Agora é sobre Flávio Bolsonaro.
E aqui, antes de qualquer paixão política, eu quero pedir uma coisa simples:
observem.
Porque às vezes a verdade não está apenas no que o homem fala.
Está no que ele carrega.
No que ele evita dizer.
No que está por baixo da camiseta.
No peso da voz.
Na escolha das palavras.
Na coragem de se colocar diante de um país em frangalhos.
Reparem no vídeo.
Flávio está usando um colete à prova de balas.
Sim.
Um colete à prova de balas.
Engraçado, não é?
Num país que se vende ao mundo como livre, democrático, amistoso, alegre, tolerante e civilizado, um pré candidato à Presidência precisa subir num palco protegido como se estivesse atravessando uma zona de guerra.
Por quê?
Essa é a pergunta que ninguém quer fazer.
Porque o colete fala antes do discurso.
O colete denuncia o ambiente.
O colete desmonta a fantasia institucional.
O colete revela que a política brasileira deixou de ser apenas disputa de ideias e virou um campo de risco físico, moral, jurídico e psicológico.
E mesmo assim ele está ali.
De pé.
Falando.
Assumindo a responsabilidade.
Flávio começa lembrando que também é de carne e osso.
Ele bebe água.
Ele chora.
Ele sorri.
Ele sofre.
Ele torce.
Ele tem família.
Tem esposa.
Tem filhas.
Tem medo.
Tem fé.
E essa talvez seja uma das partes mais importantes da fala.
Porque o Brasil se acostumou a transformar homens públicos em bonecos de pancada.
Como se não tivessem mãe.
Como se não tivessem filhos.
Como se não envelhecessem.
Como se não sentissem o peso de ver o próprio pai perseguido, impedido, isolado e tratado como inimigo público.
Quando ele fala da dona Dorilda, aos 100 anos, indo a um ato cívico porque ainda se preocupa com o futuro do Brasil, ele toca numa ferida profunda.
O futuro do Brasil nunca chega.
Essa frase deveria ecoar na cabeça de todo brasileiro.
Há décadas prometem futuro.
Há décadas vendem esperança.
Há décadas dizem que agora vai.
E o país continua preso no mesmo ciclo de imposto alto, violência, educação destruída, insegurança jurídica, corrupção reciclada e jovens saindo da escola sem saber interpretar um texto ou fazer uma conta simples.
Flávio não está falando apenas de eleição.
Ele está falando de direção nacional.
Quando ele diz que a partir de 2027 Lula não será mais presidente, ele não está apenas fazendo uma promessa eleitoral.
Ele está colocando uma linha divisória.
De um lado, o Brasil que normalizou o absurdo.
Do outro, a tentativa de reconstruir uma nação cansada de apanhar calada.
E quando ele fala da juventude, toca num ponto brutal:
roubaram a esperança dos jovens.
Não apenas com desemprego.
Não apenas com ideologia.
Não apenas com uma educação medíocre.
Roubaram a capacidade de sonhar com um país minimamente sério.
E depois querem chamar isso de inclusão.
Inclusão sem conhecimento é prisão disfarçada.
Educação sem exigência é abandono com diploma.
Juventude sem futuro é mão de obra para a frustração.
Quando ele fala dos idosos, a crítica também é direta.
Um país que maltrata seus jovens e abandona seus idosos perdeu completamente a espinha moral.
E aqui entra outro ponto fundamental do discurso: segurança.
Flávio fala das mulheres.
Fala dos feminicídios.
Fala das mães solo.
Fala das mulheres que criam filhos sozinhas.
Fala das mulheres que precisam trabalhar, proteger, educar e sobreviver num país onde o Estado aparece muito para cobrar imposto e quase nunca aparece para garantir segurança.
E quando ele defende leis mais duras contra agressores, estupradores e criminosos, não é fala improvisada de palanque.
Isso precisa ser dito com todas as letras:
Flávio Bolsonaro não está defendendo isso agora.
Ele já defendia isso quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Em junho de 2014, ele já falava sobre redução da maioridade penal, sobre menores cometendo crimes graves, sobre impunidade, sobre vítimas esquecidas e sobre uma legislação frouxa que protegia o criminoso e deixava a sociedade refém.
Portanto, não é oportunismo.
É coerência.
Ele já dizia lá atrás que a população não aguentava mais ver menores cometendo crimes hediondos e saindo praticamente ilesos.
Ele já citava casos brutais.
João Hélio.
Liana Friedenbach.
A turista violentada dentro de uma van.
Famílias destruídas por monstros protegidos pela idade cronológica.
E aqui está o ponto que incomoda a turma da hipocrisia confortável:
a vítima nunca tem segunda chance.
O criminoso tem ONG.
Tem discurso.
Tem militante.
Tem tese acadêmica.
Tem defensor de televisão.
Tem especialista explicando o inexplicável.
A vítima tem caixão.
Trauma.
Silêncio.
Luto.
E uma família condenada à prisão perpétua da dor.
Flávio entende isso.
E por isso defende mudança na lei.
Porque existe uma diferença gigantesca entre proteger criança e proteger criminoso consciente escudado pela idade.
Um menor que estupra, mata, tortura, arrasta uma criança presa a um carro, destrói uma família inteira e volta para a rua como se nada tivesse acontecido não pode ser tratado como travessura social.
Isso não é justiça.
É deboche institucional.
E quando ele fala que o sistema penitenciário precisa, antes de tudo, proteger a sociedade desses facínoras, ele toca no ponto que o Brasil covarde finge não entender.
A função primária do Estado é proteger o cidadão de bem.
Antes de ressocializar o agressor, ele precisa impedir que a próxima vítima exista.
Mas no Brasil inverteram tudo.
O policial é cobrado.
A vítima é esquecida.
O bandido é contextualizado.
O menor infrator vira estatística protegida.
E a sociedade que paga imposto, trabalha e enterra seus mortos ainda precisa pedir desculpas por querer segurança.
Quando Flávio fala que crimes contra policiais e profissionais de segurança deveriam ter tratamento mais duro, ele também acerta no centro da ferida.
Porque o policial é a última linha entre a ordem e o caos.
Se a autoridade fardada é humilhada, atacada e desmoralizada, não é apenas o policial que cai.
É o Estado que ajoelha.
E um país onde o criminoso perdeu o medo da polícia já entrou em estágio avançado de decomposição.
Depois ele fala de Santa Catarina.
E ali o contraste é evidente.
Um estado trabalhador, produtivo, empreendedor, com bons índices de segurança, com gente que acorda cedo, trabalha, paga imposto e quer apenas viver em paz.
E o que recebe de Brasília?
Desprezo.
Castigo político.
Abandono.
Estradas esquecidas.
Infraestrutura travada.
O dinheiro do contribuinte indo para longe de quem realmente produz.
Essa é a engrenagem perversa do Brasil.
Quem trabalha sustenta.
Quem aparelha controla.
Quem produz paga.
Quem parasita decide.
Quando Flávio chama o governo de impostor, existe uma lógica clara.
Impostor porque fala em povo enquanto aumenta imposto.
Impostor porque fala em pobre enquanto encarece a vida.
Impostor porque fala em democracia enquanto adversários precisam andar de colete à prova de balas.
Impostor porque fala em esperança enquanto entrega escola fraca, segurança falida e futuro bloqueado.
E aí vem a parte mais importante:
Flávio não se apresenta apenas como herdeiro político.
Ele se apresenta como alguém preparado.
Ele fala que conhece o Legislativo.
Conhece o Judiciário.
Conhece Brasília.
Sabe onde cortar despesa.
Sabe como reorganizar o país.
Sabe jogar o jogo do poder.
Isso é fundamental.
Porque o Brasil não precisa apenas de alguém com boa intenção.
Boa intenção sem força vira poesia.
Coragem sem estratégia vira martírio.
Discurso sem articulação vira grito no deserto.
O próximo presidente precisa conhecer a máquina por dentro.
Precisa saber onde estão as travas.
Onde estão os vícios.
Onde estão os interesses.
Onde estão os pactos invisíveis que impedem o Brasil de andar.
E Flávio, gostem ou não, conhece esse tabuleiro.
Por isso a escolha dele para a Presidência não pode ser tratada como acidente.
Ela tem lógica.
Tem continuidade.
Tem preparo.
Tem vivência.
Tem sangue político.
Tem leitura institucional.
Tem a experiência de quem viu o pai chegar ao poder, governar, enfrentar o sistema, errar, acertar, ser traído, ser perseguido e ainda assim deixar uma base popular viva.
Flávio sabe o preço.
E talvez justamente por saber o preço, ele esteja mais preparado para não repetir os mesmos erros.
Quando ele diz que Jair Bolsonaro deveria estar ali, que deveria ser o candidato, mas que Deus quis de outro jeito, ele não está tentando apagar o pai.
Está assumindo uma missão que nasceu de uma impossibilidade histórica.
O pai impedido.
O país dividido.
A direita sem o seu nome natural.
E a necessidade de alguém entrar no campo.
É fácil criticar da arquibancada.
Difícil é subir no palco de colete à prova de balas e dizer:
eu estou pronto.
E talvez seja isso que muitos ainda não entenderam.
Flávio não está vendendo conforto.
Está comprando uma guerra.
Uma guerra política, jurídica, moral e institucional.
E o Brasil precisa decidir se ainda quer ser um país governado por quem trabalha, produz, protege a família, defende a polícia, respeita a propriedade, pune o criminoso e devolve esperança à juventude.
Ou se vai continuar fingindo que está tudo normal enquanto políticos usam colete, famílias vivem sob ameaça, criminosos riem da lei e o cidadão honesto paga a conta da própria submissão.
Reparem no colete.
Reparem na fala.
Reparem na coerência desde junho de 2014.
Reparem na defesa das mulheres.
Reparem na preocupação com os jovens.
Reparem na crítica aos impostos.
Reparem na defesa da segurança pública.
Reparem no chamado à reconstrução nacional.
Porque às vezes um país não morre quando perde uma eleição.
Morre quando perde a capacidade de enxergar quem ainda está disposto a arriscar tudo para tentar salvá-lo.
Em 2026 é @FlavioBolsonaro simples assim.
Ele fez de novo!!!
Quem lembra da cena do @nikolas_dm durante a caminhada orando com um bebê no colo?
Então, ele.pediu que sua assessoria prestasse suporte jurídico a mãe do pequeno Kaylan para que o bebê tivesse acesso ao medicamento de 6 milhões negado pelo desgoverno.
Mas, Deus é fiel e, no dia 25/02 o pequeno Kaylan recebeu a medicação.
DESABAFO.
Fiquei mais de 24 horas fora do X.
Voltei agora para me interar dos últimos acontecimentos.
E vou falar algo que vai irritar muita gente, mas a verdade não pede LICENÇA, e não estou nem aí para os mimizentos.
Não sou petista. Nunca fui. Nunca serei.
Mas hoje eu tiro o chapéu, sim, para os petistas.
E digo isso sem ironia nenhuma.
Petistas, nesse ponto, vcs têm o meu respeito.
Pq se 10% do que está acontecendo com Bolsonaro estivesse acontecendo com Lula , o Brasil já teria parado, ruas tomadas, pressão internacional. Parlamentares em pé de guerra, com sangue nos olhos, militância organizada, barulho, reação.
Enquanto isso, o que faz a chamada direita?
Silêncio, cálculo, covardia.
A direita brasileira é uma fraude moral.
Parlamentares que se elegeram nas costas do Bolsonaro e, quando chegou a hora de defender quem os colocou lá, simplesmente virou o rosto.
Parlamentares que só têm mandato pq Bolsonaro sangrou.
Que só têm voz pq Bolsonaro apanhou.
Que só existem politicamente pq Bolsonaro pagou o preço mais alto.
E agora?
Agora fingem normalidade.
Fingem prudência.
Fingem estratégia.
Não é estratégia.
É ingratidão rasteira.
Bolsonaro foi grande demais para um povo pequeno demais.
Deu a saúde, a paz, a própria vida por um país que não tem coragem nem honra para retribuir.
Jesus virou mesa no templo.
Chutou o balcão da hipocrisia.
Chamou os falsos de falsos.
E é isso que precisa ser feito agora.
Pq o erro não foi Bolsonaro.
O erro foi acreditar que essa direita merecia alguém como ele.
E não merece. Fica aqui, para registro, meu pedido de perdão.
PERDÃO, BOLSONARO.