Modern billionaires are just so tacky. Go endow a library. Fund research and get your name on a cancer center. Sponsor an eccentric polymath who’s obsessed with marble. Build a museum. Fund public parks. Back climate research. Create something that outlives your ego.
"As anthropologists, we teach, produce
knowledge, collaborate and care. That is our superpower. It is time we start using it more forcefully, intentionally
and communally." https://t.co/OK4c97rP61
Os rastros de uma civilização milenar na Amazônia brasileira
Mapeamento aéreo a laser revelou mais de 400 sítios cerimoniais do povo Aquiry – que, segundo pesquisadores, chegou a reunir até 3 milhões de habitantes.
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Galera, não me levem a mal, mas se vocês pegaram um livro emprestado com alguém há muito tempo e acham que a pessoa esqueceu, deixa eu te falar: ELAS NÃO ESQUECERAM.
Meu primeiro emprego foi de auxiliar de maternal, lá aprendi uma frase que nunca imaginei que fosse usar tanto.
A dona da escola, Professora muito experiente disse que quando as crianças começassem a chorar sem explicação, eu abaixasse e dissesse a elas: "use palavras".
Que o choro não dava para entender, que precisava falar para a Tia escutar e resolver.
Fofo, né?
Uso frequentemente em ambientes profissionais com adultos +40.
"Se você não me fala, eu não vou presumir, por favor, use palavras".
Nas duas experiências profissionais, existe algum drama envolvido, às vezes na mesma proporção e quase pelo mesmo motivo: o coleguinha frustrou o alecrim dourado.