A EXTREMA ESQUERDA IMUNDA, IMORAL, CORRUPTA E ASSASSINA ESTÁ SIM A FAVOR DOS CRIMINOSOS, AGORA DENOMINADOS TERRORISTAS!
E a maioria do povo brasileiro que tem bom caráter, que não aguenta mais viver sem segurança pública alguma, reivindica tal extermínio!
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ELIMINADO ❌️
O comandante terrorista do Hezbollah, Ali Muhammad Hmayyeh, foi permanentemente neutralizado pelas Forças de Defesa de Israel no Líbano.
Um. POR UM. 💥
ELIMINADO ❌️
O comandante terrorista do Hezbollah, Ali Muhammad Hmayyeh, foi permanentemente neutralizado pelas Forças de Defesa de Israel no Líbano.
Um. POR UM. 💥
Como marcar um território político próprio em tempos de bolsonarismo e lulopetismo? Não será, evidentemente, com o amarelinho da Seleção, nem com o vermelho de opereta comunista. Resta, então, o preto. Nikolas Ferreira surge com a pretensão, nada modesta, de encarnar a única e derradeira terceira via: um messias político desprovido de pedigree, nascido de um milagre que ele próprio julga não dever a ninguém, ancorado num futuro que dispensa o peso do passado. Atrás dele, uma legião de jovens que repele tanto o ouro gáudio quanto o carmesim ideológico e adota, em seu lugar, a cor da negação: o preto.
O preto, que nas artes plásticas e na física da luz se define pela ausência radical de reflexo, tipo: “não refletirei outras cores” ou “não contem comigo para refletir o que eu não sou”, é, coincidentemente, trazido à ribalta, para, na cabeça de muitos, representar o novo. Quase uma confissão involuntária, dirão alguns. Mas, como não recordar, diante dessa escolha, as Camicie Nere da Itália? Os Camisas Negras, milícia paramilitar do Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini, tropa de choque que garantia, a porrete e a pistola, a ascensão e a permanência do regime. Eles marchavam de negro, cor da noite, da morte e da supressão de toda nuance. É claro que a garotada de Nikolas não guarda relação orgânica com aqueles squadristi. São épocas distintas, contextos incomensuráveis. Mas as coincidências históricas, quando se repetem com tamanha precisão estética, deixam o observador levemente perplexo, como se o inconsciente coletivo da política brasileira, sempre atrasado, teimasse em reencenar velhas óperas sob novos libretos. Além do mais, o negro carrega, por razões dolorosas demais para serem ignoradas, um lastro simbólico pesado: escravidão, luto, treva. Adotá-lo como cor partidária já seria, por si, de mau gosto. Mas há ainda um segundo motivo, mais sutil e talvez mais revelador: segundo a teoria clássica das cores, o preto é neutro.
Neutro, precisamente neutro. Nem vibra, nem reflete, nem se compromete. Apenas absorve tudo e devolve o vazio. Coincidência? Ou sintoma perfeito de uma pretensa “terceira via” que, no fundo, apenas veste de elegância sombria a mesma velha indigência ideológica carmesim?
Mais claro do que isso, só hidrogênio filtrado por um monge cartuxo que fez voto de silêncio e usa lentes de aumento e cinto de castidade. Você teria de ser realmente obtuso para fingir que não entendeu. Não olhe para o elefante no meio da sala e comente apenas que o tapete está precisando de aspirador. Diga não aos dissimulados e falsos apoiadores. Não se trata de dividir a direita, mas depurá-la. Tirar o que não presta e ficar com o que é bom.
Alexandre de Moraes é a versão brasileira do vilão venezuelano Diosdado Cabello.
Ambos precisam cair e responder pelos seus crimes, para o restabelecimento do Estado de Direito no Brasil e na Venezuela.
@CostaNetoPL, NÓS NÃO IREMOS TOLERAR MAIS ISSO, CHEGA ‼️‼️‼️Você vai endossar essa palhaçada até quando? Até quando isso será tolerado?
Esse rapaz e toda a sua turma estão sabotando escancaradamente @FlavioBolsonaro.
Onde fica a fidelidade partidária?
Qual é o objetivo do PL afinal? 👀
A população pode até fingir que não vê, mas só até certo ponto. O que está acontecendo já virou uma grande palhaçada.
PL sem a família Bolsonaro NÃO É NADA! NÓS NAO IREMOS TOLERAR MAIS ISSO‼️‼️‼️‼️‼️‼️
Quando ensaiamos erguer uma mitologia própria, eis que, por uma dessas coincidências que a ironia da História reserva aos povos sem grandeza, o nosso herói mítico é imediatamente preso, emudecido e varrido do espaço público. Nada mais grego, à primeira vista, do que esse destino. Mas a semelhança para por aí.
Perguntemos, se fosse possível, a Hannah Arendt, uma filósofa judia de visão implacável, se ela reconheceria na nossa desventura algum eco da tragédia grega. Diria Arendt, creio eu, com precisão cortante, que o herói é aquele que age no espaço público; a pólis, a sociedade e a cultura existem para criar a poesia sobre o herói e a história e as instituições existem como cadernos que salvam as grandes ações heroicas da ruína do tempo. Eis o sentido profundo da memória grega.
No Brasil, porém, o espaço público foi montado para o contrário: para o esquecimento sistemático, para a arte refinada da substituição imediata: o vinho velho despejado sem cerimônia para dar lugar ao novo, ainda que o novo seja aguado e sem memória. A nossa tragédia nacional não é de desgraça grandiosa, mas de amnésia voluntária. E é por isso que Arendt, mesmo morta em 1975, continua sendo a testemunha mais lúcida da nossa tragédia.
Uma nação de memória curta destrói o próprio sentido do espaço público. Onde deveria haver continuidade, há buracos deliberados; onde deveria haver heróis, há silêncios administrados.
Nos seus estudos sobre o totalitarismo, a filósofa descreveu com exatidão esses “buracos de esquecimento” que os regimes autoritários cavam para sepultar opositores, fatos incômodos e nomes inconvenientes. Não viveu o suficiente para assistir ao fenômeno Nikolas, esse rapazola ainda não de todo cozido pelas tentações do deserto político, quase um ginasiano, lançado às pressas ao pedestal do mito. Arendt, com o seu faro infalível, o veria exatamente como o que é: não um herói, mas um instrumento do esquecimento. Uma figura fabricada para ocupar o lugar do pensamento, para substituir a densidade pela imagem, a permanência pelo efêmero. O sistema precisa de novos mitos descartáveis precisamente para que nada de essencial seja lembrado.
Interpretação arriscada essa minha? Sem dúvida. Mas de que serve a prudência quando se escreve sobre tragédia? O risco é a única atitude decente diante de um povo que insiste em esquecer-se no exato momento em que mais precisaria recordar.