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Tropinha do crime acordou inspirada para derrubar #VALE3.
Fluxo de venda brutal desde a abertura do dia.
Corretoras estrangeiras descarregando um grande volume de venda.
Papel sangrando com algo volume projetado e sendo a maior detratora de pontos do índice hoje.
Yuan (CNY ou 元/¥) é a unidade de conta dentro do renminbi — ou seja, o que você efetivamente usa no dia a dia, parecido com dizer “1 real” dentro da moeda real.
👉 Comparação simples:
No Brasil: moeda oficial = Real → unidade = R$ 1,00.
Na China: moeda oficial = Renminbi →
1/ Muita gente não sabe: o Real e o Renminbi (yuan) nascem de lógicas muito diferentes. 👇
🇧🇷 No Brasil, o Real está vinculado ao déficit público.
Quando o governo precisa de recursos, emite títulos.
A expansão da base monetária anda de mãos dadas com a dívida.
2/ 🇨🇳 Já na China, o Renminbi não nasce do buraco fiscal.
Ele é emitido principalmente a partir do controle cambial:
quando entram dólares (exportações, investimentos), o Banco Central cria RMB como contrapartida.
Na prática, yuan (元 / ¥) e renminbi (人民币 / RMB) se referem à mesma moeda da China, mas em contextos diferentes:
Renminbi (RMB) significa literalmente “moeda do povo” e é o nome oficial da moeda chinesa, assim como “real” no Brasil ou “dólar” nos EUA.
🇧🇷 No Brasil, o Real nasce atrelado ao déficit público → emissão de moeda vem junto com títulos da dívida.
🇨🇳 Já na China, o Renminbi (yuan) não nasce do buraco fiscal, mas do controle cambial: entra dólar, sai RMB.
➡️ Real = refém do déficit.
➡️ RMB = refém do câmbio.
É de partir o coração…
Mercado brasileiro foi literalmente dizimado.
Sem IPO há 4 anos, assets fechando as portas ou fazendo fusão para se manter de pé.
Empresas fechando capital ou indo listar na bolsa americana.
Volume médio do à vista nos níveis de 2018/19, e metade disso é robô.
Brutal… falar de bolsa virou motivo de ofensa.
@leiatheinvestor@Haddad_Fernando O Brasil investe em portos e ferrovias do século XIX enquanto ignora blockchain e tokenização. Essa dissociação entre políticas institucionais e a vida da população só perpetua privilégios e amplia desigualdades. https://t.co/RljR63mD7O
@clubedopairico@rbreia O Brasil investe em portos e ferrovias do século XIX enquanto ignora blockchain e tokenização. Essa dissociação entre políticas institucionais e a vida da população só perpetua privilégios e amplia desigualdades. https://t.co/RljR63mD7O
@PedroCerize Macro Day do BTG: ministros vendendo portos e ferrovias como se estivéssemos no século XIX. O futuro é blockchain e tokenização, mas eles seguem fiéis ao culto dos privilégios odiosos e anacrônicos."
https://t.co/RljR63mD7O
Crítica ao Macro Day do BTG
O Macro Day do BTG mais uma vez se apresentou como um desfile de privilégios anacrônicos travestidos de “debate econômico”. É sempre a mesma cantilena: ministros e banqueiros repetindo fórmulas mofadas, vendendo ilusões de infraestrutura
como se fosse uma fazenda de sua propriedade. Falam em “modernização”, mas suas propostas são pré-históricas, dinossáuricas, hostis ao espírito de uma democracia livre, plena e transparente.
O Macro Day, assim, não é um evento sobre o futuro — é um culto ao atraso.