o conceito de "votar pelo pobre" contra o voto do pobre é uma coisa que está em um nível de narcisismo tão grande que nem a psicologia conseguiu formular uma teoria ainda
o ego insuportável de uma pessoa que quer representar alguém que não se identifica EM NADA com ela, a empáfia e prepotência doentia do jovenzinho de classe média alta acreditando saber oq é melhor para o povo ainda que o povo não saiba, é simplesmente inalcançável pra uma pessoa mentalmente sã
acho engraçado qm entrou no twitter pós pandemia e fica com o papo de fazer tweet pra hitar sendo q isso aqui é pra falar sozinho e de vez em quando alguns maluco concordar
@RenanSantosMBL A verdade é que ele achou que haveria uma mobilização nacional para o Oscar como houve com a Fernanda Torres. Mas essa postura beligerante dele afastou muitos que antes gostavam do seu trabalho.
1. Pessoal é muito ingênuo quanto a futebol. Quando se quer prejudicar uma equipe, só amadores completos fazem algo do nada e fora das regras. O esquema é usar as regras de modo que favoreça um dos lados. Um time pode simular 'n' vezes e receber faltinhas providenciais. Outro,
Trump on Balogun: "I saw the play, and I'm a person that loves sports ... that wasn't a foul. That wasn't even an infraction ... this referee, who is a little bit suspect if you check his past. He made a call that nobody could believe ... he's our best player, or one of our best players. And he gave him a red card. I didn't know what that meant ... yes, I asked for a review by FIFA."
A gente percebe que mora num país miserável quando liga o rádio e escuta um monte de propaganda do governo se orgulhando de distribuir programas sociais pois seu povo não consegue sequer comprar gás por conta própria.
Parece que os deslumbrados com a Copa da imprensa dos EUA querem uma final Messi x França. Falo Messi mesmo, pq falam dele e não da Argentina. Ainda seguem encantados com uma Espanha que, por enquanto, não apareceu. E, claro, com o CR7, que jogou bem contra o Uzbequistão... Ignoram o México 100%, a própria muito bem armada seleção dos EUA ou a Colômbia, que deu baile em Portugal. O Brasil virou coadjuvante. Não falam. Uma enorme mudança. Quando vi aqui as Copas de 2006, 2010 e 2014, colocavam o Brasil, corretamente ou não, como O favorito. Em 2018 e 2022, éramos UM dos favoritos. Agora, é capaz de sermos campeões com 3 gols do Vini Jr. e continuarem falando do Messi, da França e da super Espanha, que disputou uma final de Copa na sua história. E, claro, do CR7, que para mim é apenas o terceiro melhor Ronaldo da história, mas insistem em colocá-lo no patamar de Pelé, Maradona e Messi e acima do verdadeiro Ronaldo, que ganhou duas Copas e fez 2 gols numa final
Palavras que mudaram de significado:
Racismo = Discordar de pessoa negra
Machismo = Discordar de mulher
Fascismo = Discordar de esquerdista
Homofobia = Discordar de LGBT
Revolução = Lacrar no Twitter
Luta = Cancelar quem discorda
Liberdade = Concordar comigo
Democracia = Eu no poder
Amor = Validar tudo que eu faço
Ódio = Qualquer crítica que eu receba