Em plena véspera de Natal, enquanto muitos de nós já estamos com a família, a mesa pronta e o descanso merecido, o mar continua cheio.
Esses milhares de pontos e setas na tela não são apenas navios,
são pessoas.
São operadores, marinheiros, técnicos, mecânicos, cozinheiros, profissionais que passam datas especiais longe de casa para que o mundo não pare.
Enquanto comemoramos, eles mantêm o comércio mundial vivo, garantem combustível, alimentos, medicamentos, mercadorias em geral, tudo aquilo que chega ao nosso dia a dia sem que a gente perceba o tamanho do esforço por trás.
O oceano não conhece feriado.
E mesmo assim, eles seguem navegando, por dever, por paixão, por vocação.
A todos os trabalhadores do mar e todos aqueles nas rodovias, nas aeronaves, nas ferrovias que dividem a solidão do dever meu muito obrigado.
Vocês movem o planeta, mesmo quando isso significa abrir mão de abraços, ceias e presença.
Que cada um de vocês receba, onde estiver, a certeza do reconhecimento que merece.
Feliz Natal e mares tranquilos.
Irmão do Lula envolvido no escândalo do INSS.
Filho do Lula envolvido no escândalo do INSS.
Amiga do Lula envolvida no escândalo do INSS.
Membros da equipe ministerial do Lula envolvidos no escândalo do INSS.
Vice-lider do Lula no Congresso envolvido no escândalo do INSS.
Eu assisti esse podcast do Flávio Augusto, e o que vi ali foi mais do que um debate: foi um raio-X do país.
De um lado, um empreendedor que começou do zero, que entende como se cria riqueza.
Do outro, uma plateia de trabalhadores urbanos — gente comum, batalhadora, mas perdida no meio da fumaça que o Estado joga há décadas.
Flávio não é o inimigo. Ele é o alerta.
Enquanto ele explicava que quem paga imposto é o trabalhador, não o “rico”, dava pra ver nos olhos de alguns que a ficha ainda não caiu.
O governo aumenta impostos e infla a máquina, e o que o trabalhador ganha? Nada.
O aluguel sobe, o combustível sobe, o supermercado sobe. E o salário? Fica.
Nos últimos três anos, foram mais de 30 aumentos ou novos impostos no Brasil.
E sabe o que melhorou na vida de quem pega ônibus todo dia?
Nada.
Porque o imposto não vem do bolso do empresário — ele é repassado. Sempre.
Quem paga é o consumidor, o assalariado, o cara que acredita que está “punindo o rico” quando defende mais tributação.
Mas o mais triste é que parte da classe trabalhadora foi doutrinada para odiar o capital.
Parece exagero, mas é fato.
Tem gente que realmente acredita que o empresário acorda de manhã pensando em explorar.
A verdade é o oposto: o capital precisa de talento, precisa de gente boa, quer pagar bem — desde que o Estado pare de levar metade do bolo antes mesmo de ele ser servido.
Enquanto o trabalhador achar que o inimigo é o patrão e não o governo, ele vai continuar sendo manipulado.
Essa narrativa de “ricos contra pobres” foi a maior invenção da elite política.
Eles precisam de conflito para sobreviver.
Enquanto o povo briga entre si, eles seguem criando cargos, fundos, emendas, ministérios e mais impostos.
O trabalhador urbano tem duas escolhas agora.
Pode continuar dormindo, acreditando que “tributar o rico” vai mudar sua vida.
Ou pode acordar e perceber que o capital é o único aliado real que ele tem.
O capital gera emprego, paga salário, investe, inova.
O Estado só arrecada, regula, atrapalha e divide.
Flávio Augusto, ali, tentando explicar isso, parecia um professor de sobrevivência falando com náufragos que acham que a água é o inimigo.
Mas ele continua tentando, e isso é heroico.
Porque acordar mentes anestesiadas pela narrativa é uma das tarefas mais difíceis que existem.
Nas próximas eleições, o trabalhador vai ter de decidir:
Vai votar em quem promete punir o “rico” — e acaba punindo o pobre?
Ou em quem quer reduzir o peso do Estado e deixar o dinheiro na mão de quem trabalha?
Como disse o Flávio: quem bota suas esperanças no Estado termina pobre e frustrado.
Se escolher errado, vai continuar reclamando da vida enquanto paga a conta da festa que nunca foi convidado.
Se escolher certo, pode finalmente começar a sair da roda-viva.
Flávio não estava debatendo — estava tentando ajudar o trabalhador.
Mas só é possível para ajudar até certo ponto.
Agora cabe ao trabalhador urbano perceber que está sendo manipulado.
🧠 ✝️ YoungHoon Kim, da Coreia do Sul, reconhecido como a pessoa com QI 276 — o MAIOR do MUNDO — diz acreditar que "Jesus Cristo é Deus, o caminho, a verdade e a vida".
In June 2015, ISIS burned 19 Yazidi girls alive in iron cages because they refused to sleep with the jihadists. These girls—innocent and full of hope for a life that was stolen from them—experienced a death so brutal, so cruel, and so inhuman that it is almost impossible to find the words to describe the horror. Their screams echo in the ears of those who have seen images of this atrocity, yet the world seems deaf to their agony. They howled in pain as their bodies were slowly consumed by flames, fighting for life with an unspeakable despair.
And what happened at that moment? Hundreds stood by and watched. Hundreds who did nothing, who took no action to stop this barbaric spectacle. Hundreds who showed not the slightest movement of outrage as these young girls—just girls, like your daughter, your sister, or your friend—were driven into the flames.
How can this happen? How can it be that people who share the same breath as we do commit such acts?
Yes, perhaps in our society we sometimes burn books, but ISIS—and many who claim to act "in the name of faith" for the sake of their ideology—burn people!
They abduct, enslave, torture, and kill—with a cynical smile on their lips, in the name of a perverted “divine mission.” They destroy lives, tear people from their roots, and obliterate everything that makes us human. Their cruelty knows no bounds, their mercilessness no pity.
Have you ever seen a Yazidi retaliate for these horrific acts committed by ISIS? No? And you never will! For the victims are not the perpetrators who exact revenge for evil.
Yet instead of the world loudly and clearly condemning these atrocities, we end up talking about "Quran burnings" as if that were an equivalent crime.
Many act as if burning a book carries the same magnitude of inhumanity as burning living human beings.
No, it is not equivalent—and many Muslims actually believe that it is justified to respond to a Quran burning with murder. And why? Because their ideology drives them to commit acts that utterly disregard every moral foundation.
Where is our humanity when death is seen as the answer to an act that is rooted in freedom and freedom of expression?
It is time for us to face this reality and reflect on what truly matters—the lives of people who deserve to be treated with dignity and respect, or the blindly adhered-to ideologies that destroy the lives of those who dare to oppose them.
#19YazidiGirls #YazidiGenocide
Existe a teoria de que se você desse 1 milhão de reais para o moço do vídeo, ele perderia tudo rapidamente e voltaria para onde está. E de outro lado, se você tirasse o dinheiro de um rico, logo ele estaria de novo com 1 milhão.
Não adianta distribuir dinheiro se a mentalidade não muda, se não há ensino financeiro. O assistencialismo só faz o dinheiro dos impostos uma hora ou outra ir para a mão de bilionários. Mas fiquem calmos! Na escola esse moço muito provavelmente aprendeu o que é Complexo de Golgi
Want to know why I have Unshakeable Faith?
Never in my life have I witnessed evil exposing itself as much as it has now.
It’s just so blatantly in our faces, it’s forcing people to finally open their eyes.
I reflect on my own journey… the only reason I came to believe God was real was because I recognized that satan was real.
It sure feels like satan is showing its ugly head to the world right now… don’t it?
I have faith because it says to me that satan is desperate…
This darkness that has enveloped our world use to remain in the shadows. Many never recognized it…
Now those shadows are front and center and we recognize what we are seeing is evil.
In darkness, people seek the light.
That’s the way God made us.
Many are becoming closer to God now than ever before…
I know I am… are you?