@Heltonjuniorbh Excelente, vereador! Contribuindo com o debate, publiquei uma coluna sobre o tema no jornal O Tempo no final de fevereiro.
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Logo na nossa vez de morar: saiu madeira, conforto, cores quentes e estilo de “casa de vó”, e entrou a arquitetura greco-goiana, faria limer, caixa preta e cinza, porcelanato, vidros, espelhos, estufas de 30 m², sem cor, sem vida e sem graça.
Apaixonados por carros e pela "suposta indústria brasileira".
O brasileiro tem uma relação curiosa com carro. Não é transporte. Não é ferramenta. Não é acessório. É quase um altar com quatro rodas. E enquanto continuar tratando carro como “bem de conquista” e não como produto, vai continuar pagando 100 mil reais — no mínimo — por um hatch pelado que vem com calota de plástico e acabamento interno digno de banheiro qu��mico em rodoviária de estrada.
A indústria percebeu isso há décadas: dá pra vender pouco, cobrar muito e ainda ouvir o cliente agradecer pelo “design moderno”. Ar-condicionado vira luxo. Multimídia decente vira “pacote premium”. Roda de liga vira ostentação. E a gente? Financia em 60 vezes e posta foto como se tivesse comprado um iate.
Aí chegam as montadoras chinesas. Elétricas. Silenciosas. Cheias de tecnologia e com acabamento excelente. Mais equipadas. E, para piorar o constrangimento, competitivas no preço. Ou seja: além de oferecerem mais, ainda trazem o diferencial dos carros elétricos — que reduzem custo de uso e colocam a indústria local para olhar no espelho e perceber que ainda está vendendo 2012 com facelift.
A indústria chinesa entendeu que as pessoas querem conforto e não potência.
E então a ANFAVEA vai bater na porta do governo. Não para anunciar um salto tecnológico. Não para dizer “vamos melhorar”. Mas para pedir barreira, tarifa, proteção. É a indústria dizendo: “Por favor, impeça que o consumidor perceba que ele estava pagando caro por pouco”.
O mais irônico? Não foi invasão. Foi oportunidade. Alguém viu um mercado acomodado, caro e mimado — e entrou com os dois pés no peito. E enquanto o brasileiro continuar confundindo carro com medalha social, vai seguir pagando caro por plástico duro e chamando isso de conquista. A diferença é que agora tem concorrência lembrando que carro pode ser só… carro. Não um troféu parcelado.
A imagem é exagerada mas serve como referência.
“A razão pela qual a RAM se tornou quatro vezes mais cara é que uma quantidade enorme de RAM que ainda nem foi produzida foi comprada com dinheiro inexistente para ser instalada em GPUs que também ainda não foram produzidas, a fim de colocá-las em data centers que ainda não foram construídos, alimentados por uma infraestrutura que pode nunca surgir, para satisfazer uma demanda que na verdade não existe e para obter um lucro que é matematicamente impossível.”
— autor desconhecido
Este ano o Brasil volta a abrigar uma das mais importantes redes de governos locais, a @mercociudades . Publiquei hoje no Jornal O Tempo uma apreciação da Cúpula das Mercocidades de 2025, que vai acontecer em dezembro na cidade de Niterói. Leia abaixo.
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Uma reflexão sobre 2030, o ano que será um dos mais importantes deste século. Quer saber por quê? Leia neste novo artigo que publiquei no jornal O Tempo!
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"As palavras de Francisco dimensionavam a importância que deveríamos dar à solução das desigualdades"
Novo artigo no jornal @otempo sobre o papa e as relações internacionais.
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Hoje é estreia da minha jornada se contribuições às colunas de opinião do jornal O Tempo!
No artigo, falo do meu principal ofício: a internacionalização de cidades, governos locais e entes subnacionais.
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Lamentamos el fallecimiento del prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, en el día de hoy, a sus 77 años, y nos solidarizamos con su familia y allegados.
La ciudad de Belo Horizonte y sus gestores, han contribuido significativamente a @mercociudades@prefeiturabh
É com profundo pesar que a Prefeitura de Belo Horizonte informa o falecimento do prefeito Fuad Noman. Nos solidarizamos com os familiares, amigos e cidadãos belohorizontinos que perdem não apenas um líder mas um exemplo de ser humano. A cidade se despede com gratidão e reverência
No auge da @MonsterGrooves existia uma cena enorme de bandas independentes em BH, com festivais cobertos pela imprensa e casas de show lotadas. Já dava indícios de declínio, mas desde que paramos não acompanhei mais. A cena ainda existe em BH?