Se você está vendo esse tweet, COMPARTILHE: este é João Munhoz Neto, ele está FORAGIDO e é o principal suspeito do FEMINICÍDIO de Isabelle Caracristi de apenas 22 anos. A imprensa local de Fortaleza simplesmente NÃO toca nesse assunto por ele ser RICO. JUSTIÇA POR ISABELLE!
Esse é o tal João Munhoz Neto, namorado da Isabelle Caracristi está foragido junto com a família omissa.
A foto da vítima sempre é compartilhada, mas a do homem nunca é compartilhada.
Vamos quebrar esse ciclo e compartilhar o que tem pra ser compartilhado!
“Sua filha morreu ontem à noite e já está no IML.” Foi assim que Isorlanda Caracristi soube que Isabelle estava morta. Não foi o namorado. Não foi a sogra. Não foi a polícia. Foi a síndica do condomínio, no dia seguinte, no hall de um prédio da Aldeota, em Fortaleza, depois que a mãe já tinha sido bloqueada em tudo o que o homem usava para se comunicar.
Isabelle Caracristi tinha 22 anos, cursava o segundo semestre de Direito e dizia que queria ser advogada criminalista. No domingo, 13.09, passou parte do fim de semana com a mãe, avisou do frango que tinha deixado na airfryer, reclamou de dor no pescoço, recebeu o conselho de tomar um relaxante muscular e, por volta das 19h, mandou a última mensagem: “Mãe, eu te amo.” Não deu boa-noite. Toda noite ela dava. Depois, silêncio.
Por volta das 20h40 daquela mesma noite, segundo a Secretaria da Segurança Pública do Ceará, ela morreu. O corpo foi encontrado no pátio do condomínio onde tinha passado a viver com o namorado, João Munhoz Neto, 33 anos, bacharel em Direito sem inscrição na OAB-CE, a mãe dele e um irmão. Quando a família de Isabelle chegou, no dia seguinte, o apartamento já estava vazio. O corpo já estava na Perícia Forense. Ninguém da casa onde ela morava ligou. Ninguém apareceu no velório. Ninguém apareceu no enterro.
O que a SSPDS divulgou até agora é insuficiente. Quatro pessoas ouvidas, outras quatro convocadas, câmeras em análise, lesões compatíveis com impacto contra o solo, toxicologia negativa, laudo em até 30 dias. 30 dias não explicam por que a mãe não foi comunicada na mesma noite. Não explicam por que a nota oficial não diz se os conviventes foram ouvidos, se o imóvel foi preservado, se o namorado é testemunha ou investigado.
Uma mulher de 22 anos não pode morrer no pátio, ir para o IML e deixar a mãe descobrir a morte por uma síndica. Isso já é grave o bastante para o caso entrar na prioridade máxima da Polícia Civil do Ceará.
🎥✍🏻 IG | princesaquesalvasimesma
Malu Gaspar escancara a contradição: Flávio Dino quer investigar Mendonça justamente porque Mendonça investiga um amigo dele. É esse o nível? Quando a investigação incomoda, tenta-se investigar o investigador.
CRISE NO STF | Em sua primeira manifestação sobre o caso, Cármen Lúcia iniciou o voto afirmando que não costuma antecipar posição após pedidos de vista, mas disse falar com “profunda tristeza e consternação”.
A ministra afirmou que o Supremo provocou um “mal-estar cívico” entre os brasileiros e declarou estar “envergonhada” com a situação.
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JOVEM DE APENAS 19 ANOS "SOME" E É ENCONTRADA MORTA COM SINAIS DE EXTREMA VIOLÊNCIA
Maria Luiza da Silva Cabral, de 19 anos, foi encontrada morta no Recife (PE) um dia depois de desaparecer. Conhecida por familiares e amigos como Malu, a jovem apresentava sinais de violência no corpo, incluindo ferimentos provocados por tiros, facadas e queimaduras.
O desaparecimento ocorreu na sexta-feira (28/8), no bairro do Pina. Segundo familiares, Maria Luiza teria saído de casa após informar que encontraria um empresário.
Antes de desaparecer, ela foi vista pela última vez pela família enquanto entrava em um carro de aplicativo. Desde então, parentes passaram a procurar informações sobre seu paradeiro.
O corpo foi localizado por policiais militares durante uma ronda às margens da BR-101, no bairro de Passarinho. A vítima foi encontrada com marcas que indicavam a gravidade da agressão sofrida.
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), assumiu a investigação. As autoridades trabalham para identificar o responsável pelo assassinato e esclarecer o que teria motivado o crime.
Maria Luiza deixou dois filhos. O velório e o sepultamento ocorreram na segunda-feira (31/8), em meio à comoção de familiares e pessoas próximas.
Matéria do Jornal da Cidade Online
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