@JoaoSaldanjat2@dan_vettor@marcosf6costa Passa por um processo licitatório na modalidade chamamento público, onde qualquer OSC pode disputar a gestão deste contrato. Eu trabalho com isso, conheço o trâmite.
@dan_vettor@marcosf6costa Esse orçamento é auditado constantemente pelo Ministério Público. Existem longas prestações de contas em relação à execução do contrato. E se você conhecesse a magnitude dos equipamentos, compreenderia o orçamento necessário.
@renato_d_castro@opovo A REDE Cuca, que é referência internacional em politica pública para as juventudes, funciona dessa forma desde a sua implementação. O ritmo do processo licitatório é diferente do que demanda equipamentos como esse. Por isso a eficiência e necessidade desse modelo.
@iggoorlopess@terciobrilhante Na verdade, no lugar de termos comissionados, que possuem um trabalho precarizado e sem direitos trabalhistas, vamos ter trabalhadores com a carteira assinada e com todos os direitos trabalhistas estabelecidos.
@ernteixeira@Georginous@Dark_Dan01@Ma_azita Eu defendo a descentralização das OS, acredito que deveriam ter mais instituições atuando na execução dessas políticas. Então, esse novo contrato de gestão foi importante.
@iggoorlopess@terciobrilhante O modelo das OS é muito bem sucedido. A questão da pulverização cultural para o interior é uma questão política, e é uma demanda justa, mas as últimas gestões vem avançando, apesar de não no ritmo necessário.
@Dark_Dan01@Ma_azita Eu não sou esquerdista e defendo a atuação das OS na gestão cultural. Esses equipamentos necessitam de agilidade, por isso que o melhor modelo é via contrato de gestão. É dessa forma que funciona a REDE CUCA, política que é referência internacional.
@tomtrabalhista@mrb_mx Escândalo é uma OS administrar equipamentos culturais ? Se eu te contar que quem fez isso foi o Tasso e o Paulo Linhares. Imagina ter que abrir um processo licitatório para qualquer item que necessita agilidade, como a manutenção desses equipamentos.
@ubieats@jpedroguedes Cara, o pior que essa também é uma crítica que rola no campo progressista. Meu professor do mestrado usou o mesmo argumento de privatização do setor cultural. Eu fico muito triste com esses argumentos que ignoram a realidade, e reforçam estigmas.