Esse é o ponto de convergência. A divergência está na consideração teórica, por parte da MMT, dos limites de um Estado soberano em financiar o gasto com emissão, sem considerar a realidade bimonetária da periferia. O limite não é apenas dado pelos fatores materiais, nem o balizador é a inflação. Pois a fragilidade pode se manifestar muito antes da economia ocupar todos os fatores ou de deflagrar inflação. A inflação em dólares pode ser alta enquanto a inflação em moeda local é baixa. O risco privado pode estar aumentando de forma alarmante sem que haja aumento correspondente do risco público.
Foi o que aconteceu em 2008. O Brasil recebeu o grau de investimento da S&P em abril daquele ano, com o risco soberano em trajetória de melhora. Poucos meses depois, em setembro e outubro, Sadia e Votorantim revelaram perdas bilionárias com derivativos cambiais, e o Unibanco entrou na fusão defensiva com o Itaú. O risco se acumulava no balanço privado, em moeda estrangeira, enquanto os indicadores soberanos sinalizavam o contrário. Esse é o meu ponto: numa economia bimonetária, o descasamento de moeda corrói a estrutura por baixo, e quando aparece nos indicadores que a MMT usa como balizador, já é tarde.
Vi muchos shows en:
Stud Free Pub
La esquina del Sol
Parakultural
Cemento
Palladium
Airport
Halley
Y el de Gimnasia y Esgrima de la Plata fue el último que vi en vivo, hubo gases lacrimógenos, palos y bardo… fue el fin de una larga serie de shows del under y no tan under (unos 14 creo) en los que disfruté al mango al Indio y los Redondos.
@mecasullo Creo que las canciones son la única forma de arte que instantáneamente pueden movilizar los sentimientos más profundos. Suenan tres acordes y ya estás ahí, adonde sea.
@NakedKeynes Las retenciones se tendrían que cobrar en dólares directamente. Se transfieren a la cuenta del Central en la Fed de NY. Fin de la compra de dólares con pesos que hay que esterilizar con deuda e intereses.
Y que es lo que se hizo para que los ricos ganen más? La productividad sería argumento si todos ganan menos, pero si la base gana menos y el topo gana más no se trata de productividad sino de captura de la renta generada por la productividad dada. Y quienes capturan son los de arriba. La solución inmediata es institucional. A largo plazo para que todos ganen más la solución es el aumento de la productividad. Pero sin cambios en la institucionalidad que mejore la distribución no hay ni siquiera largo plazo a alcanzar. La brecha seguirá aumentando por la diferencia de oportunidades que estabelece la desigualdad.
Não é assim que funciona o sistema monetário. A explicação está errada.
Os títulos de dívida configuram uma operação monetária na prática. O gasto precede a arrecadação e não o contrário. O Tesouro transfere reais da sua conta para a conta dos bancos no Banco Central. Os bancos, por sua vez, creditam nas contas dos receptores do gasto depósitos bancários pelo mesmo valor (não transferem os reais, que ficam no Central). Quando ocorre a tributação, a operação é inversa: o contribuinte tem um débito na conta de depósitos e o banco transfere reais pelo mesmo valor da sua conta no Central para a conta do Tesouro. Quando há déficit, sobram reais nas contas dos bancos e isso faz a taxa de juros cair. É por esse motivo que, por medida estatutária, não é permitido ao Tesouro operar em déficit, não porque precise pedir emprestado do setor privado para gastar. O que não é tributado é trocado com o setor bancário por títulos de dívida que pagam juros. Os bancos trocam um ativo (reais na conta corrente no Central) por outro (títulos de dívida do Tesouro). Títulos só podem ser comprados com reais, não com depósitos bancários. Sem reais que o setor público primeiro disponibiliza nas contas dos bancos, não há como comprar títulos. Os déficits são parte do mecanismo de geração de dinheiro no sistema fiduciário: sem déficits públicos não há poupança privada (est��o em lados opostos do balanço).
A inflação não é apenas por causa da fragilidade do Tesouro ou do Banco Central. Existem múltiplas causas que interagem: o conflito distributivo (salários crescendo acima da produtividade, margens de lucro crescentes, impacto da taxa de câmbio nas expectativas de margem em moeda dura, cláusulas indexatórias de salários), a fragilidade financeira (Banco Central e Tesouro com fragilidades em moeda local, mais Tesouro e setor privado com fragilidades em moeda dura), o setor externo (variações na taxa de câmbio e seus efeitos no pass-through a preços locais e tarifas administradas que seguem preços internacionais, além da inflação internacional) e a inércia inflacionária (indexações de contratos).
@TheodorCarvalho O estado da pra quem tem 1 milhão no banco mais de 100 mil reais ao ano livres de imposto e da inflação. Isso ele ignora. Só reclama que o estado da 7600 reais ao ano para quem ganha 8000. Espantoso.
The pronounced decline in fertility (not the initial modest decline) started around 1969, when the Sveriges Riskbank Prize in Economic Sciences in Memory of Alfred Nobel (aka “the Nobel in Economics”) was created. It endorsed Neoclassical Economics, paving the way for Neoliberalism as mainstream economics, which destroyed the purchasing power of the masses in favor of oligarchs. Women were obliged to work to feed their families (among other right desires of emancipation) as their former all-provider husbands could no longer do so. The rest is history.
Dívida pública é a contrapartida de patrimônio privado. É uma operação monetária em que o BC retira liquidez das contas correntes dos bancos no Banco Central para definir a taxa de juros (senão a taxa cai) em troca de títulos. Para os bancos, nada muda (trocam um ativo por outro). Para o setor público, inicialmente, tampouco (trocam um passivo por outro). No futuro, há um fluxo de juros sobre a dívida, o que convém aos Bancos.
Se, em vez de retirar os excedentes de liquidez com títulos, houvesse cobrança de impostos, a retirada seria a mesma, mas não haveria devolução do principal nem fluxo futuro de juros do setor público para o privado.
Uma coisa é dívida na própria moeda, onde o BC é o emissor, e outra muito diferente é em moeda estrangeira. Brasil e Argentina não têm espaço em moeda alheia semelhante ao que têm em moeda local. O espaço em moeda estrangeira acaba comprometendo o espaço em moeda local, pois o risco de não pagamento de juros e principal eleva o risco devaluatório. Os títulos em moeda local perdem valor, há fuga para moeda estrangeira, o que pressiona a taxa de juros para cima, gera maiores fluxos futuros de juros e torna o BC impotente para controlar a taxa. Perde-se então o controle da economia.
Tudo ao contrario. O dinheiro é end��geno e acham que é exógeno. A taxa de juros é exógena e acham que é endógena. As reservas são feitas na base de juros astronômicos e o único que conseguem é manter a inflação baixa ao custo de horadar a produtividade ano após ano com uma taxa de câmbio decrescente e inflação positiva (o que resulta em uma altíssima inflação em dólares e por conseguinte em perda de competitividade) e transferir renda (1 trilhão em 2025) para o setor financeiro. Essa é a armadilha institucional que deve ser desmontada em um horizonte de 5 anos pelo menos para dar previsibilidade no entanto se isso não for feito nada modificará o rumo que o Brasil tem de ser eternamente um país de renda média extremadamente desigual, dependente de capitais externos constantemente para não entrar em crise terminal.
I have built a system that extracts entities from text and ingests them into a graph following an ontology that gives provenance, temporality, causality, and direction to every node and establishes relationships between them. Retrieval uses Cypher queries that pass data to LLMs in an orderly fashion. A narrator then describes the findings coherently.
Although primitive compared to the brain, this helps differentiate the vector space where LLMs operate from a structured graph of entities and topics—that in this example act as the substrate for intelligence. We are not just parrots with a vast language map; we reason by manipulating concepts and entities in our brains connected by relationships beyond semantic similarity. It is the combination of both (plus other elements, like emotions and microbiota stimuli, for example) that results in thinking. This is far more complex than what LLMs can do. They are powerful language maps with emerging capabilities, but human thinking exceeds mere language use.
Muy buen artículo, toca un tema crucial: el rol de la energía en la actividad económica sustentable. Abordas, entre otros, un concepto clave: la falla inicial de los clásicos que atribuyeron al trabajo humano toda fuente de valor, independientemente de la energía. El trabajo humano es energía transformada además de inteligencia, y fueron las máquinas movidas a petróleo las que permitieron el boom de crecimiento exponencial que antes era lineal. Se asocia al capitalismo lo que en realidad debería asociarse al petróleo. Fue alrededor de 1870 que la explotación de ese recurso energético (el más poderoso de todos los que tiene el hombre a disposición y el más simple de utilizar) aceleró el crecimiento cuando los yacimientos americanos y rusos se tornaron productivos. Esa expansión tiene un límite que el propio medio ambiente impone. Vamos rumbo a momentos muy turbulentos debido al cambio climático y la superposición de ondas disruptivas (climática, energética, económica, tecnológica, financiera y política) que derivarán muy probablemente en fuertes cambios sociales en las próximas décadas.
Uso IA diariamente para todo (trabajo en comunicación): investigaciones, presentaciones, código, textos largos, análisis, etc. Creo que en vez de IA deberíamos llamarla CA (coherencia artificial). Los LLMs no piensan. Son increíbles mapas del lenguaje, mucho más sofisticados que un papagayo, capaces de generar enormes strings de texto coherente a partir del vasto cuerpo de texto en el que fueron entrenados. La inteligencia está en lo que se introdujo al modelo, no en lo que sale. El output es coherente, y allí radica el peligro: si no dominás el tema, solo podés evaluar la coherencia. Y coherencia no es inteligencia ni razón.
Los humanos también elaboran textos coherentes sin razón ni inteligencia, y otros los siguen creyéndoles (así se va a la guerra, se construyen pirámides o se votan insanos como presidentes). Solo que, al acostumbrarnos a que las máquinas son determinísticas (cualquier calculadora da el mismo resultado al sumar 2+2), empezamos a confundir el output de los LLMs como verdadero.
A los LLMs les falta un sustrato (un grafo, por ejemplo) que organice ontológicamente las entidades, dándoles procedencia, dirección y temporalidad, y que las vincule de forma cualitativa, identificando contradicciones, influencias y causalidad. El espacio vectorial en el que operan no tiene nada de eso, y la información queda sujeta a confabulaciones coherentes que dificultan la detección de errores. La industria sigue en una carrera por más contexto y más computación con la esperanza de que en ese espacio se resuelvan las cosas. No creo que ese sea el camino.