Um mês depois Dona Carme nunca mais apareceu na frente do colégio
Um aluno contou que o filho dela tinha sido assassinado e que se envolvia com coisa errada
E por algum motivo, hoje eu me pego pensando que talvez tenha presenciado o momento de maior esperança da vida de uma mãe
Às vezes me pego lembrando de histórias que passaram pela minha vida e às quais eu não dei tanta importância.
Uma dessas histórias é a da Dona Carme, uma mulher de uns 45 anos que vendia salgado e suco na frente do colégio onde eu estudava.
Ela me contou que acordava 5h da manhã todos os dias pra fazer os salgados que vendia na frente da escola, mas que, naquela manhã, sentia que cada salgado vendido estava ajudando a formar um futuro advogado.
🇺🇸🇮🇷 Jornalista: “Se você enviar soldados para o Irã (boots on the ground), será um novo Vietnã. Você está com medo disso?”
Trump: “Não, eu não tenho medo, na verdade não tenho medo de nada.”
🚨 Falando sério, companheiros! Constantemente vemos Michelle Bolsonaro sendo ASSEDIADA por bolsonaristas. Sabemos que muitos deles têm histórico de assédio, pedofilia e outros crimes, mas não podemos normalizar isso nas redes sociais.
Inclusive, a própria Micheque precisa se posicionar sobre esses casos. Já vimos diversos vídeos, até de aliados políticos dela, em que mãos passam em sua bunda sem consentimento e ela não reage nem se manifesta?
Isso revela o quanto o machismo ainda é naturalizado, mesmo entre quem se diz defensor da “família tradicional”. Assédio não tem lado político.
Eu, como paraense, não poderia estar mais feliz por termos recebido a COP em Belém. O mundo finalmente conheceu esse país chamado Pará a impressão que ficou é que a maioria que passou por aqui gostou. Nunca senti tanto orgulho da minha cidade e, principalmente, do povo de Belém.
Belém e o povo paraense sofreram uma onda de xenofobia nunca antes vista. Um Brasil que, por pouco, não se escreve com “Z”, não conseguiu aceitar que o lugar que eles nunca quiseram conhecer está sendo amado e exaltado por turistas do mundo inteiro.