vou falar sobre Abel mesmo ciente do mal que esse tipo de posicionamento causa na vida pessoal e profissional:
suas coletivas são absolutamente ególatras, pautadas apenas nele, que tem uma enorme dificuldade de superar os 15 segundos de vaia que ouviu.
se vitimiza, se vangloria pelo uso da base (obrigação nos casos que recebe), não cita João Paulo Sampaio, não cita PV, Lucas, ninguém.
fala sobre mudança de rotas por conta dele, que chegou ao clube com PK batendo pênalti de título, Menino titular e Danilo lançado por Vanderlei.
fala de orçamento com malabarismo, é grosso cronicamente e não consegue destravar seu disco falando de cobrança e sobre resultado.
parece inábil a viver com o mínimo, que é ser cobrado por resultado num cargo cuja função é ter resultado.
se ele é assim no dia a dia, não sei, e nem quero, mas para o consumo externo, suas falas e posturas me dão vergonha, me causam constrangimento e são absolutamente infantis.
é muito engraçado famoso reclamando de exposição porque é o unico ônus do trabalho deles. não pega ônibus cheio, não fica contando moeda no VR, não lida com o tenebroso mundo corporativo, mas quer transformar o único problema da carreira que escolheram numa tragédia enorme
A Sociedade Esportiva Palmeiras vê com preocupação a pressão descomunal que alguns clubes têm exercido publicamente, e também nos bastidores do futebol brasileiro, com o intuito de instaurar o caos, beneficiando-se dele para coagir entidades e indivíduos em busca de vantagens futuras e criando narrativas que tentam macular o competente trabalho realizado pela nossa instituição.
É demasiado cômodo creditar a uma decisão do árbitro – e somente a ela – uma virada épica, conquistada com o gosto do suor e três gols anotados em um intervalo de 19 minutos. Até porque também houve marcações da arbitragem desfavoráveis ao Palmeiras, como as não expulsões do meio-campista Bobadilla e do zagueiro Alan Franco, que desferiu uma cotovelada no rosto do atacante Ramón Sosa em um lance sonegado pelo VAR – e ignorado pelos hipócritas da ocasião.
Cabe salientar que, mesmo quando se sente prejudicada, a diretoria do Palmeiras raramente se manifesta em público sobre o tema arbitragem, pois respeita os fóruns de discussão adequados e, acima de tudo, não terceiriza sua responsabilidade nos momentos adversos. Essa postura, por sinal, ajuda a explicar o sucesso que temos obtido ao longo dos últimos anos: olhamos sempre para nós mesmos e trabalhamos sem buscar subterfúgios nem construir desculpas para as nossas derrotas.
O Palmeiras, como se sabe, é amplamente favorável à profissionalização dos árbitros e defende mais investimentos em tecnologia e na formação da categoria, entre outras melhorias. O nosso compromisso com o desenvolvimento do futebol brasileiro está acima de qualquer interesse individual. Por essa razão, aliás, o Palmeiras, entre os candidatos ao título da Série A, será o único clube a atuar durante a atual Data Fifa, mesmo com a equipe extremamente desfalcada em razão de atletas convocados para suas seleções.
Compreendemos que o crescimento coletivo da nossa indústria exige renúncias, espírito de colaboração e o fim do egoísmo que, lamentavelmente, ainda norteia a conduta de dirigentes que ora apelam à gritaria, ora recorrem a acusações sem provas para justificar resultados negativos. Neste sentido, esperamos que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) seja enérgico com aqueles que, de forma irresponsável, lançam suspeitas indevidas sobre pessoas e instituições.