Marina Silva recebeu na semana passada da França a Legião de Honra, a mais alta condecoração francesa.
A mesma ministra que chamou o agronegócio brasileiro de "ogronegócio."
A mesma que assina portarias, cria obstáculos regulatórios e dificulta sistematicamente a vida de quem produz alimento no Brasil.
A França entendeu antes de nós.
Enquanto o Brasil é o maior exportador de produtos agrícolas para a União Européia — concorrente direto da agricultura francesa em soja, milho, carne e açúcar — sua ministra do Meio Ambiente trabalha incansavelmente para encarecer, burocratizar e travar a produção nacional.
Afinal, cada hectare brasileiro que deixa de produzir é um cliente a mais para o produtor europeu.
Cada exportação brasileira travada é uma fatia de mercado devolvida a quem nos concorre.
Cada obstáculo regulatório imposto ao agro brasileiro é um presente embrulhado em papel tricolor.
A França homenageia.
O agro brasileiro paga a conta.
#Agro #MercosulUniãoEuropéia #França
O prefeito da Cidade do Panamá colocou Airtags na ajuda humanitária que foi enviada para a Venezuela
Resultado: está tudo em depósitos do governo, ou foi enviado pra outra cidade distante, que não foi impactada por terremotos
Socialismo é isso aí
Polícia Federal afirma ao Ministro André Mendonça que as investigações contra o ladrão de aposentados, Lulinha, não avançará antes das eleições.
Ninguém imagina que Lula interfira na PF!
Apenas lembrando:
Quando a Natuza Nery foi ofendida em um supermercado por uma pessoa aleatória, Gilmar Mendes saiu em defesa da jornalista.
Agora, quando é revelado que a Malu Gaspar foi alvo de uma campanha de um banqueiro bilionário que tinha um grupo de capangas pra intimidar adversários, Gilmar não falou NADA.
Natuza Nery não consegue criticar o Gilmar.
Malu Gaspar critica o Gilmar dia sim e dia também.
Esse silêncio é um prêmio para a Malu.
É estarrecedor, mas também revelador, como Alexandre de Moraes pode permanecer no STF e continuar julgando e prendendo pessoas depois que todos vimos as provas de que Vorcaro/BM pagou à empresa de sua família pelo menos R$ 80 milhões. Tudo isso sob um contrato obsceno de R$ 129 milhões que sua esposa negociou e enviou diretamente a Vorcaro, e o casal então comprou dezenas de milhões em novos imóveis.
O tratamento extremamente favorável do STF em relação ao BM começou quando Dias Toffoli — cuja família também recebeu enormes quantias de dinheiro de pessoas ligadas ao banco — viajou em um jato particular para uma partida de futebol no Peru com o advogado petista @augustodeAB, que representava diretores da instituição. Poucos dias depois, Toffoli ordenou que todo o processo do Banco Master fosse mantido em sigilo absoluto.
Você não encontrará um advogado respeitável que diga que R$ 129 milhões é uma quantia razoável ou compreensível para qualquer profissional, mesmo o mais renomado, quanto mais para uma advogada comum como Viviane de Moraes. Além de seu papel como esposa do ministro, ninguém consegue explicar o que poderia justificar essa riqueza geracional transferida ao casal por esse banqueiro bilionário, corrupto e ladrão.
E esqueceu-se, embora não devesse, que a Globo noticiou que Vorcaro conversou com Alexandre de Moraes no dia de sua prisão sobre uma operação, e que Xandão também se encontrou com ele nas festas.
Não há escândalo judicial pior em nenhum lugar do mundo, pelo menos na última década. Mesmo assim, ele permanece impassível, com o mesmo imenso poder sobre o país e a vida das pessoas, como se nada disso tivesse acontecido.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
@marinahelenabr@EduGiraoOficial Vdd.. mas não vi vc falar nada sobre o Flávio Bolsonaro
Não adianta exigir honestidade só de um lado, enquanto passa pano pra bandido.
Chama hipocrisia
Esse era o ano do Tarcísio, ele derrotaria o Lula. Mas decidiram entregar a eleição nas mãos do Lula novamente!
Eu não voto no Lula e o Flávio é uma péssima opção, mas quase ninguém tem coragem de falar.
A alegação de Lula na Lava Jato é que o sítio Santa Bárbara, em Atibaia-SP - frequentado 111 vezes por ele entre 2012 e janeiro de 2016, e reformado por duas empreiteiras do petrolão (OAS e Odebrecht) -, era emprestado pelos amigos Jonas Suassuna e Fernando Bittar, proprietários formais do imóvel e sócios de Lulinha na empresa Gamecorp, depois rebatizada de BR4.
A alegação do senador petista Jaques Wagner no caso da Operação Compliance Zero é que o apartamento n° 1.702 do empreendimento Poème Horto, em Salvador-BA, foi destinado à sua filha e adquirido pelo empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, após o líder do governo Lula no Senado ter dito a ele: “Você pode comprar? Depois eu vou recomprar.”
Lula chegou a ser condenado em duas instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do sítio, antes das manobras do STF que levariam à extinção do processo em agosto de 2021 (de modo similar ao ocorrido no caso do triplex do Guarujá, pelo qual o petista chegou a ser condenado em três instâncias).
A juíza Gabriela Hardt apontou, por exemplo, “o recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht em razão do seu cargo em benefício próprio” e afirmou que Lula “tinha plena ciência da origem ilícita dos recursos utilizados pela Odebrecht na reforma”. Para ela, restou "incontroverso" o fato de que a família do petista chegou usar a propriedade até mais do que a família Bittar. A sentença também condenou Marcelo e Emílio Odebrecht, além de Léo Pinheiro, da OAS, por pagamentos de propina em forma e reforma de imóvel, e foi mantida pelo TRF-4, que ainda aumentou a pena de Lula de 12 anos e 11 meses de prisão para 17 anos, 1 mês e 10 dias.
Já endereços de Jaques Wagner foram alvos de busca e apreensão, autorizadas pelo relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, em razão das suspeitas da Polícia Federal de pagamentos de propina feitos por Augusto Lima “em troca de atuação parlamentar” de Wagner “em temas de interesse do Banco Master”.
Ninguém costuma ter amigos tão generosos quanto os do PT, que se dispõem a bancar aquisição e reformas de imóveis, ou a emprestá-los gratuitamente para uso maior que o próprio, ao longo de anos. Mas, entra escândalo, sai escândalo, e os petistas ainda querem que você acredite na generosidade desinteressada dos empresários que faturam em seus governos, ou até mesmo, como agora, que o imóvel presenteado seria recomprado depois.
Chegamos, possivelmente, à modalidade da propina consignada, recebida como crédito, mas descontada no fim de mês, do ano, da década, ou quem sabe um dia, se a PF bater à porta.
'Quando que o ministro Alexandre de Moraes começou a ser alugado pelo Vorcaro? No começo de 2023, quando foi assinado o contrato entre a esposa do Moraes e o Banco Master. Adivinha só o que aconteceu poucos meses depois. O Supremo Tribunal Federal autorizou o governo Lula a estourar o orçamento público para pagar precatórios, que são aquelas dívidas da União que o governo Bolsonaro tinha postergado por 10 anos. Lula quis pagar antecipadamente, o Supremo chancelou mesmo, destruindo o orçamento público, e quem era um dos bancos que mais tinham precatórios dentro do seu balanço, ou seja, que mais se beneficiaram, adivinha só? O Banco Master.' @carlocauti
O que a família Bolsonaro podia ter feito, para que Jair e Eduardo não estivessem condenados à prisão:
1) Gerir gabinetes sem funcionários fantasmas;
2) Apoiar CPI da Lava Toga para investigar Dias Toffoli, inclusive pela abertura do inquérito das fake news, contendo a escalada autoritária do STF na raiz, pelas vias constitucionais, em vez de se aliar a Toffoli e Gilmar Mendes em busca de votos e decisões favoráveis no caso das rachadinhas;
3) Apoiar o combate à corrupção, incluindo a prisão em segunda instância, que levou Lula à cadeia, mesmo que isso também levasse Flávio e outros aliados do Centrão;
4) Focar o governo Bolsonaro em resolver problemas reais do povo, não em atacar urnas eletrônicas pelas quais integrantes da família foram e ainda tentam ser eleitos;
5) Reconhecer a derrota eleitoral no mesmo dia da apuração;
6) Ficar no Brasil para fazer oposição ao PT e às más condutas de ministros do STF, em vez de pedir ao governo Trump para impor medidas não só contra Alexandre de Moraes, mas contra o Brasil, e ainda celebrar o tarifaço, tentando usá-lo como instrumento de barganha para intimidar e constranger autoridades envolvidas no processo contra Jair Bolsonaro.
7) Escutar os alertas e admitir críticas daqueles que, muito antes da família, já criticavam Lula, PT e ministros do STF; em vez de atacar todos nós como “traidores”.
Se fosse assim, no entanto, não seriam os Bolsonaro do Centrão, aloprados toda vida e gananciosos a ponto de pedir dinheiro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Seriam uma direita de verdade, decente, que não precisa se limpar na sujeira dos outros, nem é burra o bastante para se enrolar na própria corda.
@JulianLemosopb1 Perfeito!!
Eles agem igual aos que ainda votam no PT. Não importa quantos escândalos de corrupção, sempre vão dizer que foi armado, que perseguem o PT etc. Mesmo com bilhões devolvidos ou descobertos.
São dois cânceres que se retro alimentam.
Se não tivesse pedido grana a banqueiro criminoso favorecido por governo do próprio partido, não precisaria pedir censura de pesquisa.
Se não tivesse tido despesas pagas por operador de rachadinhas, não precisaria sabotar o combate à corrupção.
Uma sujeira sempre leva a outra.