Mundial de Clubes: A Oportunidade Perdida
Há poucas coisas melhores (se é que há) do que acompanhar o Benfica no Estrangeiro. Mais ainda no contexto único que este Mundial de Clubes proporciona. E têm sido duas semanas fantásticas, com muitos quilómetros de carro, calor intenso. Mas, acima de tudo, o privilégio de vivenciar a incomparável grandeza plurinacional do Sport Lisboa e Benfica. E essa grandeza faz-nos humildes. Gente de toda a parte do mundo. Famílias de Cabo Verde, residentes em Boston ou Rhode Island. Crianças, netas de emigrantes portugueses do mais variados pontos dos Estados Unidos que ainda nem dominam a Língua Portuguesa mas gritam a pleno pulmão Benfica. Adeptos do Perú, Reino Unido, Canadá, Macau, ou Espanha que atestam a dimensão incomensurável que o Clube tem. No campo, a prestação está a ser positiva. Um arranque a meio gás contra o Boca, num jogo de ambiente único pelo espetáculo dado pelos argentinos. Uma primeira parte pobre contra o Auckland City mas compensada com uma segunda parte digna e, claro, uma vitória histórica conta a maior besta negra do Clube. Acabámos líderes de um grupo com o maior da Argentina, o maior da Alemanha e, porque sou um romântico, o maior da Nova Zelândia (tirando o Wellington Phoenix que competa na Liga Australiana). Em campo, acabámos à Benfica e isso tem de ser motivo de orgulho
Fora de campo, é impossível ignorar a oportunidade que se está a desperdiçar. Não há qualquer esforço em conhecer os adeptos que vieram de toda a parte do Mundo apoiar a equipa neste momento único. Flamengo organiza fanzones para os seus adeptos, Bayern leva o troféu da Bundesliga e lendas do clube para confraternizar com os adeptos. Do Benfica, Zero. Um zero absoluto num país onde as oportunidade de activação de marca estão em todo o lado. Era tão fácil criar uma onda benfiquista usando a coincidência da Águia e do E Pluribus Unum (animal nacional e lema dos Estados Unidos respectivamente) para apresentar o Benfica a um mercado que tem aqui a melhor oportunidade de conhecer o Benfica. Zero organização para encontros dos adeptos, ficando esta a cargo de um candidato à presidência no caso do jogo de Miami ou de adeptos orgânicos nos jogos de Orlando e Charlotte. No caso de Charlotte, quando o hotel do clube estava literalmente na porta ao lado de onde os adeptos se reuniam, foi particularmente triste constatar que não houve disponibilidade de um único membro da comitiva que se desse ao “trabalho” de vir cumprimentar adeptos que sacrificaram muito para poder apoiar a equipa. Um mundial de clubes nos Estados Unidos é uma oportunidade única. Vamos a tempo de trabalhar este aspecto haja vontade para tal e, claro, continuar o bom trabalho dentro de campo para eliminar o Chelsea e seguir em frente na competição. Mas, para tal, é preciso que haja algo que tem faltado e muito ao clube: visão, estratégia, planeamento. Nós, lá estaremos. Em Chrlotte, Philadelphia, New Jersey ou onde quer que seja. Porque Onde há Mundo há Benfica. E é fundamental que quem dirige o Clube tenha noção do monstro que tem em mãos
Lesado do Vietname
Le sacaron la gorra, pidió cambiar su bufanda por un piluso, luego hizo un trueque gorra-bandera y se llevó un abrazo.
Espectacular secuencia de este hincha de Benfica, en medio de los de Boca en el Hard Rock Stadium.
Fútbol. 🇦🇷👏🏼🇵🇹
@Alejandra_JR10 Lamentablemente mi bandera del Benfica fue robada justo después de ese momento, pero valió la pena, me enamoré de la pasión que tienen los hinchas de Boca por su equipo y no puedo esperar a visitar la Bombanera como un nuevo hincha pronto!! Viva el Fútbol!!❤️