Não é perseguição contra Jair, acredite‼️
Cartas de LuIa na prisão eram lidas, publicadas e seus assessores ainda usavam as redes sociais para dar recadinhos a políticos.
LuIa recebia sindicalistas, artistas, padres, membros do partido, e despachava ordens de dentro da prisão para o partido e escolhia candidatos.
Será que essa proibição do Flávio ver Bolsonaro é pra tentar tirar dele a candidatura à Presidência às vésperas da convenção?
Seria essa uma tentativa desesperada de sabotar
a escolha de Bolsonaro?
Quero ver quem fica calado e quem vai se pronunciar contra essa perseguição absurda.
Em 2018, quando Lula estava preso por corrupção, concedeu 22 entrevistas. No que o Estadão chamava de “cela-comitê”, em Curitiba, recebia visitas, fazia reuniões, tinha a porta da cela deixada aberta pelo carcereiro e até arrumou uma namorada.
Em 2026, Jair Bolsonaro preso injustamente não pode receber visita do próprio filho.
CRONOLOGIA DO VAZAMENTO
A decisão de Moraes contra os Bolsonaros foi assinada em 13/07/2026, às 14h36m41s.
A publicação "breaking FURO news" do Metrópoles ocorreu às 15h03m (ou seja, teve acesso um pouco antes).
Eu mesmo verifiquei no sistema do STF, na EP 169, às 15h09m, e não estava lançada ao público.
Portanto, MORAES vazou a decisão ao METRÓPOLES.
Isso é CRIMONOSO!
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político.
A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição.
O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais.
Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático.
Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.
A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes.
Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática.
Senador Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado Federal
MBL, Foi para a Ucrânia com uma proposta altruísta
Agiu como um homem medíocre
Aproveitou de mulheres ucranianas em um momento difícil, com fome várias dificuldades
Este verme sabe que não ganhará, como inútil verme, quer usurpar um cargo com nosso presidente @FlavioBolsonaro
É mentira a nota abaixo, publicada por Lauro Jardim. Não estou “segurando” o projeto, dei celeridade ao projeto.
O projeto de lei nº 1482/2019 chegou à Comissão de Segurança Pública do Senado, da qual sou Presidente, no dia 12 de junho. No mesmo dia avoquei a relatoria e, rapidamente, publiquei parecer favorável em 9 de julho. No dia seguinte, 10 de julho (sexta-feira), a pauta da CSP já havia sido publicada em Diário Oficial com o referido projeto incluído na pauta para votação no dia 14 de julho (próxima terça-feira). Ou seja, o projeto tramitou em alta velocidade para os parâmetros legislativos!
Todo esse trâmite é público e poderia ter sido checado por Lauro Jardim antes de publicar a nota tendenciosa, na data de ontem.
Lembro ainda que sou autor do Projeto de Lei nº 828/2022, que trata do mesmo tema de combate ao crime organizado na área dos combustíveis. Ele encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo senador lulista Otto Alencar (PSD/BA), PARADO HÁ MAIS DE 2 ANOS (desde 11 de abril de 2024) e nem sequer o relator foi designado ainda. Mas neste caso o senador não foi alvo de homenagens e insinuações de Lauro Jardim. Por que o tratamento diferenciado?
Bastava uma ligação para que qualquer dúvida fosse sanada.
@laurojardim@JornalOGlobo
Em quem você votaria para o Senado em São Paulo se as eleições fossem hoje?
A) Marina Silva
B) Simone Tebet
C) Derrite
D) Ricardo Salles
E) André do Prado
Outro candidato? Comente, por favor.
QUE VÍDEO EXTRAORDINÁRIO 💯💪🏽
Sabe aquele vídeo q vc precisa ver e ouvir várias vezes? Então,este aki é 1 desses vídeos absurdamente necessário.
O exilado e perseguido político @BolsonaroSP DESENHA o atual cenário político do BR.
POR FAVOR ASSISTAM E COMPARTILHEM SEM DÓ 👊🏽🫡👈🏽
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Damasco
O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que Israel se retire dos territórios do Líbano e da Síria e permita que ambos exerçam plena soberania sobre seus territórios.
“Acreditamos que Israel deve deixar o território libanês.
Acreditamos que a Síria deve ser plenamente soberana e unificada, e que todos os atores que ocupam partes de seu território devem se retirar.”
Enquanto o governo nos abandonou, nos deixando a merecer de aumento de tarifas @LulaOficial@ptbrasil o Senador Flávio demonstrou o que é ser um líder. Parabéns @FlavioBolsonaro
🇧🇷🗣️ATENÇÃO | Entenda por que Lula ficou tão irritado com o discurso de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos.
Na audiência sobre a Seção 301, Flávio fez o que o Presidente eleito não fez: pediu que os EUA não imponham tarifas ao Brasil, defendeu o PIX, as empresas brasileiras, os empregos e o bolso do povo.
Ele também expôs que o tarifaço não pune os verdadeiros responsáveis pelos problemas apontados na investigação americana. Quem paga essa conta é o brasileiro comum, o trabalhador, o empreendedor e o setor produtivo.
Flávio ainda lembrou que tarifas anteriores empurraram parte do comércio brasileiro para a China, fortalecendo justamente o eixo que os Estados Unidos dizem querer conter.
"Não imponham tarifas ao Brasil. Preservem o sucesso do PIX. Cancelem esta ação e nos deixem negociar", expressou Flávio Bolsonaro em sua última fala.
É por isso que Lula ficou incomodado. Flávio foi lá defender o Brasil real e os interesses do povo brasileiro!