GRAVÍSSIMO! O Jornalista Leandro Demori revelou que o consulado dos EUA, em pleno ano eleitoral, está COOPTANDO INFLUENCIADORES DIGITAIS para reuniões. Isso precisa chegar às autoridades e ser investigado!
O DERBY É ALVIVERDE NOVAMENTE! AS PALESTRINAS VENCERAM EM BARUERI E ULTRAPASSARAM O RIVAL NA TABELA DO PAULISTA F! PRA CIMA 🐷💚
🏆 Palmeiras 1x0 Corinthians
⚽ Giovanna Campiolo
#FimDeJogoSEP#PALxCOR
A captura do orçamento público pelas carreiras jurídicas de elite - muito bem remuneradas em comparação com outros países - é algo sem precedentes. Triste fim da CF 88
Advogados da União pedem direito a penduricalhos que TCU liberou para seus servidores https://t.co/cPbEcIQGof
O SUS é uma das maiores conquistas do povo brasileiro.
Com mais de 100 milhões de habitantes, nenhum outro país tem um sistema público de saúde como o nosso. Um sistema que acolhe, cuida e garante atendimento a todas as pessoas, sem distinção, inclusive a quem vem de outros países.
Foi isso que o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, veio conhecer de perto: um SUS que salva vidas e mostra ao mundo que é possível cuidar de quem mais precisa. É por isso que seguimos fortalecendo o SUS. 🇧🇷❤️
Como pré-candidata a deputada federal pelo PT-RJ, defendo a aprovação do PL da Misoginia e o enfrentamento a toda forma de violência contra as mulheres.
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Agradeço em nome do povo sul-coreano pela calorosa recepção do Presidente Lula.
@LulaOficial
Vamos dar as mãos e, juntos, abrir um futuro novo e brilhante para os nossos países.
룰라 대통령님��� 뜨거운 환대에 대한민국 국민을 대표하여 감사드립니다.
서로 손 맞잡고 양국의 새롭고 밝은 미래를 함께 열어갑시다.
Há 11 anos não recebíamos uma visita de Estado de um presidente da República da Coreia. Esta também é a primeira vez que o presidente @Jaemyung_Lee e a primeira-dama Kim Hye-kyung vêm ao Brasil.
Em minha viagem a Seul, em fevereiro, Coreia e Brasil se tornaram Parceiros Estratégicos. Hoje, estamos construindo uma parceria mais ambiciosa e preparada para responder aos desafios de um mundo em rápida transformação.
Assinamos memorandos sobre Educação e Tecnologia Industrial. Queremos aproximar nossas universidades e empresas em áreas importantes para a economia do futuro, como semicondutores, economia digital, inteligência artificial e indústria aeroespacial. Também estamos aprofundando nossa cooperação em tecnologias de saúde, diagnósticos e medicamentos.
A escolha do C-390 Millennium da EMBRAER pela Força Aérea da República da Coreia é um símbolo do potencial da parceria em Defesa. A missão espacial da empresa coreana Innospace a partir do Centro de Lançamento de Alcântara abriu caminho para uma nova frente de cooperação tecnológica.
📸 @ricardostuckert
🚨Milei se deu mal! Foi denunciado por malversação de fundos públicos por ter usado o avião presidencial, a comitiva oficial e dinheiro do Estado argentino para vir ao BR ofender Lula e fazer campanha p Flávio. Ou seja: o povo argentino pagou a conta da interferência estrangeira na nossa eleição!
Mantive na noite deste domingo, 26 de julho, uma conversa telefônica de mais de uma hora de duração com o presidente da China, Xi Jinping.
Durante o telefonema, tratamos da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países. Reiteramos o propósito compartilhado de ampliar a cooperação em áreas estratégicas e de alta tecnologia, como inteligência artificial, satélites, beneficiamento de minerais críticos e comércio de fertilizantes.
Ressaltei que o nosso governo segue comprometido com a diversificação de mercados e parceiros comerciais. Coincidimos a respeito da importância de acelerar as tratativas para um acordo MERCOSUL-China, que contemple as necessárias flexibilidades.
Destacamos também os bons resultados do comércio bilateral, bem como o impacto positivo das jornadas culturais em curso este ano nos dois países e do acordo para isenção de vistos de curta duração. Essas iniciativas vão ampliar o fluxo de turistas e as oportunidades de negócio.
Ao discutir os principais desafios da agenda internacional, lamentamos a proliferação de conflitos ao redor do mundo e seus impactos sobre a segurança alimentar e energética global, além das graves perdas humanas e materiais.
Ao abordar a crise no Oriente Médio, concordamos que as restrições à livre navegação nos estreitos de Ormuz e Bab el-Mandeb têm efeitos nefastos sobre a economia mundial. Expressamos profunda preocupação com a continuidade da situação humanitária em Gaza.
Concordamos que o Grupo de Amigos da Paz pode desempenhar um papel relevante na retomada das negociações para o fim da Guerra na Ucrânia. Criticamos a incapacidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas de responder adequadamente a essas crises e observamos que o próximo ou a próxima Secretária-Geral da ONU enfrentará um cenário internacional particularmente desafiador.
Nesse contexto, reiteramos o compromisso de Brasil e China com a defesa do multilateralismo e concordamos em manter estreita coordenação sobre esse e outros temas da agenda internacional no mais alto nível na ONU, no BRICS e outros fóruns.
Quando o presidente Lula diz que ninguém vai meter o bedelho nas eleições brasileiras, isso vale pra Donald Trump e vale para seus lambe-botas, como esse tal de Milei.
É triste, muito triste, ver um país vizinho e amigo, com tantas e tão ricas tradições humanas e políticas, ter na presidência um sujeito tão desqualificado, desrespeitoso e subserviente aos EUA.
Ao invés de ofender o Brasil, nosso presidente e nossa Justiça, Milei deveria cuidar dos problemas do povo argentino, que não são poucos em seu governo.
A Argentina merece, e ainda voltará a ter, um presidente à altura do país.
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva