Hegel received his first appointment in teaching at the age of 48, Kant was almost 56 years old when his work was finally appreciated by the learned community. Heidegger was almost 40 years old when he published his first publication which was Being and Time. There's always hope!
O correlato hegeliano do Diferença e Repetição é o Ciência da Lógica. A Fenomenologia do Espírito não tem comparativo, ela inaugura um gênero e também encerra ele; é a única de sua espécie.
Diferença e Repetição é um livro profundo e mostra como Deleuze é genial, mas sempre tenho a impressão de que Deleuze é só uma pessoa normal tentando parecer doida. Ele é como o John Lennon: talentoso com um conhecimento refinado, mas absolutamente chato artisticamente. Deleuze raciocina como um filósofo normal só que com mais firulas.
Hegel criou um método de exposição e investigação muito próprios. Hegel tem formas peculiares demais de filosofar. O Ciência da Lógica mostra um desenvolvimento de categorias e raciocínios específicos para derivar cada uma que compõem uma lista insana de padrões e técnicas hegelianas de inferência. O pensamento dialético é tão variado que ele incide sobre essa variação, criticando a insuficiência dos procedimentos anteriores.
Inclusive eu acho, assim como Marx e Engels, que nem mesmo Hegel conseguiu usar tudo o que ele produziu na Lógica, principalmente por causa da necessidade de querer sistematizar tudo e separar a filosofia das ciências (e a razão do entendimento). Só o que Hegel entende por essência já é uma loucura. Ninguém na história da filosofia pensou assim.
"O poder não é uma instituição, nem uma estrutura; tampouco é uma certa potência de que alguns seriam dotados. É o nome que se dá a uma situação estratégica complexa em uma sociedade determinada."
História da Sexualidade I "A Vontade de Saberc, Michel Foucault (1976).
O objeto amado é algo que o sujeito imagina poder possuir. O objeto a é aquilo que mantém o desejo em movimento porque nunca se deixa capturar completamente.
O analista não deve tornar-se o prêmio do desejo do analisando. Deve permanecer na função que faz o desejo trabalhar.
Ayer murió Carlo Ginzburg (1939-2026), un historiador fundamental para la historiografía. Más allá de su microhistoria, Ginzburg escribió dos libros esenciales para entender cómo se escribe la historia y por qué es importante la labor del historiador. Dos lecturas imprescindibles
Freud dizia que a gente não repete escolhas porque gostamos de sofrer, a repetição existe porque o inconsciente tenta, desesperadamente, criar um final diferente pra mesma história.
En el país de los asados estamos comiendo carne de burro porque Milei, admirado por De la Espriella, no sabe gobernar ni hacer crecer la economía. Hermanos colombianos están a tiempo de no cometer el mismo error que nosotros. Salven a su patria de estos mentirosos sin talento.
Hay gente a la que le importa más desplegar “su lucidez” ante el mundo y contra el mundo, que situarse dentro, en medio de, embeberse para abrirse a la complejidad de lo que está por ser pensado. El resultado: prepotencia y premura en el juicio, antes que escucha y reflexividad.
Nunca recuperamos a coisa em si. Encontramos apenas significantes, substituições, metáforas, deslocamentos. É por isso que o desejo continua desejando.
Unlike Marcuse, Adorno discouraged Angela Davis "from seeking to discover ways of linking my seemingly discrepant interests in philosophy and social activism, and analogized my desire to work directly in radical movements to a media studies scholar becoming a radio technician."