Sítio arqueológico é vandalizado com pichações no Parque Nacional Serra do Cipó ⬇️
Local teve a visitação interditada enquanto aguarda vistoria do Iphan para mensurar os danos ao patrimônio arqueológico; ICMBio abre canal de denúncias para identificar suspeitos
https://t.co/53Wz6y7HZz
Maioria do desmatamento no Brasil ocorreu sem autorização, aponta análise ⬇️
Levantamento indica que 86% da área desmatada entre 2009 e 2024 não tinha licença ambiental; Em 15 anos, 22,8 milhões de hectares foram desmatados sem autorização
https://t.co/6tjXo7SRse
ANÁLISE | A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul? ⬇️
Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica
https://t.co/dKAX02cmVO
A IV Assembleia das Mulheres Terena reuniu lideranças, jovens e anciãs de Mato Grosso do Sul na aldeia Brejão, em Nioaque (MS). O encontro fortaleceu a união das mulheres na defesa de direitos e dos territórios.
ANÁLISE | O último mergulho do cascudo pepita-de-ouro ⬇️
A valorização do ouro ameaça o Xingu, fortalece a corrida extrativista, intensifica invasões e pressiona territórios já fragilizados por grandes empreendimentos
https://t.co/fDNTFY9g6u
Foi aprovado hoje (5) no Plenário do Senado Federal o Projeto de Lei (PL) 6132/2025, que cria a Universidade Federal Indígena (Unind). Mais um passo para a construção de uma educação que reconhece, valoriza e aprende com a diversidade dos povos indígenas.
⚠️ O avanço do garimpo ilegal é contínuo em Terras Indígenas no Xingu!
Estudo do Instituto Socioambiental e da Amazon Conservation mostra que o garimpo ilegal segue avançando na Bacia do Rio Xingu, entre Mato Grosso e Pará.
A oficina de Pesquisa Histórica e Memória Matis, realizada em Tabatinga entre 13 e 24 de abril, revisitou os 50 anos da história do povo Matis desde o contato oficial, em 1976.
🌿 Já imaginou uma diversidade de alimentos como açaí, tucumã, beiju e pupunha na alimentação escolar, diretamente das roças de quilombolas, indígenas e povos tradicionais?
Isso já existe no Brasil!
📷 Fellipe Abreu/ISA
“Eu me sinto na obrigação de fazer a defesa da advocacia nacional.”
Faço questão de reiterar essa convicção.
Sou advogado. Antes de qualquer função pública, antes de qualquer cargo, é na advocacia que está a minha origem — e é dela que vem o compromisso mais profundo com a Constituição, com as liberdades e com o Estado Democrático de Direito.
Na sabatina no Senado, ao tratar da PEC 45, senti que não poderia deixar de registrar algo essencial: a advocacia brasileira não é apenas uma profissão — é uma instituição viva da democracia.
O advogado é, sim, o primeiro juiz da causa.
É quem ouve, orienta, pondera e, muitas vezes, sustenta, sozinho, a defesa de direitos fundamentais que não podem esperar.
Devemos muito do que somos hoje, como democracia, à atuação vigilante, atenta e corajosa da Ordem dos Advogados do Brasil.
Por isso, todo e qualquer debate que envolva o aperfeiçoamento institucional precisa ser feito com responsabilidade, profundidade e respeito à história construída.
Tenho orgulho de integrar essa advocacia.
Uma advocacia que não se omite.
Que não se intimida.
E que permanece, todos os dias, na linha de frente da defesa das garantias fundamentais do nosso país.
Este é um registro que vai além de uma fala. É um compromisso.
Hoje (3), são comemorados os 100 anos de nascimento do geógrafo Milton Santos. Ele faleceu em 2001, mas suas ideias são referências para análises socioeconômicas no Brasil e no mundo. O geógrafo trouxe ideias sobre a compreensão das desigualdades. Leia: https://t.co/4Mo1Esuamu
🚨 AGORA: Soraya Thronicke revela que Bolsonaro disse querer ampliar STF para 17 ministros e "comandar o país para sempre"
A senadora afirmou que Bolsonaro lhe disse pessoalmente, dentro da sala presidencial, que pretendia aumentar o número de ministros do STF para 17 para garantir maioria e controle permanente do país. Soraya alertou para o risco de um golpe parlamentar contra o Supremo e cobrou mais atenção de Lula ao Poder Legislativo, ressaltando que fala "por amor ao Brasil".
O professor e jurista Ilmar Muniz explica didaticamente o que pode ocorrer com a Lei de Libertação Geral aprovada ontem. Não vai ser preciso nem o STF entrar no mérito, basta entrar na forma, a dizer: a lei já nasceu morta. Esse é o 3º jurista que afirma isso.