Geralmente, o livro "necessário" não passa de uma experiência pouco feliz (quando muito). É um tremendo lugar comum, o qual, por sem amplamente utilizado, soa injusto quando aplicado a um livro bom.
Supostamente grande parte do espólio de livros do Jorge de Lima acaba de ser descartado feito PORCARIA num lixão para reciclagem em BH. Um crime contra a memória nacional, contra a nossa literatura e nosso povo. Nada, NADA justifica a destruição da memória cultural brasileira.
Às vezes quero abandonar uma discussão assim: "Não tenho como discutir com você, porque sua visão de mundo, sua percepção só lhe permite enxergar o que você já tem escrito na sua cognição. Você vai ver não o que existe, mas o que você recorta da realidade. "
A obra poética quase completa de Jorge de Lima em edições virtuais organizadas pelo também poeta Victor H. Azevedo. Trabalho fino, na altura da grande poesia aqui contida. As edições reúnem três livros por vez, exceção à Invenção de Orfeu.
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