QUEM PÕE LIMITES AO PODER?
Quem vai parar esses porcos: Flávio Dino, Alexandre e Gilmar?
O Brasil vive uma perigosa tensão institucional.
Estão brincando com a ira do povo.
Quando decisões judiciais conflitantes se sucedem e cresce a percepção de que as regras eleitorais podem ser alteradas durante o jogo, instala-se algo gravíssimo: insegurança jurídica e perda de confiança nas instituições, que já não tem há muito tempo.
E há um risco que não pode ser ignorado: se parcelas da população concluírem que decisões judiciais ou eleitorais deixaram de ser respeitadas, a indignação poderá alimentar desobediência civil, convulsão social e uma crise institucional de consequências imprevisíveis.
Isso não é desejável. É justamente o que o Brasil precisa evitar.
Nenhum ministro, Flávio Dino, Alexandre, Gilmar, Zanim, ou qualquer outro , está acima da Constituição.
Quando a confiança na Justiça desmorona, quem perde é a democracia, que já está enferma e agonizando. Há porcos no poder e fedem a Golpes.
Thaumaturgo Araujo.
LULA FARÁ 81 ANOS EM OUTUBRO. QUEM GOVERNARIA O BRASIL ATÉ ELE TER 85?
Será que o povo emburreceu tanto?
Minha inquietação vai além do dia da eleição. E o que mais me chama a atenção é o silêncio da grande mídia. Quase ninguém toca, com seriedade, na idade do atual presidente e candidato. Ninguém discute, de frente, os riscos que a nação corre se for reeleito um homem que completa 81 anos em outubro e, se vencer, chega ao fim do mandato com 85. Fingem que o tema é tabu. Fingem que idade, resistência, lucidez e autonomia não importam quando o cargo é o mais pesado do país.
Penso nos quatro anos seguintes e pergunto, sem rodeio: quem terá, de verdade, o comando deste país?
Idade sozinha não é sentença. Mas governar o Brasil — um país complexo, dividido, endividado e pressionado por todos os lados — exige lucidez, resistência, autonomia e capacidade de decidir. Não é favor. É requisito.
O exemplo de Joe Biden deveria servir de aviso. Lá, o questionamento sobre as condições do presidente veio tarde, constrangeu o partido e o país. Aqui, o eleitor não pode ser tratado como criança. Transparência sobre saúde, discernimento e autonomia não é agressão. É respeito ao voto.
O que me preocupa não é só o calendário. É o cenário em que um presidente permanece no cargo enquanto a condução real do governo escorre para outras mãos. Quem filtra o que chega até ele? Quem define prioridade? Quem assina a decisão e quem responde por ela?
Tenho receio de que uma eventual fragilidade presidencial amplie o poder de assessores, dirigentes partidários e, sobretudo, de autoridades que já ultrapassam suas atribuições. Não falo de teoria da conspiração. Falo de um risco institucional que o Brasil já conhece: o poder se desloca sem o povo perceber.
E é aqui que a desconfiança cresce. Nos bastidores, fala-se em surpresas. Em tentativas de anular, cassar ou esvaziar o mandato de quem o povo escolher. O nome que mais circula nessas conversas é o de Flávio Dino, com o respaldo conhecido de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. O argumento já está pronto: abuso, interferência externa, “defesa da democracia”. O mesmo script de sempre.
Se isso acontecer fora dos caminhos constitucionais, com prova fabricada ou seletividade descarada, o eleitor não pode baixar a cabeça. Fiscalização, denúncia e, se necessário, desobediência civil pacífica e firme são dever de quem ainda acredita que o voto tem valor.
Quero um presidente capaz de exercer o cargo. Um Congresso que fiscalize de verdade. Um Judiciário que caiba na Constituição e não se transforme em governo paralelo. Qualquer tentativa de impedir a posse de um vencedor ou de esvaziar a autoridade de um governante eleito deve ser enfrentada com prova, no rito legal, independentemente do partido.
O eleitor precisa saber, com clareza:
• qual a real capacidade dos candidatos para os quatro anos inteiros;
• quem é o vice e qual o peso da equipe;
• quem, de fato, poderá comandar o país se o titular enfraquecer.
Exigir isso não é ódio. É tratar o voto com a seriedade que ele merece.
Minha angústia cabe numa pergunta só: como o povo brasileiro pode acreditar que um cidadão de 81 anos governa com segurança este país, diante de tantos escândalos, de tantas frentes abertas e de um sistema tão grande que quer o comando e o controle desta nação?
Thaumaturgo Araujo
É uma pena discutir essas correntes sem examinar suas diferenças e consequências. É uma pena que o nosso povo e nossos políticos desconheçam as maldades contidas nas agendas globalistas, que o atual governo acatou todas.
É uma pena confundir ideais proclamados com resultados alcançados. No Camboja, quase dois milhões morreram sob o Khmer Vermelho, entre 1975 e 1979, em um regime comunista de trabalho forçado, perseguição e execuções. É uma pena esquecer vítimas reais diante de promessas de um futuro perfeito. Nenhuma promessa de igualdade justifica fechar os olhos à opressão. É uma pena que nem todos brasileiros e políticos tenham tido a oportunidade de conhecer os males do comunismo como eu conheci estudando e indo às suas origens.
É uma pena imaginar que se declarar conservador seja certificado de honestidade. Valorizo a família, a fé, a liberdade e a responsabilidade; por isso, exijo coerência de quem as defende. É uma pena que um discurso moral impeça perguntas sobre a conduta de seu autor.
É uma pena reduzir a política a dois rótulos, como se toda política social fosse comunismo ou toda mudança fosse ameaça. É uma pena estudar a história apenas para acusar adversários, sem reconhecer o autoritarismo também entre aqueles que apoiamos. Por isso apelo tanto aos meus amigos brasileiros.
É uma pena defender uma mentira porque um dia acreditamos nela. É uma pena que o orgulho de não admitir o erro supere a coragem de corrigi-lo. Ter sido enganado não diminui ninguém; reconhecer o engano permite escolher melhor.
É uma pena compartilhar acusações sem verificar sua origem ou aceitar mentiras que favoreçam nosso lado. É uma pena exigir honestidade dos adversários e oferecer desculpas aos aliados. Nenhum país melhora quando seus cidadãos terceirizam a consciência. Não basta tanto mal que o Lula e seu PT fizeram ao Brasil?
É uma pena que a escola que não ensina, o atendimento que não chega e a insegurança que aprisiona famílias virem paisagem. É uma pena acostumar-se a sobreviver ao que deveríamos exigir que fosse corrigido. É uma pena que a indignação dure menos que a campanha. É por isso tudo que não podemos votar em nenhum político de esquerda. É assim que mudaremos o Brasil a favor de todos.
É uma pena confundir pouca escolaridade com pouca dignidade. Conheço o valor da gente simples. A falta de oportunidade para aprender não diminui ninguém. Revoltante é vê-la explorada por quem sabe perfeitamente o que faz. Isto já está acontecendo em todo Nordeste e Norte dessa linda nação.
É uma pena que a política provoque tantas brigas em família e tão pouca reflexão. Antes de discutir em quem votar, perguntemos: quais atitudes não aceitaremos de nenhum governante, nem mesmo daquele que escolhermos?
É uma pena ler tudo isso e pensar apenas nos erros alheios. Eu também preciso examinar minhas escolhas, conferir o que compartilho e cobrar aqueles em quem confio. O que tenho aceitado, desculpado ou deixado de questionar?
É uma pena chegar à urna sem compreender o peso da decisão. Mais triste será sair dela tendo entregue a consciência a um favor, uma mentira ou uma paixão partidária. Ainda há tempo de pesquisar, compreender e escolher. Que nosso voto expresse o país que desejamos deixar às gerações que nos sucederão.
Deus proteja esta nação, e ilumine nossas consciências.
Thaumaturgo Araújo
É UMA PENA QUE O BRASIL AINDA PRECISE OUVIR ISSO.
Leia integralmente. Esta reflexão trata da responsabilidade de cada um de nós diante da urna. Reflita comigo.
É uma pena que um povo que trabalha tanto e sustenta este país tenha tão poucas oportunidades de compreender o poder que governa sua vida. É uma pena que a educação política falte justamente a quem mais sofre suas consequências. É uma pena reconhecer o rosto do candidato sem conhecer seu caráter, suas propostas e seu histórico.
É uma pena vender o voto por dinheiro, favor ou promessa. É uma pena que a necessidade de uma família seja explorada por quem pretende representá-la. É uma pena confundir quem compra sua consciência com quem deseja ajudá-lo. O benefício acaba; o mandato continua. Comprar e vender votos é crime. Quem compra seu voto já demonstra quanto respeita sua liberdade.
É uma pena depositar toda a esperança no presidente e tratar deputados e senadores como detalhe. É uma pena cobrar mudanças sem examinar quem aprovará leis, fiscalizará o governo e decidirá sobre o dinheiro público. Muitas mudanças dependem da Câmara e do Senado, dentro da Constituição.
É uma pena falar em mudar o Supremo sem compreender o caminho constitucional. Aprovar uma indicação de ministro exige 41 votos no Senado; condená-lo por crime de responsabilidade exige 54, fundamento legal e devido processo. É uma pena reduzir isso à promessa de troca automática de ministros. Precisamos de senadores preparados para fiscalizar e decidir com independência e responsabilidade.
É uma pena chegar à eleição de 4 de outubro de 2026 sem compreender a importância dos dois votos para o Senado: serão renovadas 54 das 81 cadeiras. É uma pena desperdiçar essa oportunidade por desatenção, desconhecimento ou fidelidade cega.
É uma pena confundir apoio com obediência e deixar de questionar justamente aquele em quem mais confiamos. Quem recebe meu voto recebe também minha cobrança; minha consciência continua sendo minha.
É uma pena confundir dinheiro público com generosidade de governante, como se obras, atendimentos e benefícios saíssem de seu bolso. Não é isso que o Lula fez e faz você pensar? É uma pena agradecer como favor aquilo que é direito. Lamentável. Quero um país que ampare quem precisa e ofereça condições reais de autonomia.
É uma pena que, em 2025, uma operação tenha precisado investigar descontos não autorizados nos benefícios de aposentados e pensionistas. É uma pena envelhecer e descobrir que mexeram no dinheiro da própria sobrevivência. É uma pena que a indignação dependa de quem será investigado. Quero esclarecimento, reparação e responsabilização de quem tiver culpa comprovada, independentemente de partido.
É uma pena lutar para conhecer o destino do próprio dinheiro ou aceitar fotografias de inauguração como prestação de contas. Quem decidiu? Quanto custou? Quem recebeu? O que foi entregue?
É uma pena defender a liberdade de expressão com entusiasmo para os nossos e hesitação para os demais. É uma pena aceitar uma injustiça porque atingiu um adversário. O respeito à lei precisa sobreviver à nossa antipatia. Quanta injustiça estamos engolindo.
É uma pena desconhecer a posição dos candidatos sobre o aborto e a proteção da vida. É uma pena entregar essa questão a slogans, sem informação médica séria, reflexão ética e atenção às mulheres. Na minha convicção cristã, a vida merece proteção desde a concepção. Isso também exige acolhimento à gestante, responsabilidade paterna e apoio à mãe e à criança.
É uma pena repetir “comunismo” e “conservadorismo” sem compreender suas propostas. Na tradição marxista, o comunismo pretende superar o capitalismo e a divisão em classes, substituindo a propriedade privada dos meios de produção pela propriedade comum. O conservadorismo clássico valoriza a continuidade das instituições, a experiência histórica, mudanças prudentes e vínculos como família, comunidade e religião.
Continua……
NÃO MUDAREMOS O BRASIL SEM MUDAR O SENADO!
Amigo brasileiro, Flávio Bolsonaro pede encarecidamente seu apoio aos candidatos ao Senado que indicou, e eu também peço: compreendamos a importância de elegermos esses nomes! Você acaba de receber a relação. Onde houver dois indicados, apoie os dois; onde houver apenas um, fortaleça essa indicação. Precisamos desses votos para construir uma maioria e ampliar nossas condições de conquistar a presidência do Senado. Com essa força, teremos melhores condições de promover as mudanças necessárias e cobrar a responsabilização de ministros, inclusive por impeachment, quando houver fundamento legal. Seu voto é decisivo. Que Deus proteja esta nação! E ilumine sua consciência!
Thaumaturgo Araújo
O BRASIL TAMBÉM SE DECIDE NO SENADO NÃO MUDAREMOS O BRASIL SEM MUDAR O SENADO!
Eu peço aos brasileiros: deem ao voto para o Senado a importância que ele merece! Precisamos eleger senadores que tenham coragem de fiscalizar, enfrentar abusos e defender a Constituição. Defendo os candidatos apoiados por Flávio Bolsonaro e cobrarei deles compromisso com as mudanças que o Brasil exige: uma presidência do Senado que cumpra suas responsabilidades, reformas necessárias e análise séria dos pedidos de impeachment de ministros do Supremo, com provas e respeito ao devido processo. Não podemos entregar nosso voto e depois aceitar silêncio, omissão ou conveniência. O compromisso de cada eleito precisa durar tanto quanto seu mandato. Mudar o Senado é uma responsabilidade nossa.
Segue a relação de candidatos ao Senado indicados ou apoiados por Flávio Bolsonaro:
|UF |Candidatos :
AC |Márcio Bittar • Mara Rocha
|AL |Arthur Lira • Marina JHC
|AP |Lucas Barreto • Rayssa Furlan
|AM |Capitão Alberto Neto
|BA |Angelo Coronel • João Roma
|CE |Alcides Fernandes • Capitão Wagner
|DF |Bia Kicis • Michelle Bolsonaro
|ES |Evair de Melo • Maguinha Malta
|GO |Gustavo Gayer • Oséias Varão
|MA |Cidônio Gonçalves • Lahesio Bonfim
|MT |José Medeiros
|MS |Capitão Contar • Reinaldo Azambuja|
|MG |Domingos Sávio
|PA |Éder Mauro • Zequinha Marinho
|PB |Marcelo Queiroga
|PR |Deltan Dallagnol • Filipe Barros
|PE |Mendonça Filho • Carlos Sant’Anna
|PI |Tiago Junqueira
|RJ |Carlos Jordy • Carlos Portinho
|RN |Coronel Hélio • Styvenson Valentim
|RS |Marcel van Hattem • Sanderson
|RO |Fernando Máximo • Bruno Bolsonaro
|RR |Hélio Bolsonaro • Nicoletti
|SC |Carlos Bolsonaro • Carol de Toni
|SP |André do Prado • Guilherme Derrite
|SE |Rodrigo Valadares*
|TO |Carlos Gaguim • Eduardo Gomes
Amigos, se elegermos esses indicados do Flávio, mudaremos o Brasil. Acredite!
Thaumaturgo Araujo
Ricardo Salles, resgate sua dignidade
Ricardo Salles,
Falo como cidadão que trabalhou pela sua eleição a deputado federal. Basta olhar os números daquela campanha: o senhor sabe quem ajudou a colocar o seu nome na urna.
Agora cobro posição. Que projeto o senhor apresenta ao país ao insistir numa candidatura ao Senado que não decola e só fatia o voto de quem quer impedir Marina Silva e Simone Tebet? Em São Paulo, duas vagas. A conta é simples. Enquanto o senhor permanece, o campo que deveria unir se espalha — e as candidaturas da esquerda se fortalecem.
O senhor não corre risco de prisão por renunciar. Já estamos em cima da eleição. Sair agora não é fuga: é grandeza. É reconquistar quem se afastou ao ver um nome da direita servir, na prática, ao interesse alheio.
Se a razão de permanecer é o medo do Supremo, do processo, da ameaça de Alexandre de Moraes, então diga isso com clareza e com prova. Acusação dessa gravidade não se resolve no silêncio.
E se o senhor não renunciar, eu apelo ao eleitor paulista: não vote em Ricardo Salles. Dê a ele a votação mínima possível. Não entregue voto a uma candidatura que ajuda a eleger senadoras da esquerda — gente que vai travar no Senado o impeachment de ministros e as mudanças que o país precisa. Nós precisamos de número no Senado. O senhor está atrapalhando.
Vida pública exige coragem para responder ao eleitor, não conveniência para se proteger. Renuncie. Sem isso, a pergunta fica no ar: que político o senhor é?
Thaumaturgo Araujo
LULA NA ONU — 22 DE SETEMBRO DE 2026
Tenho vergonha do discurso de Lula hoje na ONU. Não farei uma análise ponto a ponto: registro minha indignação por não me sentir representado. Na minha avaliação, a firmeza de Trump tornou o contraste constrangedor. O Brasil merecia muito mais. Esta é minha opinião particular. Espero que todos vocês que tenham oportunidade assistam ao discurso de Lula na mídia ou leiam sua íntegra e tirem suas próprias conclusões.
Thaumaturgo Araújo
QUINTA DENÚNCIA — CHAPADA DO ARARIPE: ICMBio, ONDE ESTÃO AS GARANTIAS?
Leia integralmente. Está em discussão a segurança ambiental de uma região e a água de quem nela vive.
O ICMBio publicou, em 27 de agosto de 2026, uma nota defendendo o Plano de Manejo da APA Chapada do Araripe. Afirma que classificar 89,86% do território como Zona de Produção não significa liberar desmatamento indiscriminado e que continuam valendo as exigências ambientais. Registro essa explicação. Mas pergunto: quem garante que essas exigências serão cumpridas? Onde está a demonstração de que as nascentes, os aquíferos e as comunidades estarão suficientemente protegidos?
Não me basta ouvir que a legislação continua valendo. Quero saber como ela será aplicada. Quais mapas identificam as áreas de recarga dos aquíferos e sua sobreposição com as zonas produtivas? Quais estudos avaliaram os efeitos acumulados da expansão das atividades sobre a água? Quais limites foram estabelecidos? Quem fiscalizará, com quantos servidores, quais recursos e que frequência? E quais resultados serão divulgados para que a população possa acompanhar?
O portal do ICMBio disponibiliza o plano e o zoneamento. Portanto, minha cobrança é precisa: indiquem os documentos, as páginas, os mapas e os dados que respondem a essas perguntas, em linguagem que a população compreenda. A nota pública não apresenta esse detalhamento. Se as respostas estão nos documentos técnicos, mostrem onde e expliquem como se traduzirão em proteção efetiva.
Como cidadão, não considero essa justificativa suficiente para depositar confiança na implementação do plano. Exijo transparência e uma avaliação técnica verificável. Onde houver risco grave fundamentado e ainda não esclarecido, defendo a suspensão preventiva das intervenções capazes de produzir danos irreversíveis.
A população tem o direito de questionar. A autoridade tem o dever de responder com precisão. A confiança se constrói com evidências, fiscalização e responsabilidade. Quem depende da água da Chapada não pode receber apenas uma promessa de proteção.
Nossa Chapada do Araripe precisa ser protegida, defendida dos ataques e interesses de outras nação e empresas estrangeiras. Vigiar! Vigiar! Estou de OLHO!
Thaumaturgo Araújo
Ricardo Sales foi uma grande decepção para mim. Trabalhei muito para ele , na eleição passada. Foram muitos votos a seu favor. O que houve com esse cidadão que nos enganou tanto? Ricardo, reflita sobre seu destino político. Você ainda tem a grande chance. Renuncie ! O STF NÃO PRENDERÁ VOCÊ. Eles estão em apuros.
AMIGO! NÃO TERCEIRIZE SUA CONSCIÊNCIA. Temos a grande chance de tudo dar certo neste país. Ah, meu Deus! Nos ilumine a todos.
Dizer a verdade quando a mentira parece mais fácil; reconhecer um erro quando o orgulho manda persistir; pedir perdão quando a vaidade procura desculpas — são escolhas difíceis. Há momentos em que uma sociedade também precisa vencer as próprias paixões.
Faltam 13 dias para o primeiro turno. Não transforme seu voto em instrumento de ódio, vingança, orgulho ou ressentimento. Examine cada candidato, o programa, a história, as propostas e as consequências concretas de entregar-lhe o poder.
Depois da eleição, não dê procuração em branco a ninguém. Quem vencer deve ser vigiado, cobrado e confrontado com o que prometeu. Presidente, Congresso e Supremo exercem poderes enormes. Democracia saudável exige instituições com limite e cidadão acordado.
Não escolha por raiva. Não deixe de escolher por vaidade. Informe-se. Compare. Pense no Brasil que ficará para as próximas gerações e vote segundo a consciência.
O voto passa em segundos pela urna. As consequências permanecem anos.
Agora a pergunta que não pode ficar de fora: vale a pena perder esse voto em Cury, em Zema, em Caiado, em Renan Santos? Vale diluir a única chance real de virar esse jogo?
É impossível suportar a ideia de esse sistema continuar de pé — e ainda deixarmos quatro ministros na Suprema Corte indicados por este governo. Já imaginou o que acontece com o país se isso se confirmar?
Não percamos o voto. Não percamos esta chance.
Thaumaturgo Araujo
O PALCO NÃO É UM TRONO.
Chico César, se essa frase é sua, parabéns!
Chamar a direita de “suja” não é ideia. É lavagem cerebral regurgitada. Você não feriu a direita. Estamos acima disso que você representa, a mediocridade. Cantor que não me agrada em nada, pose de pensador sem pensamento, falso intelectual que não sabe o que é cultura e menos ainda o que é intelecto. Uma farsa.
Vive de palco pago, de Lei Rouanet, de Estado e de plateia já doutrinada. Aproveitador e parasita. Vítima e operador da revolução cultural: repete o script, aponta o dedo e se acha profeta.
Pode proibir, processar, cuspir. Microfone não lava sua estupidez. A sua aprovação não me faz falta. A sua arte, menos ainda.
Thaumaturgo Araujo
A PINCELADA QUE SÓ VOCÊ PODE DAR.
Nos meus momentos de descanso, gosto de pintar. Já são 32 telas, e, olhando para elas, percebo quanto vou aprendendo a cada tentativa. Algumas guardam minhas primeiras dificuldades; outras já revelam um pouco mais daquilo que minhas mãos conseguem expressar. Todas carregam alguma coisa de mim.
É no alpendre da minha casa, olhando lá para baixo, para o sítio, que muitas dessas imagens vão nascendo. Entre uma pincelada e outra, uma pergunta me acompanha: como reconhecer o momento de concluir? Quando é que preciso recolher a mão e apenas contemplar?
Às vezes, parece que a própria pintura desacelera meus movimentos. Há uma delicadeza naquele instante que não sei explicar inteiramente. Uma pincelada a mais pode tirar a essência daquilo que eu procurava. Vou aprendendo que pintar também exige saber escutar.
Foi ali, diante de uma tela, que pensei em nós, brasileiros, neste momento de eleição.
Você já se perguntou sobre a importância daquilo que está em suas mãos? Já parou para pensar que, ao votar, participa de uma decisão cujas consequências chegarão à mesa, à escola, ao trabalho e à vida de milhões de pessoas?
Talvez tenham feito você acreditar que é pequeno demais. Talvez, de tanto ouvir os poderosos, tenha se acostumado a duvidar da própria voz. Gostaria que você parasse por um instante e reconhecesse o seu valor.
Na urna, o seu voto tem o mesmo peso que o de um grande cientista, de um empresário milionário, de alguém que ocupa os mais altos cargos. A fama de outro não diminui a sua importância. A simplicidade da sua vida não reduz o seu direito de participar do destino desta nação.
E, na fé que carrego, o seu valor diante de Deus não depende de diploma, patrimônio ou reconhecimento público. Você não precisa se tornar célebre para ser amado por Ele. Seu nome pode nunca aparecer nos jornais, mas sua dor, seu esforço e sua esperança não são insignificantes.
Você já se perguntou se tem tratado a própria consciência com o respeito que ela merece? Se está escolhendo por convicção ou cedendo à pressão? Se procurou conhecer os fatos, examinar as propostas e observar a conduta de quem pede sua confiança?
Você já se perguntou se teria coragem de rever uma escolha ao descobrir que estava errado? Reconhecer um erro também é uma maneira de honrar a própria dignidade. A honestidade que cobramos dos outros precisa orientar nossas escolhas, inclusive quando isso nos custa admitir que alguém em quem acreditávamos nos decepcionou. O Lula não o traiu? Não o decepcionou?
Eu faço essas perguntas a mim mesmo. Sei como é difícil contrariar uma simpatia antiga, abandonar uma certeza. Mas não quero entregar a ninguém o direito de pensar por mim. Minha responsabilidade continua sendo minha, mesmo quando seria mais cômodo escondê-la no meio da multidão.
E você? Quando estiver sozinho diante da urna, longe dos discursos, dos chatos cabos eleitorais, e das discussões, o que dirá à sua consciência? Conseguirá reconhecer naquela escolha seu compromisso com aquilo que considera justo?
Nenhum de nós pinta sozinho o futuro do Brasil. Mas todos deixamos marcas nele. Por isso, nosso gesto merece atenção, conhecimento e cuidado. Precisamos pensar também em quem sofrerá as consequências das decisões que ajudamos a tomar. Ex.: Cury, Renan Santos, Caiado, Zema, justificam você comprometer seu voto, que decidirá a mais importante eleição desta nação ? Você ousaria ter mais 4 vermes como: Gilmar, Dino, Tofolli e Zanin numa instituição tão importante, o STF?
Aqui no alpendre, posso recolher uma tela e tentar novamente. Na vida de uma nação, corrigir uma escolha pode levar anos , e há pessoas que sofrerão durante essa espera.
Não se diminua. Você faz parte desta obra. Há uma responsabilidade que lhe pertence e uma pincelada que ninguém pode dar em seu lugar.
Antes de dá-la, escute. Informe-se. Reflita. E pergunte a si mesmo: o que eu poderia receber em troca que justificasse trair a minha consciência?
Thaumaturgo Araujo.
Povo brasileiro, acordem.
Enquanto a grande mídia finge que não vê, alguns membros da Suprema Corte, depois do grande escândalo da Terça -Feira, voltam a mexer as peças para sabotar a candidatura de Flávio Bolsonaro. É desespero total.
Aguardem! decisões judiciais serão usadas para interferir politicamente na candidatura de Flávio . Esses deuses loucos subestimam Deus! Acham que podem tudo.
Thaumaturgo Araujo
SEU VOTO TEM VALOR. SUA CONSCIÊNCIA NÃO TEM PREÇO.
Peço a cada brasileiro: reflita sobre seu voto e sobre o futuro que deseja para nossa geração e para as que virão depois de nós. Não negocie seu voto. Não venda sua liberdade de escolher por dinheiro, favores ou promessas de vantagem pessoal. A partir de agora até as eleições, muitos cabos eleitorais virão até você tentando convencê-lo a vender o seu voto. Rejeite-os. O benefício passageiro acaba; as consequências ficam para todos. Sua consciência e o futuro de sua família valem mais do que qualquer oferta.
Examine propostas, conheça a trajetória dos candidatos e escolha com liberdade. Aos que ainda persistem em votar inutilmente em , Ronaldo Caiado, Zema e outros nomes que só fragmentam a direita: reavaliem. Vale a pena? Se não votarmos neles e formos direto no Flávio, podemos resolver essa eleição já no primeiro turno.
O instante diante da urna é breve; as consequências da nossa escolha atravessam gerações. O Brasil merece toda a nossa responsabilidade. Que Deus proteja você e esta nação.
Thaumaturgo Araujo
NUNES MARQUES, O PESO DA DECEPÇÃO.
Ministro Nunes Marques, estou com vergonha. Vergonha de ter depositado tanta esperança em um ministro indicado por Bolsonaro e hoje precisar lhe perguntar: onde está a independência que eu esperava encontrar no senhor? Sua decisão de se declarar impedido no julgamento envolvendo Alexandre de Moraes deixou em mim uma decepção profunda. A explicação apresentada não me convenceu. Fiquei com perguntas que o cargo que o senhor ocupa lhe impõe o dever de responder.
Não esperava um voto de gratidão a Bolsonaro. Esperava fundamentos claros, coerência e coragem para enfrentar uma decisão difícil. Enquanto vejo em André Mendonça atitudes que merecem meu reconhecimento, olho para sua decisão e me pergunto por que minha confiança chegou a esse ponto de desgaste.
E há algo que aprofunda minha decepção: se o senhor tivesse participado e acompanhado André Mendonça, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luiz Fux, o placar registrado pela análise separada dos casos poderia ter sido de cinco votos contra três. Não posso afirmar qual seria seu voto, nem dizer que isso resolveria todo o julgamento. Mas era essa a posição que eu esperava do senhor. Ao se declarar impedido, deixou de participar de uma decisão que considero fundamental. De qualquer maneira, fica registrada a minha grande decepção.
E como confiar em sua atuação na presidência do TSE? Que segurança o senhor oferece de que permanecerá independente diante de Moraes, de Gilmar Mendes, do governo ou de qualquer pessoa que tente influenciá-lo? Não conheço suas conversas reservadas nem vou inventar suas motivações. Mas conheço minha decepção e tenho o direito de manifestá-la.
Talvez estas palavras jamais cheguem às suas mãos. Ainda assim, preciso escrevê-las. Por trás da discussão entre ministros existe um povo que trabalha, paga suas contas e precisa acreditar que a Justiça será justa também quando julgar os poderosos. Eu sou parte desse povo. E estou cansado de procurar firmeza nas instituições e voltar para casa carregando dúvidas.
Ministro, um dia o cargo ficará para trás. O tratamento de excelência também. Restará sua história, construída pelas decisões que tomou e pelas responsabilidades que aceitou enfrentar. Quando olhar para ela, conseguirá dizer, sem precisar procurar desculpas, que esteve à altura da confiança que recebeu?
Thaumaturgo Araújo
Que a vergonha de hoje não seja apenas uma ferida. Que se transforme em consciência, coragem e exigência. Que o povo volte a ocupar o centro da vida pública. Que as instituições se reformem antes que a confiança desapareça por completo. E que aqueles que receberam o poder compreendam, enfim, que nenhuma cadeira é eterna, nenhuma toga é sagrada e nenhuma autoridade está acima da responsabilidade de prestar contas.
O Brasil não precisa de deuses de toga. Precisa de servidores públicos capazes de ouvir, reconhecer limites, corrigir erros e respeitar a dignidade de quem sustenta esta República. Estou com vergonha e profunda decepção!
Thaumaturgo Araújo
UM DIA DE VERGONHA, NÁUSEA E DESENCANTO
Ontem, olhando para o Supremo Tribunal Federal, senti vergonha. Depois, uma tristeza difícil de explicar: a de quem descobre que depositou respeito demais onde deveria ter mantido os olhos mais abertos. Fiquei diante da tela com uma pergunta amarga: era isso? Por trás dos títulos, dos tratamentos solenes, das palavras cuidadosamente escolhidas, era essa a grandeza que eu imaginava encontrar?
Talvez eu tenha confundido a altura da cadeira com a estatura de quem a ocupa. Talvez tenha atribuído à toga uma virtude que tecido algum pode oferecer. Esperava equilíbrio, sobriedade, consciência do peso de decidir sobre a vida dos outros. Saí com a impressão sufocante de ter assistido a um desfile de vaidades, em que a necessidade de parecer superior deixava pouco espaço para a obrigação de ser justo.
O que me pareceu arrogância em uns, insegurança em outros e despreparo em certos momentos produziu em mim um profundo constrangimento. Procurei, naquilo tudo, o cidadão comum. Aquele que trabalha, paga suas contas, enfrenta filas e ainda ensina aos filhos que a Justiça merece respeito. Onde ele cabia naquela solenidade? Quem parecia lembrar que, além das câmeras, existe um país que sofre as consequências das decisões tomadas ali?
Senti-me enganado. Também por minha própria disposição de reverenciar. Dói reconhecer que ajudei a construir, dentro de mim, um pedestal que agora não consigo sustentar.
Nunca esperei homens sem fraquezas. Esperava homens conscientes delas. A consciência dos próprios limites deveria ser uma exigência elementar para quem tem tanto poder. Um ministro capaz de reconhecer um erro me inspiraria muito mais confiança do que qualquer demonstração de infalibilidade.
Mas ontem a decepção foi além da tristeza. Senti nojo da arrogância, vergonha da pequenez exposta sob a solenidade dos cargos e revolta por perceber que, enquanto milhões de brasileiros lutam para sobreviver com dignidade, alguns dos que deveriam servir à República parecem mais preocupados em exibir poder do que em honrar a responsabilidade que receberam. Por alguns instantes, senti-me reduzido a um lixo ignorante diante de uma estrutura que parece tratar o cidadão como alguém incapaz de compreender, questionar ou exigir respeito.
Não quero transformar essa dor em ódio cego, nem essa indignação em condenação indistinta. Mas também não aceito que a prudência seja usada para silenciar o clamor de quem se sente traído. Há momentos em que calar deixa de ser equilíbrio e passa a ser cumplicidade. Há momentos em que a vergonha precisa ser dita em voz alta, para que não se transforme em conformismo.
Vivemos uma crise profunda de confiança. E ela não será resolvida com discursos, cerimônias ou novas demonstrações de autoridade. Será preciso mudar. Mudar práticas, atitudes, critérios e, sobretudo, a relação entre os que exercem o poder e aqueles em nome de quem ele deveria ser exercido. O Brasil não pode continuar assistindo, impotente, à transformação das instituições em palcos de vaidade e distância.
Ontem, meu respeito pela Justiça tornou ainda mais dolorosa a decepção com quem a representa. Foi um dia de vergonha, náusea e desencanto. Daquele cansaço moral que permanece depois que a tela se apaga. Mas também foi um dia em que nasceu, dentro de mim, um clamor: basta de arrogância, basta de impunidade moral, basta de instituições que se fecham em si mesmas e esquecem o povo.
Ficou comigo uma certeza: nenhum cidadão precisa se sentir pequeno diante de uma toga. O cargo pertence à República; seu ocupante deve explicações a ela. E toda aquela pompa perde o sentido quando o brasileiro deixa de reconhecer, por baixo do tecido, alguém disposto a servi-lo.