@DraMonicaGiusti@ale_sblack É essa direita emocionada que adora lavar a alma e que precisa de um “salvador” pra chamar de seu. Por isso, digo que não sou mais de direita, sou Bolsonarista! 💚💛
@ASachsida@FlavioBolsonaro Mais fácil os liberais elogiarem o Lula pelo bolsa família, do que ao Flávio por uma proposta de livre comércio simplesmente por ele ser um Bolsonaro.
O dossiê que despiu toda a direita.
A briga entre Kim Paim e Jeffrey Chiquini tem cara de treta de internet, dessas que morrem em três dias. Mas ela expõe o momento da direita brasileira inteira. E existe um lado certo e um lado errado nessa história, por mais que o isentão de plantão jure que não.
Para entender o caso, é preciso voltar um pouco. Durante muito tempo, a direita teve um único assunto: o PT. Vamos supor que existissem cinco milhões de views de direita circulando na internet. MBL, bolsonaristas, lavajatistas, antipetistas de ocasião, todo mundo pescava no mesmo lago, falando contra as mesmas pessoas. Nesse arranjo, todo mundo ganhava junto.
Aí a direita chegou ao poder e a conta mudou. Os interesses se dividiram, o público se dividiu junto, e começou uma briga por relevância que ninguém quis anunciar em voz alta.
Os primeiros rachas pegaram o público de surpresa. Caso Bivar, caso Santos Cruz, caso Joice Hasselmann. Em cada um deles, parte da militância demorou um ano para entender quem estava certo. O pessoal de perfil mais militar, por exemplo, levou tempo para perceber o que o Santos Cruz representava interesses globalistas da ONU dentro do governo Bolsonaro.
Foi assim que a direita descobriu, meio na marra, que ter lado não bastava. Era preciso vigiar o próprio lado também.
Nesse processo, pessoas que só conheciam elogio descobriu a crítica. E não gostou. Imagine uma parlamentar acostumada apenas receber elogios como reagi a começarem as críticas? Rebatizando as críticas de “ataque”.
Foi a reação da Ana Campagnolo quando foi cobrada pelo trabalho de bastidor contra o Carlos Bolsonaro. O truque é velho: quando chama de ataque, ela se dispensa de responder o mérito. E o eleitor que cobrou vira automaticamente um inimigo do projeto, um infiltrado, fanático, um traidor.
Jornalismo não é assessoria de imprensa
É aí que entra o Kim Paim.
Ele é um player único. E digo isso sem ser audiência fiel dele: de trinta vídeos que ele lança num mês, assisto um ou dois, porque o formato me cansa. Mas eu sei o que ele está fazendo.
A esquerda não tem um Kim Paim. O papel que ele se deu foi o de desnudar. Pegar o que o político faz longe dos holofotes e mostrar pro público. Ele não inventa atitude, não fabrica curtida, não cria print do nada. Ele junta o material que a própria pessoa produziu e coloca na mesa.
Foi exatamente isso que o Allan dos Santos fez no caso da Michelle Bolsonaro. Pegou a carta em que Bolsonaro indicava Flávio como candidato, pegou as atitudes públicas dela e colocou uma coisa ao lado da outra, mostrou a contradição. Ou a orientação mudou e ninguém escreveu carta nova, ou Michelle está ignorando o que o marido pediu. Não tem terceira leitura.
Incomoda? Incomoda.
Mas, no dia em que o político escolhe o que o jornalista pode mostrar, o jornalista virou assessor de imprensa. A Michelle e seu entourage quer assessoria.
O público quer saber que diabos está acontecendo em Brasília.
Quem quiser derrubar o Kim Paim tem o caminho na mesa. São anos de vídeo, milhares de horas gravadas. Basta pegar os programas dele e prova que ele mentiu. Que os prints, são falsos, que as declarações e notícias da pauta são mentirosas e pronto o Kim está acabado.
O Rodrigo Constantino teve essa chance quando foi exposto fazendo campanha velada por outro candidato, com recorte de tela e curtida documentada. Tinha duas saídas honestas: provar que era mentira ou assumir e mandar quem não gostou reclamar com o bispo. Escolheu a terceira: colar rótulo no mensageiro. Ladrão, bandido, dugnista o repertório completo.
Nenhum rótulo respondeu se a curtida existia ou não.
Chegamos então ao Jeffrey Chiquini.
Ele começou bem-posicionado, advogado do nosso querido Filipe Martins, fez um trabalho notário e midiático, ganhou a atenção e a boa vontade dos bolsonaristas de primeira, mas cometeu o erro clássico de quem chega querendo sentar na janelinha sem saber quem é quem no ônibus.
A primeira providência foi dar uma de galo pra cima do Paulo Figueiredo, um sujeito anos-luz à frente dele em lastro político, enfrentamento online e inteligência. Levou uma bordoado no meio e saiu tonteado e com a imagem comprometida. Antes o bom moço advogado agora brigando com bolsonaristas?
Com o Kim Paim, tentou a tabelinha eleitoral: se aproximar do jornalista para ficar bem com o público dele e colher voto. O Kim não se prestou ao papel e disse, em resumo: “tu fala mal de mim, não vem com essa história”.
A partir dali, na cabeça do Chiquini, sobrou uma equação só: ou o Kim Paim vira aliado, ou o Kim Paim precisa desaparecer.
Nasceu o dossiê.
E o que tinha dentro da bomba prometida?
Até eu prudente, mas não sofisticado, resolvi esperar vir a bomba para me manifestar.
Que o Kim Paim é financiado por um bilionário.
Qual bilionário? George Soros? Algum russo proxi de Putin? Não, apenas o dono do Quinto Elemento, veículo onde ele trabalha publicamente, com participação semanal, coisa que qualquer espectador sabe faz anos.
A revelação equivale a denunciar que jornalista da Globo recebe salário dos Marinho. Todo jornalista do Brasil trabalha para gente rica, porque gente rica é quem é dona de veículo. Vale para Jovem Pan, pra Oeste, pra Globo, para todos.
E tem um detalhe que enterra a tese de vez: o Kim Paim existia na internet antes de o Quinto Elemento existir, fazendo o mesmíssimo trabalho e com o mesmo sucesso de hoje.
O resto do material segue a mesma lógica.
Processo na Justiça? Todo mundo tem. Os Marinho colecionam. E, num país onde ativismo judicial é realidade admitida até por quem finge não ver, processo não serve de atestado automático de caráter.
Declaração antiga contra Bolsonaro? Praticamente todo brasileiro tem uma, inclusive bolsonarista que hoje ocupa cargo. O Constantino tem as dele. Quem apoia Bolsonaro desde 2013, como eu, é estatística de um por cento.
O critério honesto sempre foi o que a pessoa faz hoje.
É a mesma premissa de quem quer cancelar o Olavo porque ele estudou astrologia na década de 1980, em vez de pegar os livros do cara e desmontar por dentro.
Ninguém fez.
O que entrega a malícia é o passo seguinte.
Chiquini acusa Kim Paim e o grupo dele de trabalharem contra a candidatura do Flávio, e chega a incluir Eduardo Bolsonaro na conspiração. Eduardo, justamente o responsável direto por essa candidatura existir.
Na sequência, coroa como “verdadeiros apoiadores” justamente quem o Kim expôs por não apoiar Flávio até hoje.
Inverteu a realidade inteira e apresentou de cara limpa.
O padrão se repete no mercado de trabalho da direita. Repare quem ganha emprego em certos veículos: os céticos da candidatura e o pessoal alinhado à Michelle. Depois esses nomes são apresentados como a reserva moral do bolsonarismo, enquanto o verdadeiro bolsonarista passa a ser quem acha que Michelle está certa contra o candidato que o próprio Bolsonaro indicou.
Não faz sentido nenhum, mas cumpre função.
Por que Chiquini aposta numa narrativa tão furada? Porque a matemática dele é de sobrevivência política. Todo mundo que o Kim Paim já expôs vai aplaudir o dossiê e repostar com gosto.
Como ele sabe que está queimado com o público que assiste Kim Paim, acompanha Paulo Figueiredo e vota no Flávio, resolveu pescar no aquário antibolsonarista.
E aí mora o alerta para o eleitor do Paraná: um candidato que puxa tapete de bolsonarista antes de se eleger vai fazer o quê depois de eleito?
Vai se juntar ao outro lado no primeiro dia útil.
Ele só não faz isso agora porque se opor ao Flávio hoje é perder eleição.
Quem domestica quem?
Os políticos querem nos domesticar e nós queremos domesticar os políticos. A briga toda é essa.
O eleitor comum trabalha o dia inteiro e não tem como vigiar mandato, bastidor e curtida de madrugada. Então terceiriza a parte chata. O Kim Paim faz esse serviço e é bem pago por ele, com audiência e Super Chat. Ele passa o dia de olho no que os caras fazem. A gente banca.
O problema é que os nossos políticos não querem ser vigiados. Querem aplauso.
Michelle quer aplauso vinte e quatro horas enquanto faz suas jogadas. Damares quer validação mesmo jogando contra nós. Chiquini, que nem mandato tem, quer ser aceito e exaltado e uma cadeira de senador de um dia para o outro, por ter advogado para Felipe Martins e ter feito críticas ao supremos picaretas. Até a Bia Kicis, que é um quadro excelente e que estamos colocando no Senado, entrou na vibe do “não me critiquem, só me elogiem”.
Não é assim que funciona, Bia.
Tu trabalhas para nós. Nós não trabalhamos para ti.
Errou, pede desculpa. Saiu do caminho, a gente cobra até voltar para o rumo certo. E quem não gostou do arranjo tem a porta da rua à disposição.
Acabou a surdina. Acabou os acordinhos de bastidor.
O que se faz em Brasília vai ser feito na frente do público, com registro e timestamp e eternização no Atlas Brasileiro. Uma hora aparece político que goste de trabalhar assim.
Quem quiser derrubar o Kim Paim que refute o Kim Paim.
Até lá, ele segue clipando. E nós retuitando.
Kim Paim tem conquistado um público cada vez maior de seguidores por realizar um trabalho inédito e de forma competente ao longo dos últimos 7 anos.
Posta vídeos no seu canal do Youtube com resenhas e comentários das principais notícias dos jornais, com duração de mais de 1 hora, todos os dias de forma ininterrupta – nunca falhou um dia sequer!
Desde janeiro de 2023 ele tem o Atlas Brasileiro que é um acervo com todas as notícias importantes publicadas pelos principais jornais – o Atlas Brasileiro conta a história jornalística do Brasil, de forma muito bem organizada e de fácil pesquisa.
Ele não esconde o seu lado – é bolsonarista – e, como tal, segue o lema ditado em João 8:28: “Conhecereis a Verdade e a Verdade os libertará”.
Kim Paim mostra verdades que incomoda muita gente. Principalmente nos tempos atuais, onde parte da direita precisa varrer algumas verdades para debaixo do tapete. Kim Paim é um calo no sapato dessa gente.
Por isso começaram a fazer uma devassa no seu passado, a procura de algum podre que possa difamá-lo.
Há um ano a jornalista Paula Schmitt disse que ia descobrir quem financia o Kim Paim. Ela fez esta promessa de forma leviana e irresponsável, sem ter conseguido cumpri-la até agora. Deveria ser honesta e informar que – se realmente tivesse pesquisado – somos nós que “financiamos” o @KimPaim. Não é à toa que ele venceu os 3 últimos Prêmio IBEST de melhor jornalista, pelo voto popular.
Chamam-no de “duguinista” porque ele – integrando a equipe do Estúdio 5.º Elemento – entrevistou o filósofo russo Aleksandr Dugin e comenta com frequência o fato do Rui Costa Pimenta (do PCO) reconhecer a prisão arbitrária de Bolsonaro e de que não houve tentativa de golpe de Estado. O Ruizão – como diz o Kim – com todas as questões opostas a nossa visão de mundo, ele é mais honesto do que muita gente da direita.
Nesta busca quase desesperada de encontrar alguma coisa que possa desabonar a imagem do Kim Paim, descobriram que há mais de 10 anos ele participou de um grupo no Facebook, chamado Thelema Brasil. Thelema é a filosofia esotérica de Aleister Crowley, às vezes associada ao ocultismo e por isso o chamam de satanista.
Não é qualquer pessoa que vê vídeo com mais de 1 hora sobre política todos os dias. Portanto, os seguidores do Kim Paim não é um grupo desprezível. É gente que incomoda.
Nós somos as tias do zap e os tios do churrasco que, junto com Kim Paim, faremos a verdade prevalecer!
https://t.co/aDpzx79bmd
@DamaresAlves@MarinaSilva Alguém poderia enviar a nota de repúdio da Marina e cia ao “ataque” que a filha do Bolsonaro, uma criança, sofreu por ao ser chamada de puta pela “jornalista” Bárbara Gancia? Não encontrei tamanha consternação da ocasião.
🇧🇷 O MAIOR E MELHOR PRESIDENTE DA HISTÓRIA! Dentre todos os presidentes eleitos pelo voto direto do povo, Bolsonaro é, sem dúvida, o maior e o melhor que essa nação já teve! 🫡🔥 Foi o presidente que mais entregou obras, que mais esteve presente lado a lado com o povo em todos os momentos e que verdadeiramente socorreu o Brasil nas horas mais difíceis. Seu governo era um apogeu de crescimento! Em 2019, o mundo inteiro elogiava a economia brasileira se recuperando e crescendo a passos largos, depois de tanto caos. O Brasil estava voltando a ser respeitado, o povo estava voltando a ter esperança e dinheiro no bolso. 📈�� Mas a verdade é que o sucesso incomoda. De repente, trouxeram um mal de fora, algo que não tinha nada a ver com o nosso país, só para tentar destruir o seu trabalho. Ele alertou, ele avisou, ele pediu cuidado... E em troca, chamaram ele de tudo quanto é nome, inventaram mentiras, fizeram baderna e espalharam o caos. E o pior: depois de tudo, ainda tiveram a cara de pau de querer colocar a culpa nele! 😠 Mas quem viveu sabe a verdade! O povo que trabalha, o povo que sentiu na pele a diferença, sente uma saudade imensa desse homem que lutou para nos manter livres, livres para trabalhar, livres para sonhar, livres das amarras e das doutrinações que só querem prejudicar a nação. Hoje, eles podem até tê-lo colocado atrás das grades por perseguição política, qualquer um pode estar ali, culpado ou inocente... Mas ninguém consegue aprisionar a sua moral, nem a sua verdade! ✨ Ele tem uma liberdade que ninguém tira: a liberdade de espírito, a consciência limpa e o coração cheio de amor pelo Brasil. É por isso que ele é imortal! É por isso que o nome dele é sinônimo de trabalho, de honra e de Brasil! 🇧🇷🙏 #FlavioBolsonaro #OMaiorPresidente #Brasil #Liberdade #Justiça
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
⚠️Cláudio Humberto aponta a gana que existe para pegar Eduardo Bolsonaro e, se possível, Flávio, porque há um desejo de vingança incontrolável por parte do tribunal.
O tribunal já sinalizou que vai absorver as competências do TSE, ou seja, vai impedir que Kassio Nunes atue. Se isso não é estado de exceção, não sei o que é.
No mesmo dia em que a moça - já muito curtida por outros famosos conservadores - me xinga e comemora a decisão de Moraes contra mim, ela também recebe com entusiasmo Ricardo Salles num spaces no X que ela é a anfitriã.
Vai lá inocente, vote no Salles porque é “didireita”.
nikolas sabota o Flávio Bolsonaro entre os jovens.
A Michelle faz o mesmo entre as mulheres e os liberais.
Zema e Caiado entre os indecisos.
E assim, esses OPORTUNISTAS sabotam o POVO que quer Flávio Bolsonaro presidente!