Coincidência… ou narrativa sendo construída bem na nossa frente?
Existe uma teoria de que Sweet Dreams e o icônico comercial da Pepsi inspiraram os visuais dessa trilogia. E faz sentido quando a gente conecta os pontos…
Lembram do teaser de I’m That Girl? Aquele em que várias versões da Beyoncé aparecem? Isso também se repete nas interludes da Renaissance Tour e da Cowboy Carter Tour.
Os fãs acreditam que a Bey está criando múltiplos mundos como forma de escape da realidade, algo que ganha ainda mais força considerando que o projeto nasceu durante a pandemia. Seriam universos onde ela é livre, vive diferentes experiências (basta interpretar as interludes das duas últimas turnês, histórias estão sendo contadas!) … e onde várias versões dela coexistem, cada uma com sua própria narrativa.
No teaser, dá pra perceber versões felizes… e outras mais sombrias. O que conecta diretamente com o conceito de Sweet Dreams: sonho ou pesadelo?
E não para por aí, no clipe de Sweet Dreams e até no comercial da Pepsi, também vemos múltiplas Beyoncés coexistindo… até que, no final, ela “acorda” desse sonho.
“Você é a canção de ninar perfeita. Que tipo de sonho é esse? Você pode ser um sonho doce ou um lindo pesadelo. De qualquer forma, eu não quero acordar de você (acendam as luzes). Sonho doce ou um lindo pesadelo. Alguém me belisque. O seu amor é bom demais pra ser verdade (acendam as luzes).”
E não esqueçam que na Renaissance Tour um pequeno trecho de Sweet Dreams está presente na setlist da turnê… o que deixa essa história ainda mais suspeita.
Então fica a pergunta:
isso tudo é coincidência… ou a gente tá assistindo a um conceito sendo amarrado em tempo real?
(E tragam a nossa camisa de força 🫠)