Pagou uma página inteira no maior jornal esportivo da França para prestar contas, agradecer e pedir que os franceses continuem apoiando a seleção.
Não terceirizou a culpa, não mencionou Deus, reconheceu que falhou, não colocou a família no meio e valorizou a torcida.
Deve ser bom ter um jogador assim na seleção do seu país.