep up, of a currency that buys slightly less every year, of a central bank that keeps rates below inflation because the alternative is a fiscal crisis.
Nobody photographs that. There are no bread lines. There is a person who bought Treasuries because that was the responsible thing to do, held them for fifteen years, and ended up with two thirds of what they thought they had.
That transfer is the actual policy. It moves wealth from whoever saved to whoever borrowed, and the largest borrower in the room writes the rules and appoints the referee.
Japan built this trap over thirty years and is now walking into it in public.
US publicly held debt is at 99% of GDP, the highest since 1946, with net interest headed from roughly 1 trillion to 2.1 trillion by 2036 while the primary deficit actually shrinks. The entire deterioration is interest compounding on itself
LA NEUROCIENCIA ACABA DE CONFIRMAR LO QUE LOS ATLETAS DE ÉLITE HACEN ANTES DE GANAR.
No motivación vacía.
No frases inspiradoras.
No “mentalidad positiva”.
Solo entrenamiento mental medible en el cerebro.
Aquí están los 7 hallazgos:
Dois engenheiros da Anthropic acabaram de mudar a forma como devs pensam sobre IA.
Barry Zhang e Mahesh Murag subiram no palco do AI Engineer Code Summit e disseram uma frase que incomodou muita gente:
"Parem de construir agentes. Construam Skills."
Em 16 minutos eles provam que a indústria inteira está resolvendo o problema errado.
Aqui está o que a maioria não entendeu:
→ Skills são pastas. Literalmente pastas com arquivos markdown.
→ Elas ensinam ao Claude o SEU fluxo de trabalho, a SUA expertise, o SEU domínio.
→ Um único agente genérico + biblioteca de Skills específicas supera dezenas de agentes especializados.
→ Fortune 100s já estão deployando Skills em escala pra ensinar agentes sobre processos internos.
→ Times de produtividade com 10.000+ devs usam Skills pra padronizar como código é escrito.
A analogia que eles usaram é perfeita:
Quem você quer fazendo seu imposto de renda? O gênio com QI 300 que nunca viu legislação tributária, ou o contador experiente que faz isso há 20 anos?
Inteligência sem expertise é entretenimento.
Expertise empacotada é produtividade.
O que mudou: a Anthropic parou de tentar criar agentes diferentes pra cada domínio.
Perceberam que com Claude Code, o padrão é sempre o mesmo. Um modelo acoplado a um runtime com filesystem.
A diferença entre um agente medíocre e um extraordinário não é o modelo. É o conhecimento de domínio que você alimenta.
Skills resolvem isso com progressive disclosure. O agente só carrega o nome e descrição da skill. Quando relevante, puxa o SKILL.md. Quando precisa de mais, navega os arquivos de referência. Zero desperdício de contexto.
Isso não é uma feature. É uma mudança de paradigma.
Quem entender isso agora vai operar em outro nível daqui a 90 dias.
Quem ignorar vai continuar escrevendo prompts de mil palavras toda vez que abrir o chat. E ainda explicar de novo e de novo o que “realmente” quer.
Bolsonaro sozinho elegeu mais de 100 parlamentares, fez um CARIOCA governar SP e elegeu quase 800 PREFEITOS!
Mas segundo "influencers didireita" precisamos de uma 3a via!
Intergaláticos, NOVO, MBL e isentões não pensam no Brasil, mas sim em si próprios!
🇺🇸🇨🇳 Veja o tamanho da hipocrisia dos EUA:
Na inauguração de um porto, o governo cobriu o logotipo da empresa chinesa ZPMC com a bandeira dos EUA nos guindastes.
O vento soprou e revelou a farsa, removendo a bandeira e exibindo as inscrições chinesas.
Você sabia que o Lula está repetindo as mesmas pedaladas fiscais que derrubaram a Dilma, só que agora com quase R$ 400 bilhões, via BNDES, fundos paralelos e contabilidade criativa?
Pois é.
O TCU já reconheceu a primeira.
Segue o fio. 👇
Caffeine is the #1 metabolism booster.
Used right, it melts fat and suppresses hunger within minutes.
But 90% of people use it wrong, causing chronic stress and energy crashes.
Here’s how to use caffeine correctly (backed by science): 🧵
If this insane spending bill passes, the America Party will be formed the next day.
Our country needs an alternative to the Democrat-Republican uniparty so that the people actually have a VOICE.
Imagens de satélite revelam que, em 2024, área queimada na Amazônia e na Mata Atlântica foi a maior em quatro décadas.
Confira a reportagem completa: https://t.co/bQTGAZxqTO #JN
📷 Adriano Machado/Reuters
Votei no Bolsonaro em 2018 e 2022 e não consigo nem explicar o sentimento que senti ao assistir o vídeo dele dando risadinha pro Alexandre de Moraes!
Mais de 150 pessoas seguem presas devido o 08/01, e o cara ainda chamou seus apoiadores de “malucos” pra livrar o c* dele da reta
Prefeitura de Ulianópolis, no Pará, achou de bom tom fazer um comercial da sua programação de São João usando IA.
Foram gastos cerca de R$300,00 com o vídeo.
O neto do último ditador do Brasil – que se orgulha do avô –, cujo governo protagonizava imagens como a do vídeo, quer que você acredite que o ex-presidente do Senado, o Rodrigo Pacheco, violou direitos humanos a ponto de merecer sanções internacionais. (?
Você que é de DIREITA precisa urgentemente agradecer essa mulher.
Esquece Bolsonaro. Esquece STF, INSS, PIX, tarifa do Trump, Tarcísio, gasolina, café, imposto.
O maior presente que a direita recebeu foi a Marina Silva ser ministra do governo LULA 3.
Foi um tiro no pé que a própria esquerda deu.
E o nome do calibre .50 é MARINA SILVA.
Sim, ela mesma.
A musa da paralisia.
A rainha do “deixa pra depois”.
A sacerdotisa do não vai explorar porra nenhuma.
Ela travou tudo — absolutamente TUDO — sobre a exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas.
E com isso, destruiu a única chance real de Lula surfar em uma onda de desenvolvimento estrutural.
O mundo inteiro em busca de novas fontes.
A margem equatorial pronta pra entrar no mapa geopolítico do petróleo.
E o Brasil…
Sentado na arquibancada.
Com a Marina segurando a bola no colo.
“Não vai ter jogo”, ela disse.
E não teve mesmo.
Enquanto isso, a GUIANA, aquela que você ria nas aulas de geografia, está arregaçando explorando essa mesma região:
- PIB cresceu 43,6% só em 2024.
- 660 mil barris por dia agora — com plano pra bater 1,3 milhão até 2027.
- Já é o 3º maior produtor de petróleo per capita do planeta.
- E ainda tem 11 bilhões de barris confirmados no subsolo.
A Guiana virou Dubai da América Latina.
Enquanto o Brasil virou… uma reunião do Ibama.
Essa pauta era de Lula.
Era dele.
Hahahhahahahahah Obrigado querida Marina.
Tava ali, na marca do pênalti.
Com o goleiro distraído.
Mas a Marina entrou no campo e chutou a bola pro mato.
E agora é a DIREITA que vai empurrar pro gol em 2026.
Você acha que tô exagerando?
Não dá mais tempo. Não dá.
O bônus de arrecadação evaporou no calendário.
Obrigado, Marina.
Você fez pela esquerda o que a Zambelli fez pela direita: estragou tudo com convicção.
Só que você não fez uma vez.
Você fez TODO DIA.
Você não sabotou um projeto.
Você castrou um mandato.
E agora, sem saber, você virou a madrinha invisível do próximo presidente.
Parabéns.
Você brilhou nos nossos corações.
Marina é a pá de cal do PT.
Deixa que a direita resolve isso rapidinho em 2027.
A Dona Gleisi está articulando para conter as assinaturas da CPI que investigará o rombo do INSS, mas em 2018 ela esteve envolvida no mesmo escândalo. Quem poderia imaginar...
NEW: Jim Cramer warns of a 1987 "Black Monday" style stock market crash on Monday, says he is about to be super mad.
"Black Monday" was a global stock market crash where the Dow Jones tanked almost 23% in a single day.
"If the president doesn't try to reach out and reward these countries and companies that play by the rules then the 1987 scenario..."
"The one where we went down three days and then down 22% on Monday, has the most cogency."
"I will contain my anger... and if Europe moves against our fabulous tech companies next week, then I will be furious."
🇺🇸 Presidente Ronald Reagan sobre tarifas, em 1987:
"Alguém diz: vamos impor tarifas sobre produtos importados. Parece algo patriótico, uma forma de proteger os produtos e empregos americanos.
E às vezes, por um curto período, isso funciona. Mas só por pouco tempo.
O que acaba acontecendo é que as indústrias nacionais começam a depender da proteção do governo, na forma de tarifas altas.
Elas param de competir e deixam de fazer as mudanças de gestão e inovação tecnológica que precisam para ter sucesso no mercado global.
Enquanto tudo isso acontece, algo ainda pior ocorre.
Tarifas altas inevitavelmente levam à retaliação de outros países e ao início de guerras comerciais intensas.
O resultado são mais tarifas, barreiras comerciais cada vez maiores e menos concorrência.
Logo, por causa dos preços artificialmente altos provocados por tarifas que subsidiam a ineficiência e a má gestão, as pessoas param de comprar.
Então o pior acontece. Os mercados encolhem e colapsam, empresas e indústrias fecham, e milhões de pessoas perdem seus empregos.
A memória de tudo isso acontecendo nos anos 1930 me fez tomar uma decisão, quando cheguei a Washington: poupar o povo americano de uma legislação protecionista que destrói a prosperidade.
Agora, isso nem sempre foi fácil.
Há aqueles no Congresso, assim como havia nos anos 1930, que buscam uma vantagem política rápida.
Eles colocam em risco a prosperidade dos Estados Unidos por causa de um apelo de curto prazo a algum grupo de interesse específico.
Eles esquecem que mais de 5 milhões de empregos americanos estão diretamente ligados às exportações, e milhões de outros estão ligados às importações".