Nosso cérebro gosta de histórias, em todos os formatos, e histórias supõem acontecimentos, surpresas, precisam atiçar nossa curiosidade e saciar nossa sede de conhecimento.
O cérebro desliga diante do óbvio.
Tem que começar forte. A notícia, o desabafo, a dica, o post, a newsletter. Dizer que está avançando antes de dar o motivo do avanço enfraquece o seu texto e reduz bastante a chance de as pessoas se interessarem pelo que está escrito lá.
Tema da minha coluna no @valoreconomico
Tocam muitas músicas dentro da minha cabeça. Elas começam do nada ou entram porque ouvi ou alguém cantou perto. Chego a ter dificuldade de desligar o botão para dormir. Tocar piano de noite, por exemplo, pode me atrapalhar, porque eu fico ouvindo a música com erros e tudo.
“Deep Water”, canção que entrou no mix poético da patinação, me ajudou só a cortar o que estava demais, servindo de despedida dramática das frases que eram até boas, mas precisavam partir.
Vem cuidar do seu texto - ou da sua imagem por escrito - na minha oficina de escrita criativa. Entenda por que é tão importante criar conexões emocionais, ser claro, enxuto e original.
Modismos vão sendo replicados, no discurso e por escrito, como os posts cada vez mais comuns sobre eventos inspiradores, experiências transformadoras e congressos cheios de insights, que começam e terminam sem que autores compartilhem nada, muito menos os “insights”.