COMO VOTOU QUEM REPROVOU A REFORMA
Seguem aqui os votos detalhados dos conselheiros que votaram CONTRA O SÃO PAULO.
Inclui como eles votaram no balanço com o maior déficit da história, na reforma que previa cláusula de mordaça aos sócios e no golpe da reeleição.
Note que a grande maioria já votava contra o São Paulo durante a gestão Casares.
Muitos votaram até mesmo contra a publicação de balancetes trimestrais! TUDO POR CAUSA DE POLÍTICA!
Quem vota de acordo com o que lhe mandaram vota contra o São Paulo! E é muito triste que vários vitalícios, que não deveriam dever nada a ninguém, fizeram isso.
Os clubes argentinos têm nomes como Boca Juniors, River Plate, Newell’s Old Boys, evidência de que há grande influência britânica na história do futebol no país.
Talvez você já tenha reparado que os jogadores da Argentina levam na camisa o número “1893” nas costas, ano de fundação da federação argentina - uma das mais antigas do mundo, criada por um escocês.
Os britânicos já tinham tentado tomar Buenos Aires duas vezes no início do século XIX, mas àquela altura haviam entendido que o triunfo cultural era mais duradouro do que o militar. Assim, levaram ferrovias, fábricas e o futebol pra Argentina.
No confronto de seleções mesmo, as coisas esquentaram de vez em 1966, quando a Inglaterra recebeu a Copa e enfrentou os argentinos nas quartas de final. Os ingleses ainda não haviam vencido a taça e, em casa, foram acusados de receber algumas ajudas.
Num jogo tenso, o árbitro alemão expulsou o meia Antonio Rattín de campo por supostamente tê-lo insultado, embora o juiz não falasse espanhol. Os cartões amarelo e vermelho não tinham sido inventados, e Rattín dizia não entender o que estava acontecendo. Só foi retirado de campo após a intervenção da polícia inglesa. Na saída de campo, amassou a bandeirinha britânica no escanteio.
Alf Ramsey, o técnico inglês, disse após o jogo que os argentinos agiam como “animais”, e foi obrigado pela FIFA (presidida por outro inglês à época) a pedir desculpas.
O episódio deixou mágoa. Em 1967 e 1968, as finais da Copa Intercontinental foram entre times argentinos e britânicos: Racing x Celtic, Estudiantes x Manchester United. Ambas foram extremamente violentas.
Quando a Argentina foi jogar de novo na Inglaterra, em 1974, a torcida inglesa provocava: “animais! Animais!”
Depois, tivemos a Guerra das Malvinas, quando a rivalidade deixou de ser mais ou menos restrita ao esporte. Tanto que o jogo de 1986 virou lendário, e se esqueceu dos dois grandes jogos entre ingleses e argentinos em 1998 e 2002, cada seleção triunfando uma vez.
Mas é uma fábula de proximidade cultural e de ressentimento.
Coincidentemente, Rattín, aquele da Copa de 66, morreu no sábado, 11 de julho de 2026, dia em que ambas as seleções se classificaram pra escrever mais um capítulo dessa história.
O maior artilheiro da história da Seleção Brasileira perdendo tempo pra provocar o goleiro da Noruega ao marcar um gol de penalti irrelevante nos acrescimos de uma eliminacão nas oitavas, um dos momentos mais patéticos já vividos por essa camisa