Somos pesquisadores dedicados a estudar a evolução da Covid-19 no Brasil, propondo medidas de combate à pandemia no cenário da desigualdade brasileira. #Covid19
A dose de reforço é essencial para manter um alto nível de anticorpos contra o coronavírus. As vacinas de 1a geração (desenvolvidas no início da pandemia de Covid-19) são muito eficazes, porém passam a induzir menos imunidade com o tempo.
Após um mês, essa eficácia passa para 88%. Depois de 4 meses, para 83%, e 6 meses, para 74%.
Já a vacina da Astrazeneca é 77% eficaz após 2 doses, mas 6 meses depois, cai para 67%.
(Fontes: Zoe Covid Study, Public Health England)
Texto por: Bia Carniel
Arte por: Marcella Rocco
Embora a situação no Brasil esteja favorável neste momento, não atingimos a marca de 80%. Fica o alerta mais uma vez: A vacinação precisa ser massiva! Vacine-se!
Texto por: Patricia Magalhães e Gerusa Figueiredo
Arte por: Marcella Rocco
#vacina#vacinação#vacinacãocovid
Existem outros fatores que influenciam o controle à COVID-19, como o uso de máscaras e medidas restritivas, mas a mensagem deste gráfico é clara, países europeus com taxas de vacinação abaixo de 80% estão sofrendo com uma nova onda de mortes.
Proteja-se e proteja os outros tomando algumas precauções simples:
- manter o distanciamento físico
- usar máscara
- ventilar bem a casa
- evitar multidões
- lavar as mãos
- tossir para o cotovelo ou para um lenço de papel.
A pandemia ainda não acabou!
#mascara#usemascara
O Índice de Proteção à Covid-19 (IPC) é uma ferramenta para medir as desigualdades territoriais e identificar vulnerabilidades em todos os níveis, especialmente dentro dos municípios.
Porém, também pode ser muito útil em um nível mais amplo, para todo o território brasileiro.
O IPC revela desigualdades entre estados e regiões, que, devido aos níveis desiguais do ambiente urbano, padrão de vida, bem como aspectos relacionados ao indivíduo, tiveram diferentes desdobramentos da pandemia.
Já nos Estados Unidos, a vacina foi desenvolvida pela farmacêutica Zoetis e está em fase de teste. Desde julho, mais de 100 espécies de mamíferos abrigados em zoológicos, santuários e instituições acadêmicas começaram a receber a vacina experimental.
A Rússia e os EUA já começaram a aplicar a vacina no início de Novembro em animais domésticos e nos que vivem em zoológicos.
A primeira vacina desenvolvida foi russa e se chama Carnivac-Cov, divulgada em março de 2021 e com sua produção iniciada no mês seguinte.