"Os clubes de futebol não têm o direito de querer sobreviver a custo das dívidas do povo", disse o presidente que aumentou 37 impostos para cobrir as contas do seu governo a custo da arrecadação sobre o povo.
Político é uma DESGRAÇA.
Lula regulamentou a porra das bets em 2023 e o governo dele arrecadou 19 BILHÕES DE REAIS.
Agora na véspera das eleições ele vem com esse papo de hipocrisia do caralho.
Isso é coisa de gente mau caráter.
A sua dívida é culpa do Lula e do Partido do Tigrinho (PT). O projeto deles é afundar o brasileiro cada vez mais no vermelho. Isso tem que acabar e vai acabar. Nós vamos resgatar você. O Brasil vai vencer!
Vote 2️⃣2️⃣🇧🇷
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (25) que é a favor da proibição do cassino online, mas deixou em aberto o funcionamento de sites de apostas esportivas, as chamadas bets.
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📝🎦Italo Nogueira
Se você ama seu time e não quer vê-lo sem dinheiro até para cortar a grama do estádio, então NÃO VOTE NO LULA!
Ele legalizou as bets, os clubes assumiram compromissos com base nesta renda, e agora ele vai simplesmente falir os times brasileiros da séria A a série D.
Então quer dizer que a gente que paga imposto, vamos financiar os clubes caloteiros incompetentes?
O governo do Lula vai tirar o dinheiro das bets e pegar o teu dinheiro do imposto pra financiar esses clubes com administrações ridículas que quebraram o clube kkkkkkkkkkkkkkk
Que loucura.
Nota coerente, mas nos comentários tem boçais desejando a extinção do próprio clube só pra defender atitude de político vagabundo…
Nação adoecida vira ruína
"PRESTEM ATENÇÃO: Quem está trazendo essa informação é a própria PORTA-VOZ do "governo" LULA.
Segundo ela, o PT está tendo grande dificuldade para encontrar uma "BALA DE PRATA" que possa ser usada contra o FLÁVIO na reta final dessa eleição.
Para mim, está claro: NÃO EXISTE essa "BALA DE PRATA". E, sendo assim, o que resta para eles é se apegar a MAIS MENTIRAS.
Complicou, hein?
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.